sexta-feira, 23 de junho de 2017

[Resenha] Quando Cai o Raio - Meg Cabot

Autora: Meg Cabot
Editora: Galera Record
Páginas: 272
Classificação: 2.5/5 estrelas
Título Original: When Lightning Strikes

Jessica era uma menina normal até ser atingida por um raio enquanto saía da escola. Mas, apesar de não ter ficado nem mesmo chamuscada, acaba descobrindo que ganhou um poder especial: ela agora sabe exatamente onde se encontram as crianças cujas fotos estampam o Disque-Desaparecidos. O problema é que, ao pensar que estava fazendo uma boa ação ligando para o telefone da instituição, ela acaba levantando suspeitas das autoridades... Agora só precisa convencer o FBI a acreditar nela.

Resenha:

Quando cai o raio, isso só pode significar problemas.

Como gostei bastante dos dois primeiros volumes de A Mediadora, decidi dar uma chance à série Desaparecidos, pois achei a premissa interessante e inovadora. Infelizmente, não foi uma experiência totalmente positiva.

A história é realmente inovadora, mas a achei bem infantil - e não de um jeito positivo como A Mediadora. Apesar de ser um livro curto, demorei mais de uma semana para finalizá-lo, porque sentia a sensação de que nada acontecia na história, principalmente no começo - depois que Sean aparece, temos uma leve melhorada no plot principal, mas ainda assim continuou abaixo do que eu esperava.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

[Resenha] Com Louvor - Cecily Von Ziegesar

Autora: Cecily Von Ziegesar
Editora: Galera Record
Páginas: 320
Classificação: 3/5 estrelas
Título Original: Cum Laude

Shipley é sinônimo de boa moça. Nunca faz nada errado, tem uma boa relação com sua família e entrou para uma boa faculdade. Além de tudo, é linda, loura e, surpreendentemente, virgem.

Decidida a se transformar, ela já chega ao campus da Dexter College com um maço de cigarros na bolsa, um chiclete na boca e na primeira noite conhece mais três calouros. De alguma maneira, eles acabam se um grupo nada homogêneo de amigos. Logo todos irão perceber que a faculdade é muito mais do que créditos e notas e que será preciso desrespeitar algumas regras para se divertir muito!

Resenha:

Eles estão na universidade para aprender... tudo.

Eu adoro as séries Gossip Girl It Girl, por isso, estava mais do que ansioso para ler o primeiro livro da Cecily Von Ziegesar fora desse "universo" do Upper East Side. Mas infelizmente, Com Louvor não consegue ser tão bom quanto as duas séries

Começando pelos personagens, nenhum conseguiu ter o mesmo carisma que os de GG. Apesar de não odiá-los por já conhecer o estilo sarcástico de Cecily, não consegui torcer por nenhum, exceto Adam. Ele foi o meu favorito e até curti seu envolvimento com certa personagem, mas não foi "aquele" ship. Ele é realmente um pouco parecido com Dan de GG, mas acredito que ele é mais humano e real do que o segundo. Nick e Eliza são engraçados e os que mais me fizeram rir, ao lado de Tragedy, que foi minha segunda favorita. As partes envolvendo a garota são, de longe, as melhores. Tom, por outro lado, comecei achando-o engraçado, mas o plot twist que o personagem sofre o destruiu. Já Shipley, ora achava aturável, ora detestava. O que eu menos gostei, porém, foi Patrick. Se acha o dono do mundo e é um mal-agradecido.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

[Crítica] Shadowhunters - 2x11/12: Mea Maxima Culpa / You Are Not Your Own


Assuma suas emoções.

Review:
(Spoilers Abaixo)

Depois de três meses, Shadowhunters está de volta com a segunda parte de sua segunda temporada, que, na teoria, deveria ser a melhor, afinal tudo que os fãs dos livros esperavam está acontecendo: Sizzy, Sebastian, Corte Seelie confirmada... enfim, várias peças importantes da série literária marcarão presença neste arco. Entretanto, como tais elementos vêm sendo conduzidos é que decepciona.

Todos estão cansados de saber que uma adaptação nunca será 100% fiel e é perda de tempo brigar por isso em pleno 2017; porém, quando a adaptação tem um material de referência extremamente bem construído e o deixa de lado para investir em algo novo mas que não possui a mesma qualidade, é preocupante. E é isso que os showrunners fazem com diversos plots que inserem na série. Primeiro com Clace e toda a história de incesto. Desde o início ela foi mal feita na série, já que os personagens quase não se importavam com o fato. Para piorar, toda a verdade foi revelada para Jace cedo demais e para Clary logo depois, no episódio de retorno, e ela simplesmente não ligou para isso, pois "está com Simon". Ou seja, além de perderem a chance de mostrar o sofrimento dos personagens por acharem que são irmãos, ainda fazem os sentimentos de Clary para com Jace soar apenas como uma atraçãozinha rápida e que já passou.

Entendo que na TV, essa história de incesto é bem mais complicada, porque há uma associação chata de mães que fazem confusão por qualquer coisa que é exibida à adolescentes, mas haviam tantas formas da verdade ser revelada ao público mas com os personagens ainda acreditando que eram parentes - Valentine poderia contar para um de seus capangas, por exemplo. Mas não, na cabeça dos roteiristas, a melhor saída é acabar com isso e investir no já saturado arco de triângulo amoroso. O pior é que Clary e Simon não tem a menor química como um casal, ainda mais com ela criando essa paixão subitamente, de um episódio para o outro. E seguindo essa mesma revelação sem emoção do plot do incesto, tivemos o de Jace descobrindo que é, na verdade, um Herondale. O roteiro não se preocupou em desenvolver Imogen e mostrá-la como uma mulher amargurada pela perda do filho, jogando isso apenas quando ela descobriu a verdade. Foi uma mudança da água para o vinho e inverossímil. E Jace aceitou tudo sem sequer questionar as ações anteriores da avó que, vale lembrar, tentou exilar Izzy do mundo dos caçadores na temporada passada (!).

sábado, 3 de junho de 2017

[Resenha] Nerve - Jeanne Ryan

Autora: Jeanne Ryan
Editora: Planeta
Páginas: 304
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Nerve

Você já se sentiu desafiado a fazer algo que, mesmo sabendo que pode se arrepender depois, acaba levando em frente? A heroína deste livro também. Vee cansou de ser só mais uma garota no colégio, e quer deixar os bastidores da vida para assumir seu merecido posto sob os holofotes. 

E o jogo online Nerve, febre nacional transmitida ao vivo, pode ser o início dessa trajetória de sucesso. Basta que ela clique no botão “Jogador” em vez de “Espectador” para entrar na disputa, que propõe, a cada etapa, um desafio novo. A adolescente acaba formando uma dupla imbatível com Ian, um garoto desconhecido com quem trava contato ao se inscrever em Nerve. Juntos, vão galgando posições no jogo. Mas, conforme os dois avançam na disputa, os desafios ficam cada vez mais complexos... e perigosos.

Resenha:

Você é um Observador ou um Jogador?

Desde quando vi o trailer de Nerve e descobri que era a adaptação de um livro, fiquei muito interessado em ler. Acabei assistindo ao filme primeiro, mas ainda assim desejava fazer essa leitura. Além da história chamar bastante minha atenção, queria saber se a ideia havia sido melhor desenvolvida aqui, pois é similar a de The Gameque foi uma decepção.
.
E como foi! A história nos prende desde o primeiro capítulo e é quase impossível parar de ler, de tão frenética. Jeanne conseguiu criar o jogo de uma forma convincente e real, com pessoas dispostas à tudo para conseguir o que querem. E mesmo não concordando com várias atitudes de Vee, provavelmente faríamos o mesmo se estivessemos em seu lugar. A crítica social que a autora faz também é extremamente positiva, pois os Observadores são como o público, que acha que pode dar palpites ou falar mal de famosos simplesmente por eles serem pessoas públicas. O único ponto negativo foram os desafios. Apesar de alguns serem bons, a maioria são bobos se comparado aos do filme.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

[Resenha] True - Hilary Duff

Autora: Hilary Duff
Editora: iD
Páginas: 264
Classificação: 2.5/5 estrelas
Título Original: True

Este livro encerra a trilogia Elixir, que conta a emocionante saga de amor eterno entre Clea e Sage. Agora Clea precisará enfrentar uma nova realidade. Para o seu alívio, Sage continua vivo, mas não possui mais o Elixir da Vida - portanto tornou-se mortal.

Mais complicado que isso é o fato de sua alma pertencer a outro corpo, o de Nico, que acabou morrendo durante o confronto final. Além de não ser tão fácil se adaptar à nova aparência de Sage, Clea teme perder a amizade de Rayna, namorada de Nico, que pode não aceitar o fato de continuar vendo seu namorado com a alma de outro homem.

Para complicar, Sage não parece tão à vontade nesse novo corpo: ele começa a ter lapsos de memória constantes, muito cansaço e a demonstrar reações cada vez mais agressivas, colocando em risco não só a própria vida como a de Clea. Será que eles vão conseguir achar a resposta para esse descontrole de Sage? Em uma corrida contra o tempo, Clea e Sage buscam desesperadamente a cura para isso, porque ambos sabem que agora só lhes resta uma vida para finalmente serem felizes.

Nota: A resenha pode conter spoilers dos livros anteriores, Elixir e Devoted. Leia por sua conta e risco!

Resenha:

É possível encontrar o amor perdido?

Depois do grande plot twist deixado em Devoted, estava mais do que ansioso para ler esse terceiro volume, tanto que comecei logo após concluir o segundo. Inicialmente, mesmo antes de ler o livro já havia ficado receoso pela quantidade de páginas - 264 -, já que é a conclusão da trilogia mas, ainda assim, o menor livro. E infelizmente, meu medo se confirmou e a trilogia terminou da pior maneira possível.

Todos os mistérios iniciados nos livros anteriores, incluindo o que moveu o início da história, foram simplesmente esquecidos. Não há a menor explicação para eles, parece até que nunca estiveram na história. Ao invés disso, True foca-se nos problemas que o novo corpo de Sage traz para seu relacionamento com Clea e a primeira parte até chega a ser interessante, com os surtor agressivos do personagem, mas até esse plot se perde na segunda metade do livro e é concluído da forma mais apressada e sem sentido. SPOILER (passe o mouse por cima caso queira ler): Sério que nenhum familiar de Clea estranhou ela estar "namorando" com o ex da amiga, que teoricamente morreu (!)?

segunda-feira, 29 de maio de 2017

[Crítica] Famous in Love - 1ª Temporada

Status: Indefinido
Duração: 42 minutos
Nº de episódios: 10 episódios
Classificação: 3/5 estrelas
Exibição: 2017
Emissora: Freeform

O programa é baseado no romance homônimo de Rebecca Serle e acompanha Paige Townsen (Bella Thorne), uma adolescente que ganha a fama ao ser escalar para estrelar a adaptação para de uma franquia cinematográfica baseada em um livro popular, "Locked". Logo, ela se vê envolvida em triângulos amorosos tanto dentro quanto fora da tela, e precisa lidar com a pressão de se tornar a nova queridinha de Hollywood.

Nota: Para ler a resenha do livro, clique aqui.

Crítica:

Uma estrela está nascendo.

Desde que Bella Thorne foi anunciada como protagonista de Famous in Love, me interessei pela história, pois gosto muito da atriz. Então, antes da série estrear, resolvi ler o primeiro livro para saber o que o show me reservaria. E agora, com o fim da primeira temporada, será que o livro foi honrado ou a série seguiu um caminho totalmente oposto?


Como é comum, principalmente em séries de TV, existem inúmeras diferenças entre a obra original e a adaptação, e aqui isso já começa pelos personagens. Tocando as Estrelas possui poucos tipos fixos, o que foi aumentado na série. Foram criados diversos novos personagens - o que foi necessário, pois a história do livro é bastante simples e não se sustentaria por muito tempo com poucos - e dramas para eles, além de alteração de outros que já conheciamos nos livros, como o pai de Rainer, que aqui vira sua mãe, sendo uma boa mudança, pois ela possui bem mais segredos do que o anterior.

Entretanto, apesar de alguns desses plots serem até interessantes, as atuações são medianas ou fracas e a única que realmente se destaca é Bella, que conseguiu criar uma Paige semelhante à dos livros. Os diálogos também precisam ser melhorados pois muitos são bem clichês e infantis - e aqui o caso é mais grave, pois os personagens já estão na faixa dos 20 anos! Também não vemos grandes momentos das gravações de Locked, pois a produção ainda está no início e isso fez falta, já que as melhores cenas do livro ocorrem durante este período. Mas em contrapartida, a série foi bem mais crível nesse quesito pois nos livros, a adaptação vai às mil maravilhas, mas aqui surgem problemas à todo episódio.

sábado, 27 de maio de 2017

[Resenha] O Arcano Nove - Meg Cabot

Autores: Meg Cabot
Editora: Galera Record
Páginas: 269
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: The Mediator - Ninth Key

Para Suzannah, a mudança de Nova York para Califórnia está sendo ótima: novos amigos, muitas festas e dois caras bonitões e muito interessantes. Só que um deles é um fantasma. 

E o outro pode matá-la. Suzannah é uma mediadora, uma pessoa capaz de se comunicar com os mortos e resolver as pendências deles na Terra. A velha casa para onde se mudou com a mãe e o padrasto é assombrada por Jesse, um fantasma jovem e gentil. 

Como Jesse não liga muito para ela (e, além do mais, está morto), Suzannah se entusiasma com o interesse de Tad Beaumont, o garoto mais cobiçado da cidade. Mas o fantasma de uma mulher, cujo assassinato pode ter relação com um mistério no passado de Tad, a atormenta. E a vida de Suzannah pode estar ameaçada. Ser adolescente é complicado. O que dizer de uma garota que precisa dividir sua atenção entre a própria vida e a morte dos outros?

Resenha:

Nem tudo é o que parece ser.

Gostei bastante de A Terra das Sombras, então estava mais do que ansioso para a continuação. O que me fez demorar à lê-lo foi o preço do livro que, como todos da Meg, é extremamente caro. Chega a ser um roubo a editora cobrar em torno de 45 reais por um livro de 270 páginas, mas felizmente na Bienal do Ceará o consegui por apenas 10 reais, e comecei a leitura assim que pude.

Suzannah continua bem humorada, mesmo que tenha alguns momentos "irritantes" nesse volume. Adoro como a Meg não passa a mão na cabeça da personagem e sempre que ela toma uma decisão por impulso, sofre uma consequência, boa ou ruim. Além disso, tivemos uma interação entre Suze e seus outros dois irmãos adotivos, Dunga e Soneca, já que no primeiro foram mais entre Mestre e ela. Jesse também continua um ótimo personagem e é impossível não torcer para que ele e Suzannah fiquem logo juntos. Também gosto muito do Padre Dom e sua interação com Suze. E Tad foi um personagem bem ok, pois apesar de não ter nada grandioso a oferecer, não chega a prejudicar a narrativa.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

[Crítica] Antes Que Eu Vá

Direção: Ry Russo-Young
Roteiro: Maria Maggenti
Ano: 2017
Duração: 99 minutos
Título Original: Before I Fall
Classificação: 4.5/5 estrelas

Samantha Kingston (Zoey Deutch) é uma jovem que tem tudo o que um adolescente pode desejar da vida. No entanto, essa vida perfeita chega a um final abrupto e repentino. Porém, segundos antes de um fato inesperado acontecer, ela terá a oportunidade de mudar a sua última semana e, talvez, o seu destino.

Nota: Para ler a resenha do livro, clique aqui.

Crítica:

E se hoje fosse o único dia do resto da sua vida?

Antes Que Eu Vá é um dos meus livros favoritos da vida, então logo que a adaptação foi confirmada com Zoey Deutch no elenco, contei cada segundo para que o filme fosse lançado. E agora, após assisti-lo, posso afirmar o quão incrível ele ficou!

O maior medo de qualquer leitor é a adaptação não fazer jus à história do livro, mas isso não ocorre aqui. A essência e mensagem do livro estão presentes do início ao fim, e Maria Maggenti inseriu diversos diálogos da obra original no roteiro. O bullying, assim como em 13 Reasons Why, é retratado de uma forma séria, mostrando o mal que tal ação causa nas pessoas, além de mostrar os "motivos" dos bullies - que, claro, não justifica as agressões. A fotografia também está ótima, priorizando paletas azuladas e frias para momentos de reflexão, e aumentando um pouco o tom nos momentos de desespero de Sam; ou cores quentes para momentos com mais ação, como na festa de Kent. A direção e a trilha sonora também são pontos positivos.

sábado, 13 de maio de 2017

[Resenha] Devoted - Hilary Duff

Autora: Hilary Duff
Editora: ID
Páginas: 317
Classificação: 3.5/5 estrelas
Título Original: Devoted

No primeiro volume da série, Elixir, Clea Raymond encontrou sua alma gêmea: Sage, um rapaz misterioso e muito bonito. Ela descobre que eles se amam há muitas vidas, mas em cada uma delas, a paixão dos dois acaba terminando de maneira trágica. 

Clea quer, mais do que tudo, que a história não se repita novamente. Ela deseja viver esse amor. Mas há pessoas que querem destruir Sage e roubar o Elixir que o torna imortal. E conseguem chegar bem perto…

Sage foi sequestrado e Clea não vai sossegar até reencontrá-lo. Ela sabe que ele está bem, pode sentir. Com a ajuda de Ben, seu grande amigo, a moça sai em busca de Sage e os dois têm de se aliar à Vingança Maldita, antigos inimigos, para tentar chegar até onde ele está. Será que essa é mesmo a coisa certa a fazer? Ou será que Clea está apenas selando novamente seu destino trágico?

Nota: A resenha pode conter spoilers do primeiro livro. Leia por sua conta e risco!

Resenha:

Um amor perdido, mas nunca esquecido…

Estava bastante animado para ler Elixir e o resultado foi mediano. Por isso, estava com certo receio em começar Devoted, apesar da curiosidade. Isso e o fato de os livros estarem sempre caros, devido ao fim da Editora iD. Felizmente, na Bienal que aconteceu na minha cidade em Março de 2017 comprei esse e o terceiro por dez reais cada, e decidi dar logo a segunda chance para a trilogia.

Felizmente a história até melhora e ganha pontos positivos, mas ainda segue com alguns problemas do primeiro. A introdução de novos personagens é, de longe, a melhor coisa na continuação, principalmente Os Anciões. O desenvolvimento deles e da mitologia por trás da família foi bem feita e interessante; é impossível não simpatizar e torcer por Amélia, uma das integrantes, e que intercala a narração do livro com Clea, outro ponto positivo. E se em Elixir faltava uma verdadeira vilã, aqui temos uma personagem que odiamos desde o primeiro segundo que descobrimos suas verdadeiras intenções. Nico também foi uma boa introdução e gostei do personagem. Já Suzanne não acrescenta muito na história e sua presença é quase nula no geral.

terça-feira, 9 de maio de 2017

[Resenha] Harry Potter e o Cálice de Fogo - J.K. Rowling

Autora: J.K. Rowling
Editora: Rocco
Páginas: 535
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Harry Potter and the Globet of Fire

No quarto ano em Hogwarts, Harry Potter, embora ainda sem idade suficiente, é misteriosamente selecionado pelo Cálice de Fogo para competir no arriscado Torneio Tribruxo.

Estranhos sinais luminosos no céu mostram que Voldemort pode estar anunciando sua volta. Além disso, a marca na testa de Harry não pára de doer, o que sempre significa que algo muito tenso está para acontecer. Harry e seus amigos precisam enfrentar testes terríveis, dentro e fora da gincana. Será que estão preparados?

Resenhas anteriores: Harry Potter e a Pedra Filosofal | .

Resenha:

O Torneio Tribuxo começou!

Depois de três excelentes livros, estava mais do que ansioso para esse quarto volume. Infelizmente, nem tudo foi perfeito e é em O Cálice de Fogo que temos uma leva decaída. Apesar de ser um livro muito bom, foi o primeiro da série a apresentar problemas, como o começo extremamente arrastado, que volta a acontecer pela metade, mesmo que não seja tão visível quanto no começo pois o mundo de Hogwarts nos envolve totalmente.

Entretanto, os personagens e a escrita da J.K. continuam excelentes. Ela consegue nos envolver, enganar e surpreender com o grande mistério até o final, onde tudo, como sempre, se encaixa e faz todo o sentido. Os novos personagens também são cativantes, principalmente Cedrico; e começamos também a ver os protagonistas desenvolvendo interesses românticos, mostrando que, apesar de todo o caos no mundo bruxo, eles ainda possuem seus lados humanos. Também curti a aproximação de Harry e Hermione pois, por mais que os três sejam grandes amigos, a amizade de Harry e Rony sempre foi demonstrada de um modo maior.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

[Resenha] Círculo Secreto - O Poder | L.J. Smith

Autora: L. J. Smith
Editora: Galera Record
Páginas: 240
Classificação: 4.5/5 estrelas
Título Original: Secret Circle - The Power

Black John está mais perto do que nunca. Depois de ter sua energia libertada do crânio de cristal e de retornar do mundo dos mortos, tudo que mais deseja é reunir o coven de bruxos e bruxas que há muitas décadas lhe foi prometido. 

Para isso, tomou a forma humana e prepara-se para lutar e vencer. Seja matando as pessoas ou subjugando os mais fracos graças ao seu poder psíquico. Para impedi-lo, o círculo precisa encontrar uma fonte de poder tão grandiosa quanto a de seu inimigo. Talvez a própria Cassie seja a solução.

Resenha:

Quem controla o verdadeiro poder?

O Poder continua tão bom quanto os dois anteriores, A Iniciação e A Prisioneira. A escrita de L.J. Smith continua nos viciando na leitura e mesmo que o livro não possua grandes momentos de suspense, passamos as páginas sem perceber.

Os personagens continuam bem desenvolvidos como nos anteriores, mas sem dúvidas, Cassie é a que mais cresce na história, que está bem melhor do que no livro passado. Sem dúvidas, foi extremamente chato todo o "sou uma má pessoa" que ela nutriu quase o livro todo e, felizmente, isso não existe aqui. Seu foco está totalmente em deter Black John antes que ele tome New Salen para si. Faye, que é minha personagem favorita, ganha uma nova "missão" aqui e foi até interessante, pois esse acontecimento não ocorreu na série. Black John também mantém um ar misterioso e sua ligação com o Crânio de Cristal, quando vem à tona, faz todo o sentido.

domingo, 23 de abril de 2017

[Resenha] Tocando as Estrelas - Rebecca Serle

Autora: Rebecca Serle
Editora: Novo Conceito
Páginas: 224
Classificação: 4.5/5 estrelas
Título Original: Famous in Love

Quando Paige Townsen deixa de ser uma simples aluna do ensino médio para se tornar uma celebridade, sua vida muda do dia para a noite. 

Em menos de um mês, ela troca as ruas da sua cidade natal por um set de filmagem no Havaí e agora está conhecendo melhor um dos homens mais sexies do planeta segundo a revista People. 

Tudo estaria perfeito se o problemático astro Jordan Wilder não fincasse o pé em uma das pontas desse triângulo cinematográfico. E Paige começa a acreditar que a vida, pelo menos para ela, imita a arte.

Resenha:

Qual a sensação de se apaixonar diante de milhões de pessoas?

Lembro que quando vi esse livro numa lista de lançamentos da Novo Conceito, cheguei apenas a ler a sinopse mas acabei o esquecendo pouco tempo depois. Ele, então, só voltou à minha mente quando foi divulgado que a série de TV Famous in Love seria baseada nele. Como gosto muito de Bella Thorne, atriz que protagoniza a série, decidi lê-lo antes da série começar. E ao finalizá-la, me arrependi de não ter lido antes!

Os personagens são o ponto alto da história, principalmente Paige, Jordan e Rainer, os protagonistas. Gostei e me identifiquei com Paige logo nas primeiras linhas, então foi bem fácil torcer por ela. Rainer quebra todos os clichês de garoto sensação do cinema pois podia ser arrogante e convencido, mas é totalmente o contrário. E Jordan, a última ponta do triângulo, apesar de passar uma imagem de bad boy inicialmente, também se mostra tão pé no chão quanto o primeiro. Até os melhores amigos de Paige, Cassandra e Jake, mesmo aparecendo pouco, nos conquistam.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

[Resenha] Academia de Vampiros - O Beijo das Sombras | Richelle Mead

Autora: Richelle Mead
Editora: Nova Fronteira
Páginas: 320
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Vampire Academy

Lissa Dragomir é uma adolescente especial, por várias razões: ela é a princesa de uma família real muito importante na sociedade de vampiros conhecidos como Moroi. Por causa desse status, Lissa atrai a amizade dos alunos Moroi mais populares na escola em que estuda, a São Vladimir. 

Sua melhor amiga, no entanto, não carrega consigo o mesmo prestígio: meio vampira, meio humana, Rose Hathaway é uma Dampira cuja missão é se tornar guardiã e proteger Lissa dos Strigoi - os poderosos vampiros que se corromperam e precisam do sangue Moroi para manter sua imortalidade. Pressentindo que algo ruim vai acontecer com Lissa se continuarem na São Vladimir, Rose decide que elas devem fugir dali e viver escondidas entre os humanos. O risco de um ataque dos Strigoi é maior, mas elas passam dois anos assim, aparentemente a salvo, até finalmente serem capturadas e trazidas de volta pelos guardiões da escola. 

Mas isso é só o começo. Em O Beijo das Sombras, Lissa e Rose retomam não apenas a rotina de estudos na São Vladimir como também o convívio com a fútil hierarquia estudantil, dividida entre aqueles que pertencem e os que não pertencem às famílias reais de vampiros. São obrigadas a relembrar as causas de sua fuga e a enfrentar suas temíveis consequências. E, quem sabe, poderão encontrar um par romântico aqui e outro ali. Mais importante, Rose descobre por que Lissa é assim tão especial: que poderes se escondem por trás de seu doce e inocente olhar? 

Resenha:

Welcome to St. Vladimir.

Há muito tempo queria ler O Beijo das Sombras. E essa vontade só aumentou depois que eu vi o filme. Mas como acontece nas melhores famílias, acabei esquecendo um pouco a série e sempre passava outros livros na frente. Mas decidi que esse ano daria uma chance e comecei a ler esse primeiro volume.

Gostei de Rose logo de cara! O seu jeito sarcástico, mas que sempre sabe ser séria nos momentos em que realmente precisa nos cativa e torcemos por ela desde o primeiro contato. Lissa, por outro lado, é a "boazinha" da dupla, mas Richelle conseguiu criá-la de uma forma que não foi cansativa como muitas outras mocinhas acabam sendo, e, assim como com Rose, é fácil torcer pela Moroi. Os protagonistas masculinos, Dimitri e Christian, também possuem características bem definidas e conseguem nos conquistar. Apesar de Dimitri e Rose serem meu par preferido, ambos romances são bem construídos.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

[Resenha] Lua Nova - Stephenie Meyer

Autora: Stephenie Meyer
Editora: Intrínseca
Páginas: 401
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: New Moon

Para Bella Swan, há uma coisa mais importante do que a própria vida - Edward Cullen. Mas estar apaixonada por um vampiro é ainda mais perigoso do que ela poderia ter imaginado. 

Edward já resgatara Bella das garras de um monstro cruel, mas agora, quando o relacionamento ousado do casal ameaça tudo o que lhes é próximo e querido, eles percebem que seus problemas podem estar apenas começando.

Resenha:

“Estas alegrias violentas, têm fins violentos Falecendo no triunfo, como fogo e pólvora Que num beijo se consomem.” - Shakespeare.

Continuando com o projeto de reler todos os livros da série para ler Amanhecer e Vida e Morte (os únicos que não li até hoje), enfim chegou a hora de Lua Nova.

Algo que me incomoda é o fato de todo mundo falar que existe um triângulo amoroso na saga, quando é óbvio que não. Em todo livro/filme, Bella nos deixa cientes de que Edward é quem ela realmente ama e isso nunca foi posto à prova. O máximo que ela sente por Jake é carinho e gratidão por ele ter ajudado-a a enfrentar a perda de Edward. Essa amizade, inclusive, é muito bem desenvolvida aqui. Vemos realmente o quanto ela é criada e fortalecida com o passar do tempo, já que no filme parece que Bella procurou Jacob apenas para realizar ações imprudentes e ouvir a voz de Edward. Mesmo preferido Bella com Edward, gosto de Jacob e é interessante acompanhar todo seu plot em torno dos Quileutes.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

"Shadowhunters" é renovada para a 3ª Temporada!


O SpoilerTV acaba de anunciar a renovação de Shadowhunters para sua 3ª Temporada. Ainda segundo o site, a produção do terceiro ano começará em 14 de agosto de 2017. A quantidade de episódios, porém, ainda não foi revelada.

terça-feira, 11 de abril de 2017

[Resenha] Half Bad - Sally Green

Autora: Sally Green
Editora: Intrínseca
Páginas: 304
Classificação: 2/5 estrelas
Título Original: Half Bad

Nathan, filho de uma bruxa da Luz com o mais poderoso e cruel bruxo das Sombras. O adolescente vive com a avó e os meios-irmãos e é visto como uma aberração por seus pares. O Conselho dos Bruxos da Luz vê nele uma ameaça, que precisa ser domada ou exterminada.

Prestes a completar dezessete anos – época em que todos os bruxos passam por uma cerimônia em que seu dom é finalmente revelado bem, como sua denominação como bruxo da Luz ou das Sombras –, agora Nathan terá que correr contra o tempo para achar o pai, que jamais teve oportunidade de conhecer, e salvar a própria pele.

Resenha:

A história sempre é contada pelos vencedores, dizem. E Nathan, infelizmente, não é um deles.

Sempre tive certa curiosidade sobre Half Bad, por trazer bruxos em sua história, mas aconteceu a velha história de esquecê-lo na pilha de não-lidos, até que finalmente o peguei, por estar procurando uma história rápida. Infelizmente, não saiu como o planejado.

As duas primeiras partes são até interessante e prendem, mas nas seguintes a história parece não sair do lugar, se resumindo à fugas - assimilando-se à Cidade dos Ossos. O único motivo que nós faz continuar a leitura é o apelo que Marcus tem na trama, mas nem isso é totalmente satisfatório, pois apesar de ter sido uma boa cena, foi bem rápida.

domingo, 2 de abril de 2017

[Crítica] 13 Reasons Why - 1ª Temporada

Duração: 55 minutos
Nº de episódios: 13 episódios
Exibição: 2017
Emissora: Netflix
Status: Indefinido
Classificação: 4/5 estrelas

"Porque todo mundo é legal demais, até fazer alguém cometer suicídio." - Clay.

Crítica:

Os 13 Porquês foi um dos melhores livros que já li na vida e foram anos de espera até que a adaptação da história finalmente ganhasse vida. Antes seria um filme, mas acabou tornando-se uma série da Netflix, o que, a princípio, me deixou preocupado, afinal o livro é bem curto e estendê-lo por treze episódios poderia ser prejudicial. E depois de meses de espera após o anuncio oficial, enfim a produção estreou no catálogo do streaming, tendo todos seus episódios liberados em 31 de março.

A história, para quem não conhece, gira em torno de Clay Jensen que ao retornar da escola alguns dias após o suicídio de Hannah Baker, sua colega de escola - e secreta paixão -, encontra uma misteriosa caixa com fitas cassete dentro, gravadas pela garota onde explica treze motivos que a levaram a cometer tal ato. E ele é um dos motivos. Conforme vai ouvindo as gravações, Clay fica cada vez mais assustado porque tem plena consciência de que nunca fez nenhum mal à Hannah. Mas será mesmo que não fez?

segunda-feira, 13 de março de 2017

[Resenha] Aconteceu Naquele Verão - Vários Autores

Autores: Cassandra Clare, Veronica Roth, Stephanie Perkins, Leigh Bardugo, Libba Bray, Nina Lacour, Jennifer E. Smith, Francesca Lia Block, Brandy Colbert, Lev Grossman, Tim Federle e Jon Skovron.
Editora: Intrínseca
Páginas: 384
Classificação: 4.5/5 estrelas
Título Original: Summer Days and Summer Nights: Twelve Love Stories

Bem-vindos à estação mais ensolarada e apaixonante de todas! No verão, somos todos iguais, diz um dos personagens do conto “Mil maneiras de tudo isso dar errado”. 

No Brasil, nos Estados Unidos ou em qualquer lugar do globo, uma coisa é certa: no verão, nossos corações ficam mais leves, mais corajosos, impetuosos e confiantes — talvez por isso esta seja a estação perfeita para se apaixonar... e Aconteceu naquele verão é o livro ideal para quem adora histórias de amor.

Mas essa coletânea tem algo ainda mais especial. Algumas histórias têm uma pitada de estranheza, de mistério, um toque sobrenatural.

A lição é simples: o amor não escolhe lugar nem hora para surgir. Coloque seus óculos escuros e abra sua cadeira de praia, porque neste verão você terá doze motivos para suspirar e se apaixonar.

Resenha:

Todo verão tem sua própria história.

Desde que a Intrínseca anunciou a publicação dessa antologia, fiquei curioso para lê-la, principalmente pela presença de Cassandra Clare e Veronica Roth, duas autoras que eu adoro. Para minha felicidade ficar ainda maior, ganhei o livro em uma promoção que a editora fez no Instagram e assim o que mesmo chegou para mim, comecei a lê-lo. E como em toda antologia, alguns contos superam outros, que ficam abaixo do esperado; mas no geral, foi um bom livro e adorei a maioria dos contos.

O primeiro é Cabeça, escamas, língua, cauda, de Leigh Bardugo. Felizmente não foi o primeiro que eu li, pois não gostei muito. Achei os protagonistas rasos e a história não me despertou curiosidade em nenhum momento, além de ter um final extremamente exagerado. Por isso, dei apenas 2 estrelas para ele, mas tenho bastante curiosidade para ler a trilogia Grisha da autora.

Logo em seguida, temos O fim do amor, de Nina LaCour, que no começo também não teve protagonistas bem desenvolvidas, mas que foi crescendo com o passar das páginas. Gostei muito do conto, principalmente quando conhecemos a "verdade" sobre a vida de Flora. Dei 4 estrelas.

O terceiro é O último suspiro do Cinemorte, de Libba Bray, e meu segundo favorito. Adorei todos os personagens e o clima trash que a história tem, lembrando os filmes dos anos 80. Me peguei torcendo pelos personagens, pelo casal... Enfim, dei 5 estrelas para ele. Não li nenhum livro da Libba, mas esse é o segundo conto dela que li e adorei - o primeiro esteve presente em Férias Infernais.

O quarto, Prazer doentio é escrito por Francesca Lia Block e também gostei bastante. Acho que é o conto mais distante da temática feliz do livro, afinal ele é totalmente dramático. A maioria das pessoas pelo que vi não gostaram dele, mas achei o final bastante reflexivo - além da dúvida de ter sido uma história real ficar no ar. Dei 4 estrelas. Também nunca li nada da Francesca, apenas um conto em Beijos Infernais, e que não tinha gostado tanto.

sábado, 11 de março de 2017

[Crítica] Shadowhunters - 2x10: The Light Of Dawn (Winter Finale)


A verdade sempre vem à tona.

Review:
(Spoilers Abaixo)

Chegamos a tão esperada Winter Finale de Shadowhunters. Esse episódio era muito esperado pelos fãs pois todos estavam na expectativa se a aparição de Sebastian ia ou não acontecer. The Light Of Dawn foi um ótimo episódio e encerrou muito bem a primeira metade dessa segunda temporada.

Porém, isso não significa que tudo foi perfeito, principalmente Madzie. Achei interessante o poder que ela tem de sugar oxigênio das pessoas, mas ainda não me desce o fato dela ser uma criança, mas já fazer tudo o que faz - coisas que Magnus levou anos para aprender, até. Outro problema é o Instituto. A série aboliu o fato de que o lugar é protegido contra a entrada de mundanos, o que acho algo positivo pois deixa Luke e Simon inclusos na trama, mas o lugar parece entregado as moscas, qualquer um entra ali e faz o que bem entende. O certo seria algo que selasse o local e só submundanos permitidos pudessem passar por essa barreira. Além disso, o fato de nenhum outro lobisomem demonstrar raiva de Luke por este proteger os Shadowhunters além de Maia chega a ser risível. Parece até que tudo é apenas ciúmes por ter sido dispensada por Simon.

Apesar desses pontos negativos, o plot principal do episódio, com Clary tentando salvar a vida de Simon e Valentine querendo ativar a Espada-Alma, foi bem trabalhado. Todas sequências foram boas, como a que Simon questiona Valentine se ele não sente nenhum tipo de remorso por não ser o pai que Clary merece e este fica um pouco abalado (não descaracterizando o vilão que ele é, claro!). Valentine até conseguiu exterminar alguns submundanos que estavam no Instituto, mas seu plano não foi concluído graças à Jace que, ao que tudo indica, conseguiu invalidar o poder da Espada. Provavelmente ainda a veremos muitas vezes, já que ela possui outras finalidades - como revelar a verdade e invocar o anjo Raziel, fatos já mostrados pela série - e uma figura fez questão de levá-la consigo. E para os desesperados, sim, já foi confirmado que é o Sebastian!

quarta-feira, 1 de março de 2017

[Crítica] Shadowhunters - 2x08/09: Love is a Devil / Bound by Blood



Review:
(Spoilers Abaixo)

Uma batalha mortal se aproxima cada vez mais em Shadowhunters. Mas antes que essa guerra fatal chegue, os personagens precisam enfrentar seus piores medos pessoais e resolver assuntos inacabados do passado, e foi nesses fatores que Love is a Devil e Bound by Blood focaram-se.

Começando logo por Izzy e seu plot zé droguinha (créditos ao pessoal do Canal Pandemonium). É o meu favorito, mas o que mais vem causando revolta no fandom atualmente, porque muitos não querem a personagem demonstrando fragilidade ou ficando com Raphael. Concordo com o segundo ponto pois os dois realmente não têm nada a ver, mas o primeiro é um pouco sem noção. Sim, Izzy é uma das que mais impõe girl power nos livros e na série, mas antes de tudo vale lembrar que ela é humana. Ela pode - e é mais do que necessário - demonstrar fraquezas e medo. Todos os personagens precisam desse lado de sofrimento e Izzy era a que não o tinha demonstrado com mais foco até agora. Mas indo ao fator Raphael, como disse, concordo. Não há a necessidade de criar um laço amoroso, pois Izzy era a única que até agora tinha um plot sólido sem envolver casal. Em Bound by Blood, tivemos indícios de que esse sentimento de Raphael é apenas causado pelo vício de Izzy, e acho que vai ser bem melhor caso isso se confirme.

Mas os outros membros da família Lightwood tiveram destaque em Love is a Devil - na verdade, foi um episódio dedicado quase todos aos problemas dela. Max mostrou um lado totalmente grosseiro, ao dizer que Jace não era seu irmão - por ouvir isso da mãe durante brigas que presenciou dos pais -, além de manter uma cara de tédio em todas suas cenas; o que foi bem desnecessário. O garoto é de extrema importância com a chegada de Sebastian, por isso criar uma imagem egoísta do mesmo não é uma boa saída. Alec, por sua vez, sob o feitiço, quase cometeu suicídio. Não acredito que tenha sido uma vontade real, mas como Magnus disse, o feitiço só trabalha com os medos reais das pessoas. O de Alec, no caso, é a culpa por ter matado Jocelyn, mesmo que não estivesse sob si. O ato realmente não parece que será tratado no futuro e o que realmente motivará Alec daqui para frente é ajudar Izzy a sair de seu vício, além de livrar o Instituto de Aldertree, o que aprovamos, claro, pois esse mala já precisa se tocar.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Aniversário de 2 anos do blog!


Há dois anos atrás, numa manhã chuvosa do dia 28 de fevereiro de 2015, eu enfim comecei a criar o Crush For Books depois um bom tempo pensando se realmente iria enfrentar a missão de comandar um segundo blog - afinal, o primeiro acabou me cansando e por isso o finalizei.

Mas decidi que iria e fiz! Passei o dia todo modificando templates, criando arte (bem pobrinha, pois ironicamente o Photoshop é um dos programas que eu tenho mais preguiça de aprender a usar), enfim... E ás 21:50, o primeiro post foi publicado: uma resenha de A Culpa é das Estrelas que eu havia escrito e postado no meu antigo blog, em 2014.

De lá para cá, criei o Instagram do blog e também faço posts regularmente lá - então se você ainda não segue, está mais do que na hora! E essa data merece mais do que ser comemorada, por isso, em breve terá sorteio!! Ainda não posso dizer qual livro nem dar uma data específica porque esses últimos dias de Fevereiro estão sendo extremamente corridos para mim, mas se tudo der certo, o sorteio acontecerá ainda em Março!

E no mais, obrigado por acompanharem o blog. Vocês são incríveis!

domingo, 26 de fevereiro de 2017

[Resenha] Extras - Scott Westerfeld

Autor: Scott Westerfeld
Editora: Galera Record
Páginas: 416
Classificação: 3/5 estrelas
Título Original: Extras

No quarto livro da série, A Era da Perfeição ficou no passado. A libertação promovida graças aos esforços de Tally Youngblood deu fim a uma cultura onde a beleza e as modificações cerebrais, que transformavam todos em avoados, eram a base do sistema. Nesse novo mundo onde Aya Fuse — não apenas uma Feia de 15 anos, mas uma Extra — tenta sobreviver, existe uma coisa muito mais importante e poderosa do que a beleza: a fama.

Ocupando o 451.611º lugar em uma tabela que mede a popularidade das pessoas, Aya é só uma Extra nesse complexo sistema social. Mas a descoberta de um grupo de misteriosas meninas que se arriscam a surfar em trens magnéticos pode ser a oportunidade perfeita para alcançar o seu lugar no topo. Uma matéria tão boa que irá despertar o interesse de todo mundo, incluindo alguém há muito desaparecido.

Resenha:

Ser popular é a nova regra.

Finalmente, cheguei ao último livro da série! Não é segredo para ninguém o quanto me decepcionei com a saga, pois os livros sempre eram aquém do que eu esperava. Ainda assim, segui firme até o fim. Porém, confesso, que estava com medo desse volume. Se os anteriores, que possuem um grupo que o defende, foram tão decepcionantes; imagina um volume que é criticado por praticamente todos que já o leram?

Diferente dos três primeiros volumes, Extras acompanha uma nova protagonista, Aya. A personalidade da garota me lembrou bastante a de Tally no primeiro livro, mas felizmente Aya não é tão chata como a primeira. Em determinados momentos, ela demonstrou sua força e lutou pelo que acreditava. Mesmo que isso tenha sido impulsivo em alguns momentos, foi positivo para mostrar que ela não era tão influenciável como Tally no começo. Além de Aya, temos seu irmão, amigo e interesse amoroso, que apesar de não serem personagens ruins, também não fazem tanta diferença. E, claro, temos o retorno de rostos já conhecidos dos livros anteriores. Apesar de todos estarem mudados, ainda consegui reconhecer suas essências, o que foi positivo.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

[Crítica] Shadowhunters - 2x07: How Are Thou Fallen


Beijo na boca é coisa do passado. A moda agora é...

Review:
(Spoilers Abaixo)

Que episódio bom foi esse, pessoal?! Teve casal elevando o nível da relação, salvação de anjo... Coincidentemente, How Are Thou Fallen foi exibido no Dia dos Namorados dos EUA, então talvez esse seja o motivo de todos os acontecimentos. Mas chega de suposições e vamos ao que interessa!

Começando por Jace, que quase me fez soltar fogos por enfim ser mais parecido com o personagem nos livros. Essa semana ele destilou sarcasmo para todos os lados e até ajudou Simon a mudar seu jeito de agir com as garotas - por mais que no fundo estivesse tirando sarro da cara do garoto, algo que o Jace dos livros faria sem pensar duas vezes. E foi por meio do personagem que tivemos a primeira scene sex um pouco mais explícita. Mas acalmem-se, pois ainda estamos na Freeform, e não na HBO. E foi só descobrir que Clary estava em perigo, que essa pose de "i really don't care" sumiu rapidinho e ele correu com Luke para salvá-la.

Junto à little sister, Jace resgatou Ithuriel das mãos de Valentine e, como gratidão, o anjo mostrou aos dois que um mal maior ainda está por vir, e é quase óbvio que é Sebastian, um personagem bastante importante para o plot principal da série. Mas enquanto ele não chega, temos que nos contentar com Valentine, que nesse episódio estava todo possuído pelo descaramento de sempre, quando chamou Luke de parabatai ou quando revelou a Cleophas que sua intenção é apenas ter poder no mundo dos Shadowhunters. Finalmente essa tonta levou esses tapas na cara para ver se acorda para a realidade, né?! Porque tá pra nascer mulher mais burra que essa. Sorte da Clary, que percebeu as reais intenções dela ao ser chamada de "Clarissa" - apenas Valentine se refere à filha pelo seu nome real.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

[Crítica] Shadowhunters - 2x05/06: Dust and Shadows / Iron Sisters


Pomadinha do orgasmo, um oferecimento TopTherm.

Review:
(Spoilers Abaixo)

Primeiramente, Fora Temer desculpas por não ter tido review semana passada. Realmente não tive tempo de escrevê-la. Então como será uma crítica dupla, vamos logo começar pois teremos muito o que comentar.

Dust and Shadows foi quase um episódio filler, que introduziu futuras tramas e apenas o enterro de Jocelyn foi algo que já vinhamos acompanhando. A cena foi muito bem feita e a produção está de parabéns. Acredito que no futuro, os roteiristas irão trazê-la de volta de alguma forma, mas por enquanto ela permanece morta. E isso, claro, afetou todos os personagens de alguma forma. Clary, óbvio, foi a que mais sofreu e ao ir pedir ajuda à uma feiticeira para trazer a mãe de volta, acabou quase virando uma nova grávida de Taubaté, já que a feiticeira queria usá-la para gerar um bebê com sangue de demônio. E foi tentando escapar que a personagem acabou descobrindo um dom que nenhum outro Shadowhunter tem: criar runas. Achei a reação dela e de Jace bem negativa, parecia apenas algo comum que qualquer outro Shadowhunter consegue fazer - no filme, por exemplo, Clary passa alguns segundos observando a própria mão e perguntando-se como fez isso.

Luke também foi outro afetado com a morte de Jocelyn e o vimos sem controle na floresta, já que Jocelyn era sua "âncora". Por pouco, ele não matou pessoas inocentes, graças à Simon e Maia, que o trouxeram de volta. Foi uma cena fofa, principalmente quando Simon revelou que foi Luke que o ensinou a se barbear, mostrando que ele foi um pai não só para Clary, como para o garoto. Simon ainda se meteu em uma tremenda confusão, ao ser flagrado pela mãe bebendo o sangue de um rato. E como ele é muito novo nessa condição, coube à Raphael hipnotizar Elaine. Dormi? Sim, pois vocês sabem o quanto Raphael ainda não me desce. Então, next!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

[Resenha] Exclusivo - Kate Brian

Autora: Kate Brian
Editora: Galera Record
Páginas: 272
Classificação: 2.5/5 estrelas
Título Original: Private

Reed é a garota nova da vez na Academia Easton. Bolsista, ela acredita que será muito difícil se adaptar ao colégio, que reúne jovens ricos e sofisticados. Mas tudo muda quando ela conhece as Meninas do Alojamento Billings.

As mais populares e belas do campus, elas podem representar o passe para tudo que um colégio particular e exclusivo tem a oferecer: festas às escondidas, garotos lindos, roupas de grife... e segredos terríveis. Reed terá de pesar até onde está disposta a ir em nome da popularidade.

Resenha:

Tradição, Honra, Excelência... Segredos.

Um dia, comprando alguns livros no Estante Virtual, faltava certo valor para que eu conseguisse frete grátis para minha compra e me deparei com Exclusivo. Até então, nunca havia ouvido falar sobre a série, mas fui pesquisar e a história me pareceu ser um suspense com ares de Pretty Little Liars, por isso decidi incluí-lo no carrinho. Infelizmente, ao finalizá-lo, vi o quão estava errado.

Reed é uma das protagonistas mais chatas que eu já conheci, de verdade, e isso foi extremamente decepcionante, pois o começo nos faz torcer por ela. Mas com o passar dos acontecimentos, vemos o quanto ela é uma garota sem personalidade, por aceitar passar por inúmeras situações humilhantes. E o pior é que esse comportamento não tem nenhum sentido, afinal os motivos das garotas do Billings serem tão populares em nenhum momento nos convencem que elas são realmente "únicas". Noelle, o líder do grupo, é a única que ainda desperta curiosidade mas a cada capítulo a personagem demonstra que é apenas mimada e mesquinha - com exceção de uma cena. E o mesmo acontece com as demais integrantes. Já os personagens masculinos são apenas figurantes e Thomas é o único que ganha certo destaque.

sábado, 28 de janeiro de 2017

[Resenha] Feérica - Carolina Munhóz

Autora: Carolina Munhóz
Editora: Leya
Páginas: 352
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Feérica

Violet Lashian tem apenas um objetivo: ser famosa em seu mundo. Mas quem nunca se seduziu por esse pensamento? Ignorada pelas fadas de uma sociedade que preza a padronização, a jovem de cabelos roxos decide abandonar seu sofrimento em busca de um lugar entre as estrelas de Hollywood. 

Bastidores de reality shows. Festas badaladas. Encontros amorosos com jovens milionários. Entrevistas em rede mundial. Fama instantânea, dinheiro e poder. De repente, a feérica se vê cercada pela realidade com que sempre sonhou. Mas será que Violet é capaz de manter a pureza de sua raça mágica em um mundo corrompido pelo deslumbre material? E quais seriam as reais consequências de sua revelação para a existência oculta de seu povo? 

Resenha:

E se uma fada se revelasse em um reality show?

Comprei Feérica há muito tempo, em outubro de 2014, mas nunca o havia pegado para ler. Então estava mais do que na hora. Meu único medo é que por serem com o mesmo tipo de ser mágico - fadas -, o livro trouxesse os mesmos erros de O Inverno das Fadas, livro anterior da Carol. Mas felizmente Feérica consegue ser superior em todos os sentidos!

Os personagens estão muito mais bem desenvolvidos e cativantes. Enquanto em O Inverno... nos identificávamos apenas com a protagonista, aqui conseguimos torcer por vários outros além de Violet. A fada tem as mesmas inseguranças que os humanos por conta de sua aparência mas mesmo que sofra com isso, Violet carrega uma grande dose de sarcasmo e defende-se de seus agressores, então só por isso já ganha pontos. Bree, a grande vilã, não possui nenhum traço que nos faça gostar dela, como muitos vilões atuais. Nós apenas a odiamos e pronto! Sabrina também me irritou em inúmeros momentos, por ser extremamente superficial. Já entre os personagens masculinos, a autora consegue nos enganar pois apresenta algumas possibilidades de par romântico antes de conhecermos quem realmente vai conquistar Violet. Apesar de não poder falar muito de cada um por ser spoiler, todos têm a acrescentar para que a fada tome decisões. Seu Antônio também foi ótimo e é impossível não ficar feliz com o laço de amizade que ele e a protagonista criam.

A história também é bem escrita e Carol faz uma ótima crítica à sociedade, sempre preocupada em status e julgar as pessoas pela aparência. A autora mostra que isso não exclusividade do nosso mundo e em Ablach, esses problemas também são recorrentes. Violet sofre o mesmo que já vimos com muitos famosos: seduzidos por estarem em alta, eles acham que podem tudo e acabam pagando um preço alto por isso. Também é engraçado ver as observações que a fada faz sobre nosso mundo - como sentir vários odores ao mesmo tempo ao andar na rua -, que são coisas que talvez nós nunca tenhamos pensado por considerá-las sem importância. E para fechar, o já citado mundo é bem detalhado - por mais que alguns termos nos confundam no início, por não estarmos familiarizados - e nos deixa com vontade de visitá-lo.

As únicas coisas que me incomodaram foram a confusão inicial que os termos causam, Sabrina (sério, a personagem consegue irritar mais do que Bree) e a conversa final entre Violet e Morgana, que achei um tanto quanto corrida. Mas isso não tira o mérito da história, que é envolvente e bem trabalhada. Conseguimos entrar no mundo louco de Hollywood que Carol propôs e as páginas voam sem percebermos. Mais que recomendado!

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

[Crítica] Shadowhunters - 2x04: Day Of Wrath


No céu tem Shadowhunter? E morreu.

Review:
(Spoilers Abaixo)

Gente, o que foi esse episódio?! Estou até agora sem acreditar. Mas antes de começarmos a falar do episódio, queria comentar algo que ocorreu essa semana e foi tão chocante quanto as mortes dessa semana. Como falei em reviews passadas, o showrunner da série seria trocado a apartir desse episódio, mas o que parecia ser apenas uma divergência entre Ed Decter e a emissora se mostrou algo bem maior. Na última segunda (23), Cassandra Clare, autora dos livros, deu uma entrevista sobre como enxergou a primeira temporada e descobrimos que Malec sofria homofobia por parte de Ed e que foi ideia dele sensualizar exageradamente Izzy. Vocês podem conferir toda a entrevista aqui e agradecer aos céus o fato desse homem ter saído da produção.

Mas voltando ao episódio, Day Of Wrath já estava prometendo por conta da declaração dos novos responsáveis pela série de que a temporada iria honrar ao título de sangrenta que recebeu. Só não sabíamos que eles estavam falando tão sério! Ainda não aceitei que Jocelyn foi morta assim, sem mais nem menos. A personagem seria tão importante para as revelações futuras que chega até a ser inacreditável. Particularmente, tenho a teoria de que ela não morreu e que foi sequestrada por Valentine, que jogou ali um capanga qualquer com aquela runa onde a pessoa assume a forma física de outro apenas para causar um atrito entre Clary e os Shadowhunters; mas teoricamente ao ser morta, a pessoa volte a sua forma própria, o que quebra esse pensamento. Enfim, foi tudo muito triste, principalmente Clary vendo o corpo da mãe e quando Luke e Jocelyn se beijaram, sem nem imaginar que seria o primeiro e último. Talvez no futuro, algum jeito para trazê-la de volta seja adicionado na série, mas para todos os efeitos, Jocelyn partiu dessa para uma melhor.

E junto com ela, foram Hodge e os Irmãos do Silêncio. São mortes que ocorrem nos livros, então apesar do choque, já eram esperadas. E é ótimo ver que já em seu primeiro episódio, a nova equipe inseriu cenas e referências à Cidade das Cinzas, o segundo, mostrando que não é obrigado seguir tudo à risca, desde que alguns momentos sejam homenageados. Nos livros, a morte de Hodge não ocorre pelas mãos de Valentine - nem no mencionado segundo livro -, mas foi chocante vê-lo com a faca cravada na testa, por mais que tenha sido uma cena rápida. A dos Irmãos do Silêncio não possuiu grandes mudanças e foi necessária para que o vilão conseguisse o segundo Instrumento Mortal. E além disso, Valentine ainda soltou um demônio pelo Instituto, que rendeu sequências fantásticas, como a de Izzy possuída. Até o momento, a personagem é a que está mais deixada de lado, então é sempre bom vê-la em ação - ou soltando suas frases icônicas.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Sebastian de "Shadowhunters" é anunciado!

Nesta quinta (26), o ator que interpretará Sebastian em Shadowhunters finalmente foi divulgado: Will Tudor.

O anúncio foi feito pela conta oficial da série no Twitter, com um vídeo onde Will - que já participou de Game of Thrones - se apresenta aos fãs (para vê-lo legendado, clique aqui). Ainda não foram divulgados mais detalhes sobre a entrada do personagem, mas Will já está em Toronto com a produção e Kat McNamara postou uma selfie dos dois:

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Trailer de "Os 13 Porquês" é divulgado!

JÁ PODE SURTAR? Finalmente, o primeiro trailer de Os 13 Porquês foi divulgado! E com ele, a data de estreia da série: a partir do dia 31 de março, todos os episódios estarão disponíveis na Netfllix Brasil. Assista abaixo:

sábado, 21 de janeiro de 2017

[Resenha] Gossip Girl - Psycho Killer | Cecily Von Ziegesar

Autora: Cecily Von Ziegesar
Editora: Galera Record
Páginas: 322
Classificação: 3/5 estrelas
Título Original: Gossip Girl - Psycho Killer

Serena esta de volta depois de passar o verão em um internato, e de ser expulsa dele por assassinar alguns alunos, e tudo o que ela deseja é reatar a sua velha amizade com Blair, sua fiel amiga e companheira de aventura. 

Decidida a fazer com que tudo volte ao normal, S acha que o trio entre ela, Blair e Nate não funciona mais, é exatamente por esse motivo que a sua amizade com B está abalada, e a melhor forma de resolver isso é... Bom, tirando Nate da jogada, se ele não estiver mais entre elas, tudo pode voltar a ser como era antes. S já tinha o plano perfeito, mas não contava em reencontrar Nate ainda mais encantador que no passado e não conseguir decidir-se entre quem tirar da jogada: ele... ou Blair.

Nota: O livro é uma releitura do primeiro da série Gossip Girl.

Resenha:

'Cause baby, now we got bad blood.

Desde que soube desse livro, fiquei extremamente ansioso para lê-lo. Se os personagens já são loucos nos livros originais, imagina com passe livre para matar? Infelizmente, apesar de não ser uma experiência totalmente ruim, Psycho Killer não foi tão bom quanto parecia.

As cenas são basicamente as mesmas do primeiro livro, com poucas mudanças, então se você se lembra da maioria, a leitura pode se tornar chata. As mortes que deveriam ser o diferencial ora funcionam, ora não. Todos sabemos como Cecily é irônica e que a intenção era realmente de mostrar que os personagens não estão ligando para as consequências, mas é impossível não sentir que algumas reações são exageradas, como a dos pais da primeira vítima de Serena em seu retorno ao Upper East Side. Porém, algumas mortes são realmente hilárias, como a de uma certa dupla e a última. Curiosamente, ambas envolvem fogo.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

[Resenha] Um Caso Perdido - Colleen Hoover

Autora: Colleen Hoover
Editora: Galera Record
Páginas: 384
Classificação: 4.5/5 estrelas
Título Original: Hopeless

Em seu último ano de escola, Sky conhece Dean Holder, um rapaz com uma reputação capaz de rivalizar com a dela. Em um único encontro, ele conseguiu amedrontá-la e cativá-la. E algo nele faz com que memórias de seu passado conturbado comecem a voltar, mesmo depois de todo o trabalho que teve para enterrá-las. Mas o misterioso Holder também tem sua parcela de segredos e quando eles são revelados, a vida de Sky muda drasticamente.

Resenha:


A verdade pode libertá-la. Ou simplesmente trucidá-la.

Há muito tempo eu queria ler algo da Colleen Hoover pois sempre ouço coisas boas sobre as histórias da autora. Apesar de ter lido as cinquenta primeiras páginas de O Lado Feio do Amor - que pretendo continuar em breve -, Um Caso Perdido é o primeiro livro da autora que eu finalizei e a experiência não poderia ter sido melhor.

Confesso que as primeiras duzentas páginas são bem clichês, o que pode deixar a leitura arrastada; mas já estava ciente de que por volta da página 240 é que a história sofreria sua reviravolta. E a espera valeu à pena! Por mais que algumas pistas e partes desse plot twist sejam um pouco óbvias por conta de flashbacks, a maior de todas nem sequer passou pela minha cabeça. O prólogo nos dá uma impressão totalmente diferente do que realmente acontecerá, além de ter uma data presente, nos deixando ansiosos para chegar logo naquele dia e descobrir o que causou aquele momento. E todas as pontas são fechadas, conectando a história e dando sentido aos mínimos detalhes.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

[Crítica] Shadowhunters - 2x03: Parabatai Lost


Se correr, o lobisomem pega. Se ficar, o lobisomem come.

Review:
(Spoilers Abaixo)

Eu estava bastante ansioso por esse episódio. Ele era um dos mais esperados até por Dominic Sherwood, que disse que era seu favorito desta primeira parte da temporada. Algo que me faz preferir a adaptação de livros para série de TV e não filme é a possibilidade de trabalhar mais tramas além da que os livros trata - algo que um filme não tem tempo para fazer. E, sem dúvidas, ver mais sobre o laço Parabatai dos personagens era algo que eu queria, pois nem nos três primeiros livros da série que li até agora, ele recebeu tanto foco.

As cenas envolvendo o plot, principalmente os flashbacks de como Alec e Jace se conheceram, foram bem feitas. A conversa inicial dos dois ainda criança foi bem fofa, pois sabemos que crianças realmente fazem amizades de uma hora para outra. E conforme eles amadureciam, os problemas começaram a aparecer, principalmente por Alec nutrir sentimentos por Jace. O medo do garoto de ligar-se ao amigo, pois Parabatais não podem se envolver romanticamente, foi bem transmitido pelo ator adolescente, que soube manter-se no tom do personagem, que não gosta de expor seus sentimentos. Mas no fim, ele realizou a cerimônia, evidenciando ainda mais o ponto que a série quer mostrar: o laço de companheirismo é mais forte e Alec sempre o ajudou, mesmo contrariado. Dominic esteve muito bem essa semana e conseguiu transmitir todo o desespero de Jace para ajudar Alec a retornar do coma. Foram, de longe, suas melhores cenas na série até agora.

Além disso, Parabatai Lost ainda introduziu Maia, uma lobisomem que possui atrito com Jace por considerá-lo culpado pela morte da lobisomem que Valentine matou episódio passado. Nos livros, a personagem é ponta de um triângulo com Simon e Izzy, mas parece que os roteiristas resolveram inseri-la em um com Jace e Clary. Achei essa mudança bem desnecessária, até porque já existem dois triângulos com eles - um com Simon e outro com Aline, personagem que deve aparecer futuramente -, mas talvez essa mudança seja benéfica para Sizzy, que já não começará com o famigerado clichê. Agora sobre a personagem em si, a achei bem forçada. Ela não me convenceu com toda essa sede de vingança sobre Jace, mas espero que isso mude com o passar do tempo - o que acho bem difícil, pois de todos os seres apresentados na série, os lobisomens são os que eu menos gosto, por todo esse egocentrismo exagerado.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

"Antes Que Eu Vá" ganha data de estreia no Brasil!


adaptação do livro Antes Que Eu Vá acaba de ganhar data de estreia nos cinemas brasileiros! A Paris Filmes (responsável pela distribuição de Divergente e Jogos Vorazes) adquiriu os direitos do filme e a estreia acontecerá em 25 de Maio de 2017.

Além disso, a distribuidora divulgou o trailer legendado.:

sábado, 14 de janeiro de 2017

[Crítica] Shadowhunters - 2x02: A Door Into the Dark


"Sou apenas uma garota do Brooklyn que saiu para comemorar o aniversário e voltou com um presente que nunca quis." - Clary Fray.

Review:
(Spoilers Abaixo)

Depois de um bom episódio de retorno mas que poderia ter sido bem mais sangrento, Shadowhunters começa a mostrar que essa guerra entre o bem e o mal ainda trará muitos problemas para o mundo de Idris. Mas ainda mais na vida pessoal de todos os envolvidos, e A Door Into the Dark soube trabalhar isso muito bem.

Começando por Clary, que dominou essa semana. Como comentei na review anterior, a atuação de Katherine McNamara ainda não é a melhor do mundo, mas é visível que ela está se esforçando - mais do que Dominic Sherwood. E essa semana foi o estopim para Clary querer sua vida de mundana de volta. Isso já havia sido tratado superficialmente na primeira temporada, mas nessa os acontecimentos para esse seu desejo são bem maiores e fortes, afinal ela descobriu que o garoto que estava gostando é seu irmão; sua mãe está tentando matá-lo à todo custo; as pessoas do Mundo dos Shadowhunters não acreditam em sua força por ela ser nova nesse mundo... Enfim, são inúmeros motivos. Seu desabafo com Izzy foi de partir o coração e é muito bom ver que essa amizade sendo fortalecida a cada episódio. Eu realmente não entendo como existem pessoas que ainda conseguem criticar a personagem em vista de todos esses motivos. Algumas de suas atitudes são inconsequentes? Sim, mas duvido que no lugar dela muitos não fariam o mesmo.

Izzy, depois de não ter tanto destaque na Season Premiere, recebeu mais atenção aqui e nos entregou cenas incríveis, principalmente a surra que deu naquele lutador machista. Isso é algo que a série também mostra desde a primeira temporada - que, por mais que seja sensual, Izzy não se deixa ser rebaixada por seu sexo -, e que une mais a trama com a nossa realidade. E se analisarmos, de todos os principais, a personagem é a mais centrada e procura ajudar todos os outros, que estão perdidos com o sequestro de Jace. Jocelyn, por outro lado, continua a mesma chata, mas desta vez pelo menos mostrou os motivos para seu medo com Jace. Essa runa criada para flashbacks é bem interessante, mas foi muito mal aproveitada, pois aquela simples memória do bebê destruindo uma flor não é praticamente nada demais - fato que até a própria Clary fez piada. Seria mais interessante tê-lo visto matar um animal ou outra criança, por exemplo. Espero que isso ocorra no futuro.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

[Resenha] Até Você Ser Minha - Samantha Hayes

Autora: Samantha Hayes
Editora: Intrínseca
Páginas: 336
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Until You're Mine

A assistente social Claudia Morgan-Brown está prestes a realizar o sonho de sua vida: vai dar à luz uma menininha. Apesar da ausência do marido ao longo da gravidez – James é oficial da Marinha e fica semanas e até meses longe de casa –, ela mal pode esperar para segurar seu bebê nos braços após várias tentativas e perdas. 

Porém, as diversas tarefas de Claudia, além da responsabilidade de cuidar dos gêmeos Oscar e Noah, filhos do primeiro casamento de James, deixam o casal preocupado. A próxima partida de James se aproxima, e eles decidem contratar uma babá.

Zoe Harper quer muito o emprego. Com as melhores recomendações, ela conquista os gêmeos e se muda para o lar do casal. Mas Claudia logo percebe que a mulher tem outros motivos para se aproximar da família. As suspeitas de Claudia se transformam em verdadeiro terror quando começa a ocorrer uma série de ataques brutais a mulheres grávidas na cidade. Imersos em problemas familiares, os investigadores Lorraine Fisher e Adam Scott são forçados a deixar suas questões de lado e correr contra o tempo para encontrar o assassino antes que ele cometa mais um crime.

Resenha:

Ela está sozinha e vulnerável. E tem algo que outra pessoa quer. A qualquer custo.

Desde quando a Intrínseca anunciou a publicação desse thriller, fiquei curioso para lê-lo, pois além da capa ser muito bonita, o plot principal é bastante cruel e combina perfeitamente com o gênero. Apesar de ter vários pontos a seu favor, Até Você Ser Minha não foi uma experiência totalmente boa.

Começando pela trama, que é uma montanha-russa. Por mais que o início nos deixe curioso e preocupado com o que pode acontecer à protagonista, Claudia, a metade é completamente arrastada, dificultando e muito a leitura. São situações que em quase nada acrescentam à história, principalmente as cenas onde Claudia sente-se "oprimida" pela presença de Zoe, mas nada faz para tirar suas dúvidas. Mas o final é o grande ponto positivo da história. Diferente de Gelo Negro, por exemplo, Até Você Ser Minha consegue nos enganar até o momento onde tudo vem à tona e vemos que nem tudo era o que parecia ser. De fato, já esperava algum plot twist por conta da sinopse entregar mais do que deveria, mas Samantha Heyes consegue surpreender e amarrar todas as pontas apresentadas no livro.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

[Resenha] Especiais - Scott Westerfeld

Autor: Scott Westerfeld
Editora: Galera Record
Páginas: 352
Classificação: 3.5/5 estrelas
Título Original: Specials

Tally agora é uma Especial. Mais do que isso, é uma Cortadora. Agora ela tem uma beleza cruel e um corpo cem por cento letal. 

Com seus sentidos aguçados e mente sagaz, nada pode impedi-la de cumprir sua missão, principalmente se envolve acabar com a Nova Fumaça. Ou melhor, quase nada. 

O reencontro com lembranças da sua antiga vida traz à tona sentimentos fortes, que balançam as certezas de sua mente especial. Agora resta a Tally decidir quem vai ganhar essa disputa: seus instintos treinados de Especial ou sua verdadeira consciência.

Resenha:

Assustadoramente bela. Perigosamente forte.

Feios é, com certeza, a série mais mais controversa que eu acompanho. Por mais que os livros nunca consigam suprir minhas expectativas, por algum motivo eu não consigo largá-la, sempre esperando que melhore no próximo. Isso aconteceu enquanto eu lia Perfeitos e se repetiu agora, com Especiais. O que me motiva a continuar é obviamente a crítica que a série passa à sociedade, que é uma das melhores que eu vi até hoje, mas infelizmente isso não é suficiente para segurar a trama.

Apesar de não ser tão lento como Feios, Especiais mantém o mesmo problema dos livros anteriores, que já parecem ter virado uma marca registrada de Scott. A primeira é a repetição incansável de uma determinada palavra. "Sagaz" só não apareceu tanto quanto "Borbulhante" em Perfeitos, mas pode ter certeza que ela estará em inúmeras páginas. Além disso, o autor também costuma dividir os livros em três partes, e a segunda sempre consegue ser chatissíma, onde acompanhamos Tally na floresta por algum motivo. Nesse terceiro volume consegue ser ainda pior porque ela nem sequer faz isso por si mesma (!). A narrativa extremamente rápida de Scott em momentos de ação também deixa a leitura um pouco confusa. Em contra-partida, seu detalhismo em torno das mudanças fisicas e psicológicas dos personagens após as cirurgias continua bem feito.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

[Crítica] Shadowhunters - 2x01: This Guilty Blood (Season Premiere)


A guerra está apenas começando.

Review:
(Spoilers Abaixo)

Olha quem voltou?! Ano novo, nova temporada de Shadowhunters. Quem leu minha crítica da 1ª temporada, sabe o quanto fiquei decepcionado com o resultado final do primeiro ano. Mas, por algum motivo, ela é aquele tipo de série que criticamos, mas a cada semana voltamos para mais um episódio. Particularmente, sou grande fã dos livros e confesso que já me apeguei ao elenco, então apesar de sempre apontar os defeitos quando necessário, torcia para que o show os corrigisse, e não que fosse cancelado como muitos "fãs" gritavam nas redes sociais. Por isso, aqui estamos novamente para uma nova rodada nas loucuras desse mundo e com uma novidade: vai ter review semanal dos episódios!

Começando pelo que eu mais esperava que melhorasse: as atuações. Katherine McNamara e Dominic Sherwood eram os mais fracos no ano anterior, o que era extremamente prejudicial, já que eles são os principais e mais exigidos - nessa nova temporada, especialmente. Felizmente, é perceptível uma melhora nos dois, principalmente em Kat. Não sei se é porque essa Season Premiere não lhe exigiu uma carga mais dramática, mas ela parece mais confiante a à vontade no papel. Sua determinação em encontrar Jace nos estimula; enquanto o personagem se esforça para não ceder à manipulação de Valentine, e essa foi outra surpresa, pois pelas promos liberadas pela emissora parecia que o personagem começaria já convencido de que precisa ajudá-lo.

Outro ponto positivo é que os roteiristas já confirmaram que essa temporada será repleta de flashbacks, onde o passado de vários personagens será explicado, e já podemos ver isso em um onde Valentine injeta sangue de demônio em Jocelyn ainda grávida. Como os mesmos também chegaram a afirmar que a temporada se afastaria ainda mais dos livros, foi bom ver essa conexão com momentos do terceiro, Cidade de Vidro. Mas ainda falando da personagem, toda sua reação em torno desse plot - e com Jace, depois da cena final - ainda está estranha para mim. Quem leu o já citado terceiro livro, sabe do que eu estou falando. Jocelyn é uma das mais centralizadas depois de acordar do "coma", mas aqui está bastante perdida. Espero que a explicação para seu novo estado venha logo.