sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

[Resenha] Gone - O Mundo Termina Aqui | Michael Grant

Autor: Michael Grant
Editora: Galera Record
Páginas: 518
Classificação: 5/5 estrelas
Título Original: Gone
Compre: Amazon Brasil

Em um piscar de olhos, todos com mais de 14 anos desaparecem. Restam adolescentes. Pré-adolescentes. Crianças. Nenhum adulto. Nenhum professor, policial, médico ou responsável. Linhas de telefone, redes de televisão e a internet param de funcionar. Não há como pedir ajuda. A fome é intimidante e a violência começa. 

Os animais parecem estar se transformando, e uma criatura sinistra está à espreita. Os próprios adolescentes estão ficando diferentes, desenvolvendo novos talentos: poderes inimagináveis, perigosos e mortais, que crescem dia após dia. É um mundo novo e assustador. É preciso escolher um lado — e a guerra é inevitável.

Resenha:

O mundo termina aqui.

Há muito tempo queria ler a série Gone, mas o principal empecilho para isso eram os preços exagerados - os livros da série sempre estão entre 40 e 55 reais -, o que me impedia de comprá-los e sofrer uma decepção. Felizmente consegui adquiri-lo por um preço bem em conta e comecei a ler logo que tive a chance. E como valeu a pena toda essa espera!

Fazia bastante tempo que eu havia lido a sinopse, então achava que seria uma história semelhante à Under The Dome, onde as pessoas ficam isoladas em algum lugar; mas os adolescentes não são simples adolescentes e os problemas que eles enfrentarão são bem piores do que briga por liderança ou comida. As mudanças e "novidades" no LGAR (nome dado ao local onde eles estão) são constantes, e conseguem deixar tudo ainda melhor.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

[Resenha] Cidade do Fogo Celestial - Cassandra Clare

Autora: Cassandra Clare
Editora: Galera Record
Páginas: 532
Classificação: 5/5 estrelas
Título Original: The Mortal Instruments - City of Heavenly Fire

Sebastian Morgenstern espalha o terror pelo universo dos Nephilim e, ainda, pelo Submundo. Nada parece segurar sua sede de poder. Encantado pela lenda em torno de seu nome, em busca de se tornar a nova Estrela da Manhã, ele segue Transformando Caçadores de Sombras em seres malignos. Com a ajuda do Cálice Infernal, aumenta seu exército de Crepusculares, rompendo laços familiares e os sagrados parabatais.

Acuada, a elite armada dos Nephilim se exila em Idris. Mas nem mesmo as barreiras mágicas — ou o impressionante poder das Torres Demoníacas — parecem capazes de conter Sebastian. E com os Caçadores de Sombras encurralados, quem defenderá o mundo dos demônios?

Quando uma das mais surpreendentes traições vem à luz, Clary, Jace, Izzy, Simon e Alec precisam fugir — mesmo que sua jornada os leve aos mais assustadores reinos inferiores, onde nenhum Caçador de Sombras pisou antes e de onde nenhum ser humano jamais retornou. Amores serão sacrificados e vidas, perdidas, na mais terrível batalha entre o Bem e o Mal já testemunhada desde a criação de Os Instrumentos Mortais...

Resenha:

Preto para caçar de noite e dar sorte, pois o branco é o cor do pranto e da morte.

Eu amei Cidade das Almas Perdidas - se tornou um dos meus favoritos da série -, então estava mais que ansioso para ver como tudo se resolveria em Cidade do Fogo Celestial. Mas como era um livro grande e o ENEM estava próximo, resolvi deixar para lê-lo após a prova.

Sobre os personagens, nem é preciso dizer que todos continuam maravilhosos e bem construídos. Por conta da batalha final, o destaque maior vai para Clary e Sebastian. Gostei muito do embate final dos dois, mais do que o do livro anterior. Toda a sequência foi incrível, principalmente o final. Jace, por outro lado, continuou apagado como no livro anterior e seu drama pessoal nesse foi bem clichê e repetitivo; algo que ele já deveria ter aceitado desde Cidade dos Anjos Caídos.

domingo, 26 de novembro de 2017

[Resenha] Elevador 16 - Rodrigo de Oliveira

Autor: Rodrigo de Oliveira
Editora: Faro Editorial
Páginas: 60
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Elevador 16

Estamos em 2017. Cientistas descobrem um planeta vermelho em rota de colisão com a Terra. Depois de muito pânico nos quatro cantos do mundo, eles asseguram que passaria a uma distancia segura. E todos ficam tranquilos acreditando que nada iria acontecer...

Mas não podiam estar mais enganados. No dia em que o planeta estaria mais visível, enquanto todo mundo se preparava para observar o fenômeno a olho nu, um grupo seguia para um compromisso chato: trabalhar num sábado na empresa de processamento de dados, pois estavam com muitos projetos atrasados.

Na hora do almoço, 16 pessoas entram no elevador... mas ele pára entre dois andares. As comunicações não funcionam, nem alarmes, nem celulares, ninguém aparece para ajudar. E eles não sabem que, em todo o mundo, algo muito estranho aconteceu. Em poucos segundos, 10 pessoas caem num surto coletivo, como que desmaiadas. Entre o desespero, tentativas de busca por ajuda, um deles começa a abrir os olhos, mas eram olhos vazios, olhos do mal...

Resenha:

Um evento cósmico que mudaria a Terra para sempre.

Lembro que fiquei interessado em Elevador 16 logo que vi sua capa, mas sempre adiava a compra, até que o vi por apenas quatro reais na Saraiva, então o inclui no meu carrinho. E assim que o mesmo chegou, decidi passá-lo na frente dos outros e por ser curtinho, o li em poucas horas.

Em contos geralmente os personagens são mais superficiais por conta do total reduzido de páginas, mas é possível torcer por Mariana, pois ela é bem desenvolvida, corajosa e forte, lembrando bastante uma final girl. Também torcemos pelos demais personagens - mesmo sabendo que alguns cairão hora ou outra -, pois assim como Mari, todos são "inocentes".

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

[Resenha] Will & Will - John Green & David Levithan

Autores: John Green & David Levithan
Editora: Galera Record
Páginas: 352
Classificação: 3/5 estrelas
Título Original: Will Grayson, Will Grayson

Em uma noite fria, numa improvável esquina de Chicago, Will Grayson encontra... Will Grayson. Os dois adolescentes dividem o mesmo nome. E, aparentemente, apenas isso os une. 

Mas mesmo circulando em ambientes completamente diferentes, os dois estão prestes a embarcar em um aventura de épicas proporções. O mais fabuloso musical a jamais ser apresentado nos palcos politicamente corretos do ensino médio.

Resenha:

Um nome, um destino.

Will & Will - até o lançamento de Tartarugas Até lá Embaixo - era o único livro que não havia lido do John Green, e sempre tive curiosidade para ver como seria a junção dele e de David Levithan em uma história. Infelizmente, não foi uma leitura totalmente positiva como eu imaginava.

Começando pelos personagens, gostei apenas do Will escrito por John. Inicialmente achei Tiny e o segundo Will bastante superficiais, mas isso mudou com o passar da leitura, principalmente em relação à Tiny. Lembro que quando vi o livro pela primeira vez, achava que os dois Wills ficariam juntos em algum momento, mas descobri que isso não aconteceria antes de ler, então o título não foi uma enganação completa; porém o real relacionamento do Will de Levithan não funciona, pois os dois não têm química. O romance do Will de Green, por outro lado, consegue convencer e ser interessante. E o modo como os dois Wills se conhecem é incrível, sendo de longe o melhor momento da leitura.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

[Resenha] Uma História de Verão - Pam Gonçalves

Autora: Pam Gonçalves
Editora: Galera Record
Páginas: 304
Classificação: 4.5/5 estrelas
Título Original: Uma História de Verão

É o último verão de Analu perto de casa antes da faculdade. Entre a dificuldade de se entender com seus pais, que queriam que ela cursasse Direito e não Cinema, e as persistentes comparações com seu irmão gêmeo, André Luiz, o grande exemplo de filho que faz tudo para agradar, a garota está cansada de tanta hipocrisia e da cobrança de todos e só quer aproveitar suas férias com os amigos.

O lugar é lindo, o clima está ideal e não faltam lembranças em cada cantinho da praia. Pena que nem todas são boas: a primeira decepção amorosa e grande paixão de Ana Luísa, Murilo, está de volta com o sorriso cafajeste de sempre e novas promessas. De um lado, o futuro em uma nova e incrível cidade, São Paulo; do outro, os amigos, a família e um amor traiçoeiro que ao mesmo tempo machuca e envolve.

Resenha:

O último verão.

Assim que Uma História de Verão foi anunciado, fiquei extremamente ansioso para ler, pois já tinha adorado O Amor nos Tempos de #Likes e Boa Noite, livros anteriores da Pam e gosto e a acompanho há bastante tempo. Então, assim que tive chance de começar a leitura, não pensei duas vezes.

Começando pelos personagens, adorei todos! A identificação com todos é extremamente rápida, principalmente se você passa o mesmo que eles - a pressão de vestibulares -, e todos são bem construídos. Gostei bem mais da Analu do que da Alina (de Boa Noite), a achei bem mais decidida, corajosa e focada. Yuri e Gisele, os melhores amigos de Analu, também têm ótimos momentos na história e a amizade dos três é bem desenvolvida, principalmente para Yuri, pois, assim como para Analu, esse verão lhe resultará descobertas.

Entre os pretendentes de Analu, temos Murilo e Nicolas, do qual gostei mais do primeiro, apesar de tudo; mas não tira os méritos de Nicolas e sua importância para Analu. Porém, o mais interessante é que, assim como em Boa Noite, Pam não deixou o romance dominar a história. Uma História de Verão realmente carrega uma carga maior nesse quesito se comparado com o primeiro, mas o foco é o amadurecimento de Analu e a forma como ela enfrenta seus problemas, afinal sua família está longe de ser a melhor. E que família! Principalmente o pai, um dos personagens mais escrotos que já tive o desprazer de conhecer. Ah, e prestem atenção pois um personagem de Boa Noite aparece aqui e fui muito bom ver como ela está atualmente.

A escrita da Pam está cada vez melhor, o que nos faz passar as páginas sem perceber. Tudo está mais detalhado mas sem ficar maçante, e unido à isso, a história possui um clima leve e até alegre - apesar da carga dramática dos problemas que Analu enfrenta -, sendo condizente com a proposta do livro e o tema "férias". E sobre o final, confesso que já esperava tal desfecho, mas não foi uma surpresa negativa, muito pelo contrário: foi necessário. Para Analu, Murilo, Nicolas e todos os outros personagens.

Na tarde de autógrafos aqui em Fortaleza, Pam disse que há possibilidades de uma continuação e ficarei feliz em rever os personagens futuramente, mas caso isso não ocorra, a história cumpriu sua proposta. Foi ótimo conhecer e acompanhar o crescimento de Analu, e não vejo a hora de ler novas histórias da Pam.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

[Resenha] Despertar - Kelley Armstrong

Autora: Kelley Armstrong
Editora: Novo Século
Páginas: 288
Classificação: 1.5/5 estrelas
Título Original: The Awakening (Darkest Powers #2)

Geneticamente modificada por um sinistro time de cientistas conhecido como Grupo Edison, Chloe poderia até ser considerada uma aberração - ela é uma poderosa necromante, capaz de ver fantasmas e até de invocar os mortos, o que geralmente traz perigosas consequências.

Agora, seus poderes cada vez mais fortes surgem como uma ameaça aos membros do Grupo Edison, que então resolvem dar um fim a seus experimentos - permanentemente.

Chloe é lançada em uma corrida por sua própria vida, acompanhada por outros três adolescentes superdotados; um charmoso feiticeiro, um problemático lobisomem e uma bruxa jovem e temperamental. Juntos, eles têm a chance de conseguir sua liberdade.

Nota: A resenha pode conter spoilers do primeiro livro da trilogia, Invocação.

Resenha:

Invocação não foi uma leitura tão positiva, apesar de alguns pontos terem sido interessantes, por isso não estava tão animado para a continuação. Mas como encontrei Despertar na Bienal da minha cidade por dez reais, decidi trazê-lo e dar mais uma chance para a trilogia. Infelizmente, não foi uma boa decisão.

Apesar das primeiras páginas serem interessantes, com uma maior explicação do que é o Grupo Edison e como os adolescentes foram modificados, a história logo se perde quando a ambientação passa para outro lugar. Despertar é o típico livro enrolação da trilogia, pois nada realmente importante ocorre fora as páginas iniciais. Até mesmo o tom mínimo de suspense que existia no primeiro livro se esvai aqui.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

[Resenha] Fogo Contra Fogo - Jenny Han e Siobhan Vivian

Autoras: Jenny Han e Siobhan Vivian
Editora: Novo Conceito
Páginas: 352
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Ashes to Ashes

A festa de Ano-novo terminou com uma tragédia irreparável, e Mary, Kat e Lillia podem não estar preparadas para o que está por vir. Após a morte de Rennie, Kat e Lillia tentam entender os acontecimentos fatais daquela noite. Ambas se culpam pela tragédia. Se Lillia não tivesse se apaixonado por Reevie. Se Kat não tivesse deixado Rennie ter partido sozinha. Se a vingança não tivesse ido longe demais, talvez as coisas seriam como antes. 

Agora, elas nunca mais serão as mesmas. Apenas Mary sabe a verdade sobre aquela noite. Sobre o que ela realmente é. Também descobriu a verdade sobre Lillia e Reeve terem se apaixonado, sobre Reeve ser feliz quando tudo o que ele merece é o sofrimento, assim como ela ainda sofre. Para Mary, as tentativas infantis de vingança ficaram no passado, ela está fora de controle e pretende sujar suas mãos de sangue, afinal, não tem mais nada a perder.

Nota: A resenha pode conter spoilers dos livros anteriores, Olho Por Olho e Dente Por Dente. Leia por sua conta e risco!

Resenha:

Os segredos as uniram, mas a verdade pode separá-las para sempre.

O final de Dente Por Dente foi incrível, por isso eu estava louco pelo terceiro livro da trilogia, que demorou bastante para sair - pensei até que a Novo Conceito havia desistido, e talvez isso deva ter acontecido mesmo, mas voltou atrás depois de inúmeros pedidos dos leitores. Infelizmente, apesar de não ser ruim, o livro não supriu totalmente a minha ansiedade e espera pelo desfecho da história.

Kat e Mary pareceram quase secundárias em comparação à Lillia, que teve inúmeros capítulos aqui e muito mais destaque - o que já havia acontecido em Dente Por Dente. O fato de Mary estar mais apagada nesse volume é até compreensível, por conta de seu plot, mas Kat merecia mais espaço na história, principalmente porque quase 98% dos momentos de Lillia são em torno de seu romance com Reeve, casal que não me desce. Mesmo assim, Kat teve alguns bons momentos com Alex, o que me deixou bem feliz, pois adoro os dois. Já mudança de Mary, apesar de me parecer mais uma tentativa de nos fazer simpatizar com Reeve, até faz sentido e rende bons momentos na história.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

[Resenha] As Nove Vidas de Chloe King: Banidos - Liz Braswell

Autora: Liz Braswell
Editora: Galera Record
Páginas: 224
Classificação: 3/5 estrelas
Título Original: The Nine Lives of Chloe King - The Fallen

Chloe King parece uma adolescente normal. Vai à escola, discute com mãe e se apaixona. Mas perto de seu aniversário de 16 anos, ela desconfia que pode não ser assim tão comum.

A visão noturna, os reflexos super-rápidos e as garras são algumas das pistas... Ao descobrir o que é — e de onde vem — ela logo percebe que não está sozinha. Alguém quer pegá-la. A qualquer custo. Ela tem nove vidas. Mas serão o bastante?

Resenha:

Perder uma vida pode realmente mudar uma garota.

Eu adorava The Nine Lives of Chloe King, então fiquei revoltado quando a ABC Family (agora Freeform) cancelou a série, principalmente depois daquela incrível Season Finale. A emissora até pensou em produzir um filme para concluir a história, mas acabou desistindo e divulgando o roteiro na internet, respondendo todas as perguntas deixadas na série. Não foi uma conclusão decente, óbvio, mas pelo menos aconteceu, diferente de muitas que são canceladas e nenhuma explicação é dada. Por isso, decidi ler os livros que inspiraram a série, pelo menos para matar a saudade dos personagens.

E começando por ele, são definitivamente o ponto alto do livro. É visível que a série foi bem fiel e todas as características deles foram mantidas na adaptação. Chloe é bem humana, com toda a impulsividade comum nos adolescentes; enquanto Alyec - sim, nos livros é Alyec, e não Alek - possui o mesmo ar bad boy, mas que não é irritante, e se preocupa com Chloe. Os dois são meus personagens favoritos na série, então foi ótimo ver que eles possuem a mesma personalidade nas duas mídias. Brian, a outra ponta do triângulo, também continua igual, possuindo apenas um drama diferente, que talvez viesse a acontecer na série, caso ela não tivesse sido cancelada. Os mais diferentes são Paul e Amy, amigos de Chloe, que na série possuem um tom mais cômico e aqui são mais centrados, mas nada prejudicial.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

[Resenha] A Lista Negra - Jennifer Brown

Autora: Jennifer Brown
Editora: Gutenberg
Páginas: 272
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Hate List

O namorado de Valerie Leftman, Nick Levil, abriu fogo contra vários alunos na cantina da escola em que estudavam. Atingida ao tentar detê-lo, Valerie também acaba salvando a vida de uma colega que a maltratava, mas é responsabilizada pela tragédia por causa da lista que ajudou a criar. A lista com o nome dos estudantes que praticavam bullying contra os dois. A lista que ele usou para escolher seus alvos.

Agora, ainda se recuperando do ferimento e do trauma, Val é forçada a enfrentar uma dura realidade ao voltar para a escola para terminar o Ensino Médio. Assombrada pela lembrança do namorado, que ainda ama, passando por problemas de relacionamento com a família, com os ex-amigos e a garota a quem salvou, Val deve enfrentar seus fantasmas e encontrar seu papel nessa história em que todos são, ao mesmo tempo, responsáveis e vítimas.

Resenha:

E se você desejasse a morte de uma pessoa e isso acontecesse? E se o assassino fosse alguém que você ama?

Sempre ouvi comentários positivos sobre A Lista Negra, por isso minhas expectativas estavam altas e não via a hora de lê-lo.

Sobre o plot, Jennifer nos dá uma nova perspectiva em torno do tema, pois quase nenhuma história que aborde massacres mostra o retorno do "culpado" para o convívio social. E a autora não nos poupa, é uma história real e dolorosa - talvez na vida real seja até bem pior do que aqui -, e que nos conquista a cada capítulo. Os acontecimentos mostram cada vez mais o quão o bullying é algo que não deve ser praticado de forma alguma, e que as pessoas - principalmente adolescentes - deviam se conscientizar sobre isso.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

[Lista] Séries Abandonadas


Infelizmente, ás vezes, uma série nos decepciona em seu primeiro livro e ficarmos receosos de continuá-las e a decepção ser maior. Hoje, trouxe uma lista com 5 que isso aconteceu. Para saber mais detalhes sobre cada uma especificamente, basta acessar a resenha individual. Vamos lá!:

01. Estilhaça-me - Tahereh Mafi: 

O plot é até interessante, mas na época que li, não gostei dos personagens (exceto Warner) e mesmo sendo um livro curto, quase não terminava.

Nota: 2.5/5 estrelas.

02. Exclusivo - Kate Brian: 

Achava que essa série seria parecida com PLL, mas infelizmente a achei bem rasa e superficial. Os personagens não me conquistaram (principalmente a protagonista chatinha e algumas ações simplesmente não condizem com a realidade de uma escola tão rígida.

Nota: 2.5/5 estrelas.

03. Half Bad:

O mesmo problema de Exclusivo: personagens rasos e situações forçadas. O que motivou a ir até o fim desse primeiro volume foi o passado de Marcus, mas como nem isso é explorado nesse livro inicial, resolvi que não continuaria. E como a Intrínseca desistiu da série, ela acabou sem o último livro lançado aqui, então...

Nota: 2/5 estrelas.

04. Quando Cai o Raio:

Fiquei surpreso por não gostar tanto da série Desaparecidos pois adoro A Mediadora e as personagens principais são bem parecidas. E esse talvez seja o ponto alto da história. Jess é uma ótima personagem e o plot inicial também, mas a história me passa o um ar "bobinho", e como os livros da Meg são bem caros aqui, prefiro investir em outros - na própria A Mediadora, que está na mesma faixa de preço, por exemplo.

Nota: 3/5 estrelas.

05. The Game:

Por fim, a mais decepcionante! Adoro thrillers que mostram a tecnologia como a grande vilã, mas os personagens principais não conseguem segurar a narrativa. Apesar de Rebecca não ser tão ruim, HP consegue ser insuportável.

Nota: 2/5 estrelas.