sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

[Lista] 13 livros para ler em 2017!

Anualmente, fazemos listas com livros que queremos ler no ano que vai se iniciar. Nem sempre conseguimos cumprir muito o que desejamos, mas isso não nos desanima, então sempre temos uma atualizada hahaha. Eu já fiz a minha para 2017 e vou compartilhar com vocês.

Claro que existem muito mais livros que eu quero ler, mas esses são "prioridades". Além disso, todas as séries que forem citadas, eu realmente não li nenhum livro, então são só as que eu quero mesmo começar, e não as que preciso continuar - com exceção de Fogo Contra Fogo, porque era impossível não colocá-lo aqui depois de toda demora para essa versão brasileira sair, hahaha. Vamos lá!

1. Sob a Redoma - Stephen King:


Não só Sob a Redoma, como a maioria dos livros do Stephen. Meu principal problema para ler algo dele é o preço dos livros e esse ano, infelizmente, não vi muitas promoções envolvendo obras do autor hahaha.

2. Anjo Mecânico - Cassandra Clare:


Até hoje, não ouvi um comentário negativo sobre a trilogia, e esse só me deixa mais ansioso para ler não só Anjo Mecânico, como os outros.

3. O Lado Feio do Amor - Colleen Hoover:


Não só esse, como todos os outros - se eu gostar da escrita da Colleen, claro -, pois também só ouço coisas boas das histórias da autora. Mas como li as cinquenta primeiras páginas de Ugly Love enquanto um evento na Cultura não começava (hahaha), ele deverá ser o primeiro.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

[Lista] Os melhores livros de 2016!

O ano de 2016 está quase acabando e, por isso, chegou a hora de listar as melhores leituras do ano. Esse ano flopei na meta que eu havia estipulado, que seria de 60 livros; mas li apenas 39 (35 novos e 4 releituras), pois o 40º não cheguei a terminar ainda.

Então, para 2017, diminuirei a meta para 35 livros, principalmente porque deverá ser um ano bem corrido. Agora, sem mais delongas, vamos aos selecionados (vale lembrar que nem todos os livros são lançamentos de 2016, mas que apenas foram lidos por mim esse ano):

1. Cidade de Vidro - Cassandra Clare:


Sem dúvidas, o melhor do ano! Esse terceiro livro é frenético do início ao fim e é quase impossível parar de lê-lo. Estou bastante ansioso para ler os próximos, mas decidi revezá-los com As Peças Infernais, por isso ainda não iniciei a leitura.

2. Por Lugares Incríveis - Jennifer Niven:


Esse é um daqueles livros que todo mundo deveria ler. Bonito, tocante e, principalmente, real. Tudo funciona tão bem que é até difícil enumerar seus pontos positivos. É incrível como a Jennifer conseguiu nos envolver com os personagens, sentir suas dores, medos, vontades... Enfim, ele é maravilhoso! E esse ano tive a oportunidade de conhecer a autora, que é extremamente atencioso e amável com os fãs, o que só fez minha admiração crescer ainda mais.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

[Resenha] It Girl - Uma Garota Entre Nós | Cecily Von Ziegesar

Autora: Cecily Von Ziegezar
Editora: Galera Record
Páginas: 320
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: It Girl - Notorious

Passar vergonha na frente de todo o colégio e desrespeitar o comitê disciplinar tornam Jenny realmente popular no colégio. Mas a fama não é nada, Jenny está totalmente apaixonada.

O único problema é que ele é namorado de sua colega de quarto. Além disso, Tinsley Carmichel – que todos pensavam que tinha sido expulsa – está de volta e quer recuperar seu posto de “A Garota”.

Nota: Este livro é o segundo da série, portanto a resenha poderá conter spoilers do primeiro; assim como da série original, Gossip Girl. Leia por sua conta e risco!

Resenha:

Olha quem voltou!

Gostei bastante do primeiro livro de It Girl, portanto não via a hora de ler a continuação. Mas como já é costume, os livros da Cecily Von Ziegesar são bem caros e é preciso ficar esperando aquela promoção esperta para adquiri-los. Mas, voltando para o foco dos livros, esse segundo volume consegue ser tão bom quanto o primeiro.

Em Uma Garota Entre Nós, temos o retorno de Tinsley Carmichel, a antiga moradora do quarto de Jenny na Waverly Academy. A personagem foi bastante citada no primeiro livro, então era óbvio que ela iria aparecer na série, mais cedo ou mais tarde. E outra coisa que era bastante óbvia seria sua personalidade. De fato, Tinsley é mimada, manipuladora e cruel, chegando até a ser descrita por Jenny como uma mistura de Blair e Serena. Particularmente, não acho Serena manipuladora como Blair, mas diferente da Waldorf, Tinsley não consegue ganhar a empatia do leitor, muito pelo contrário, não via a hora dela se dar mal. E como ela é quase mais protagonista do que a própria Jenny nesse volume, foram em muitas horas que desejei isso.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

[Resenha] Crepúsculo - Stephenie Meyer

Autora: Stephenie Meyer
Editora: Intrínseca
Páginas: 416
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Twilight

Quando Isabella Swan se muda para a melancólica cidade de Forks e conhece o misterioso e atraente Edward Cullen, sua vida dá uma guinada emocionante e apavorante. Com corpo de atleta, olhos dourados, vez hipnótica e dons sobrenaturais, Edward é ao mesmo tempo irresistível e impenetrável. Até então, ele tem conseguido ocultar sua verdadeira identidade, mas Bella está decidida a descobrir seu segredo sombrio.

Resenha:

"- E então o leão se apaixonou pelo cordeiro..."

Uma coisa que sempre me incomodou bastante são os comentários e preconceito para com a saga. E parte dessas opiniões são de pessoas que já leram os livros, foram fãs, mas agora apenas gostam de dizer o quanto ela é ruim - principalmente após comparações sem sentido com outros livros como Harry Potter, que não possui NADA em comum com a série. Todo mundo tem direito de rever seus gostos e de que algo que achou bom outrora não é realmente tudo aquilo, claro, mas será que Crepúsculo merece realmente todo esse ódio?

Eu li os livros (exceto Amanhecer, que nunca li) na época dos filmes mas como não lembrava de muita coisa e com o lançamento de Vida e Morte, decidi reler as obras para resenhar aqui. Particularmente, sou um grande fã dos livros e dos filmes, mas isso não me faz fechar os olhos para os defeitos que ambas obras têm. Mas antes de citá-los, quero começar pelo que mais me cativou, os personagens. É indiscutível que a personalidade de Bella virou um clichê em livros do gênero sobrenatural, mas em comparação com a adaptação, isso é menos forçado. Claro, ela é insegura, submissa à Edward até certo ponto; mas é um pouco mais "solta" - como em uma de suas primeiras cenas da escola, onde ela chega até a fazer um piada com Eric, algo que não combina em nada com a Bella cinematográfica. E algo que o filme também não trabalhou foi sua relação com Charlie pois, por mais que os dois não tenham tanta intimidade, a barreira entre eles aqui é menor.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

[Resenha] Gelo Negro - Becca Fitzpatrick

Autora: Becca Fitzpatrick
Editora: Intrínseca
Páginas: 304
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Black Ice

Britt Pfeiffer passou meses se preparando para uma trilha na Cordilheira Teton, um lugar cheio de mistérios. Antes mesmo de chegar à cabana nas montanhas, ela e a melhor amiga, Korbie, enfrentam uma nevasca avassaladora e são obrigadas a abandonar o carro e procurar ajuda. As duas acabam sendo acolhidas por dois homens atraentes e imaginam que estão em segurança.

Os homens, porém, são criminosos foragidos e as fazem reféns. Para sobreviver, Britt precisará enfrentar o frio e a neve para guiar os sequestradores para fora das montanhas. Durante a arriscada jornada em meio à natureza selvagem, um homem se mostra mais um aliado do que um inimigo, e Britt acaba se deixando envolver. Será que ela pode confiar nele? Sua vida dependerá dessa resposta.

Resenha:

É difícil resistir ao perigo...

Lembro que fiquei bastante animado quando foi anunciado que o novo livro de Becca Fitzpatrick seria um thriller, porque se o suspense foi algo que ela introduziu perfeitamente na série Hush, Hush - um young adult -, imagine em um livro realmente do gênero? Infelizmente, isso não foi totalmente verdade e Gelo Negro foi uma das leituras mais controversas que tive esse ano, pois, mesmo sentindo uma perda de rumo em determinado momento da história, ainda assim gostei do resultado final.

A trama principal começa muito bem e nos deixa temerosos pelo que Britt encontrará na viagem, e as situações iniciais que a personagem passa nas mãos de seus sequestradores são extremamente bem feitas pela autora. É impossível não imaginar que o livro pode ser adaptado em um suspense futuramente, pois ele possui todos os pontos do gênero - até o famigerado prólogo de uma vítima inicial. Entretanto, após metade da história, tudo é transformado em um romance previsível da protagonista, e é possível dizer como será o fim antes mesmo de finalizar o livro. E como o destino do casal, a identidade do assassino também não será mais surpresa a partir do começo dessa mudança. Ainda assim, Becca merece elogios pois, mesmo já tendo quase certeza de quem é o real criminoso, o leitor quer descobrir seus motivos para tal crueldade. E a autora não decepciona quando tudo vem à tona, pois envolve abusos familiares e misoginia - assunto esse muito raro na literatura, se pararmos para pensar -, e até os mínimos detalhes se encaixam. Os motivos para os crimes só conseguem nos deixar com mais nojo pois são inaceitáveis.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

[TAG] Ceia de Natal

Oi, pessoal! Aqui estou com mais uma tag e, dessa vez, em clima natalino, afinal a data está quase chegando, não é mesmo?!

Vi essa tag no canal da Ka, do KabookTV (clique aqui para ver o vídeo), e gostei bastante. Então, nada mais justo do que fazê-la! Agora, sem mais delongas, vamos à tag:

1) Peru de Natal - Um livro que você está louco para ler: Anjo Mecânico.


Infelizmente, a trilogia de As Peças Infernais vai ficar somente para 2017, mas com certeza serão uns dos primeiros livros que lerei.

2) "É pavê ou pra comê?"- Um livro que você achava que não fosse gostar, mas que te surpreendeu: O Teorema Katherine.


Sempre fiquei com um pé atrás para ler esse livro por conta da presença de números matemáticos, matéria que eu simplesmente detesto, hahaha. Mas para a minha surpresa, gostei da história e os números nem incomodaram tanto assim.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

[Crítica] Fallen - O Filme

Direção: Scott Hicks
Roteiro: Lauren Kate, Nichole Millard, Kathryn Price e Michael Arlen Ross
Ano: 2016
Duração: 91 minutos
Título Original: Fallen
Classificação: 3.5/5 estrelas

Responsabilizada pela misteriosa morte de seu namorado, Luce (Addison Timlin) é mandada para o reformatório Sword & Cross, onde se aproxima de Daniel Grigori (Jeremy Irvine), sem saber que ele é um anjo apaixonado por ela há milênios. 

Ao mesmo tempo, a protagonista da trama não consegue se manter afastada de Cam Briel (Harrison Gilbertson), que também é um anjo e há tempos luta pelo amor de Luce. Isolada do mundo exterior e assombrada por estranhas visões, ela começa aos poucos a desvendar os segredos de seu passado e descobre a verdadeira identidade dos anjos caídos, bem como o amor que nutriram por ela ao longo de séculos. Luce deve, então, fazer sua escolha.

Nota: Para ler a resenha do livro, clique aqui.

Crítica:

Alguns anjos estão destinados a cair.

Depois de quase seis anos de espera (se contarmos desde a compra dos direitos da série pela Disney), Fallen finalmente estreou mundialmente. Como fã incondicional dos livros que sou, fui conferir a adaptação o mais rápido possível. Infelizmente, a não foi totalmente positiva.

Começando pela história, quem leu o livro, sabe o quanto até lá é meio complicado de entender a mitologia até as páginas finais; por isso, o filme já começa explicando sobre a maldição, o que foi um acerto para quem não teve contato com os livros, afinal a adaptação precisa conquistar não só os fãs da obra, como o público novo. O problema, no entanto, é a curta duração do longa, que o faz parecer extremamente corrido - o que ele é mesmo, em certos momentos -, confundindo o telespectador que ainda não está totalmente inserido na mitologia. E junto à isso, o filme ainda trabalha o triângulo amoroso, portanto o tempo é bem dividido para as duas tramas.


Esse foi outro ponto que incomodou os críticos, mas sabemos que a introdução do triângulo é necessário pois é o responsável pelos maiores conflitos entre os personagens no primeiro livro. A química entre os atores está bem trabalhada e o roteiro soube expor os dois casais de formas distintas e positivas: enquanto Cam e Luce representam algo mais sensual e perigoso; Daniel e Luce expõem o desespero por ansiarem estar juntos, mas com algo maior os impedindo. Particularmente, quando o elenco foi divulgado, não gostei do Harrison por não estar fiel fisicamente ao Cam descrito nos livros, mas ele consegue passar a personalidade do personagem e isso me deixou bastante feliz. Addison também entrega uma Luce fiel aos livros, porém mais confiante em determinadas cenas. o que foi igualmente positivo. Do trio, apenas Jeremy parece não estar totalmente confortável no personagem, mas não chega a ser uma péssima interpretação.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

[Resenha] Naomi & Ely e a Lista do Não-Beijo - David Levithan & Rachel Cohn

Autores: David Levithan & Rachel Cohn
Editora: Galera Record
Páginas: 256
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Naomi & Ely's No Kiss List

A quintessência menina-gosta-de-menino-que-gosta-de-meninos. Uma análise bem-humorada sobre relacionamentos. Naomi e Ely são amigos inseparáveis desde pequenos. Naomi ama Ely e está apaixonada por ele. 

Já o garoto, ama a amiga, mas prefere estar apaixonado, bem, por garotos. Para preservar a amizade, criam a lista do não beijo — a relação de caras que nenhum dos dois pode beijar em hipótese alguma. A lista do não beijo protege a amizade e assegura que nada vá abalar as estruturas da fundação Naomi & Ely. Até que… Ely beija o namorado de Naomi. E quando há amor, amizade e traição envolvidos, a reconciliação pode ser dolorosa e, claro, muito dramática.

Resenha:

Dizer que é amigo de alguém é fácil. Ser amigo de verdade, não.

Desde que assisti Naomi & Ely e a Lista do Não Beijo (tem na Netflix e até mesmo no YouTube, para quem se interessar) e descobri que o filme era a adaptação de um livro, quis lê-lo, pois adorei o longa. Confesso que, de início, a pontuação média do livro no Skoob me deixou receoso, mas ao finalizar a leitura, respirei aliviado porque a história é muito boa!

Começando pelos personagens, que é algo que o livro tem para dar e vender, quase todos narram a história e são bem desenvolvidos, mas o destaque fica por conta de Naomi, Ely, Gabriel e Bruce, o Segundo; afinal são os quatro me movem o plot principal do livro. O ponto mais positivo do livro foi a construção em torno dessa traição de Ely para com Naomi pois, mesmo que ele estivesse errado, ela também não é totalmente santa já que estava apenas Bruce para fingir que não gostava de Naomi - e o próprio Bruce a usava para fugir de quem ele realmente era. Ou seja, todos são culpados, todos erram e acertam... todos são humanos!

sábado, 10 de dezembro de 2016

[Resenha] Todo Dia - David Levithan

Autor: David Levithan
Editora: Galera Record
Páginas: 280
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Every Day

Neste novo romance, David Levithan leva a criatividade a outro patamar. Seu protagonista, A, acorda todo dia em um corpo diferente. Não importa o lugar, o gênero ou a personalidade, A precisa se adaptar ao novo corpo, mesmo que só por um dia. Depois de 16 anos vivendo assim, A já aprendeu a seguir as próprias regras: nunca interferir, nem se envolver. Até que uma manhã acorda no corpo de Justin e conhece sua namorada, Rhiannon. A partir desse momento, todas as suas prioridades mudam, e, conforme se envolvem mais, lutando para se reencontrarem a cada 24 horas, A e Rhiannon precisam questionar tudo em nome do amor.

Resenha:

Todo dia uma nova vida. Todo dia uma pessoa diferente. Todo dia a paixão pela mesma garota.

Sempre li e ouvi comentários extremamente positivos sobre Todo Dia, o que só fazia minha vontade de lê-lo aumentar cada vez mais, mas o livro sempre estava por um preço um pouco salgado, algo comum com livros da Galera Record. Mas enfim consegui comprá-lo e li o mais rápido que pude.

Começando pelos personagens, é impossível não se identificar e torcer por A e Rhiannon, seja como um casal ou como personagens individuais. Ambos são construídos com características humanas, com erros e acertos, principalmente Rhiannon. Em certos momentos, fiquei com um pouco de raiva pelo preconceito que ela tinha por algumas pessoas que A era em determinado dia, mas é compreensível porque, sem hipocrisia, talvez iríamos agir do mesmo jeito. É algo do ser humano julgar alguém pelo físico, infelizmente. Confesso que no começo, também achei um pouco forçado todo o amor que A dizia sentir por Rhiannon por ter sido tão rápido, mas gostei da interação dos dois - chegamos até a esquecer que A está no corpo de alguém! O drama que ele enfrentaram foi condizente com a história e mesmo que para A possa ser algo que eles precisam enfrentar para ficarem juntos, o lado de Rhiannon também é importante, pois como seria ter que acostumar-se com a mudança física diariamente de alguém que se ama?

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

[Resenha] The 100: Os Escolhidos - Kass Morgan

Autora: Kass Morgan
Editora: Galera Record
Páginas: 288
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: The 100

Desde a terrível guerra nuclear que assolou a Terra, a humanidade passou a viver em espaçonaves a milhares de quilômetros de seu planeta natal. Mas com uma população em crescimento e recursos se tornando escassos, governantes sabem que devem encontrar uma solução. Cem delinquentes juvenis — considerados gastos inúteis para a sociedade restrita — serão mandados em uma missão extremamente perigosa: recolonizar a Terra. Essa poderá ser a segunda chance da vida deles... ou uma missão suicida.

Resenha:

Ninguém pisa na Terra há séculos - até agora.

Por gostar bastante da série de TV, sempre quis ler The 100, mesmo que muito dos comentários falassem que a série é superior. Após finalizar a leitura, vi que o seriado realmente se sobressai sobre os livros, mas isso não significa que eles são ruins, muito pelo contrário.

Começando pelos personagens, acompanhamos a trama por meio de quatro - Clarke, Bellamy, Glass e Wells. Gosto bastante dos três primeiros, especialmente Glass, que não existe na série e foi uma grata surpresa. A história dela, assim como dos outros, é bastante sofrida, portanto é fácil gostar rapidamente da personagem. Não sei porque não a introduziram na série, principalmente na primeira temporada, onde sua trama se encaixaria perfeitamente. Além de Glass, Clarke honra o posto de protagonista e se mostra uma das personagens que a série foi mais fiel no desenvolvimento; e assim como com Glass, torcemos por ela desde seu primeiro capítulo. No time feminino, temos ainda Octavia que por mais que não tenha nenhum capítulo sob seu ponto de vista, se destaca por meio dos de Bellamy. Mesmo que ela não possua toda a força que a da série, acredito que ainda surpreenderá bastante nos próximos livros.