quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Os 5 Melhores e Piores de 2015!


2015 está chegando ao fim e é a hora de listar a experiência com as leituras deste ano. Decidi fazer um top 5 com os melhores e piores, começando pelos piores e depois com os que eu recomendo.

Esse ano li, no total, 51 livros (49 novos e 2 releituras) e achei uma média final boa, pois não estipulei metas para o ano. Mas para 2016 quero ler, no mínimo, 60 livros. Agora chega de papo e vamos ver quais foram minhas escolhas. Espero que gostem!


1. Feios, de Scott Westerfeld - Editora Galera Record

Resenha AQUI.

Esse foi, sem dúvidas, o pior livro do ano. Desde quando li a sinopse da história, fiquei animado mas foi só começar a leitura para minhas expectativas irem por água abaixo. Os protagonistas são chatos, a história é arrastada e perdi as contas de quantas vezes fechei o livro após ler só algumas páginas. Espero que a série melhore em suas continuações.

2. Estilhaça-me, de Tahereh Mafi - Editora Novo Conceito

Resenha AQUI.

Outra distopia que eu estava bastante animado após ler a sinopse. Confesso que achei bem original e interessante a forma como o livro é narrado, remetendo claramente à confusão mental de Juliette. Mas apesar disso, achei a história fraca e os personagens mais ainda.

3. O Inverno das Fadas, de Carolina Munhóz - Editora Casa da Palavra

Resenha AQUI.

A sinopse do livro também parecia promissora e, de fato, a história é. Porém, acho que foi mal desenvolvida e por isso, ela foi uma decepção. Adorei Sophia, a protagonista, mas William é muito chato.

4. Os Instrumentos Mortais - Cidade dos Ossos, de Cassandra Clare | Editora Galera Record

Resenha AQUI .

Outra saga que estava ansioso para começar, mas o que recebi foi insatisfatório. O livro é cheio de cenas de ação, mas parece que as 200 primeiras páginas se resumem à apenas isso, já que durante elas a história não se desenvolve. Os personagens são chatos com poucas melhorias ao longo do livro, mas até que a história rende surpresas, como um triângulo amoroso sem ser clichê.

5. Diários do Vampiro: O Retorno - Almas Sombras, de L. J. Smith | Editora Galera Record

Resenha AQUI.

Diários do Vampiro é uma das minhas sagas favoritas. Li os sete primeiros livros esse ano e a primeira parte é muito boa, mesmo que o quarto livro tenha lá seus pontos negativos. Mas foi só a autora lançar essa nova trilogia para tudo se perder. Os livros são extensos e algumas histórias desinteressantes. Mas Almas Sombrias, o sexto, é o pior deles. Odiei o livro e não acredito que essa é a L. J. que escreveu tão bem os primeiros livros da série - e de outras também, como Círculo Secreto e Mundo das Sombras.


1. Simplesmente Acontece, de Cecelia Ahren - Editora Novo Conceito

Resenha AQUI.

Essa é a categoria mais difícil de escolher pois tive ótimas leituras esse ano, mas acho que Simplesmente Acontece se sobressaiu no final. Adorei a história e os personagens, e quase ficava louco quando algo atrapalhava Rosie e Alex. E apesar do livro ser bem volumoso, a li ele em três dias. Mais que recomendado!

2. O Jogo da Mentira, de Sara Shepard - Editora Rocco

Resenha AQUI.

Sara Shepard conseguiu me prender totalmente com a trama de Sutton e Emma. A história é cheia de plots twist e desconfiamos de todos os personagens à todo momento, eu não conseguia largar o livro por muito tempo até terminá-lo. Mal posso esperar para ler os outros!

3. Antes que eu Vá, de Lauren Oliver - Editora Intrínseca

Resenha AQUI.

Sou grande fã da trilogia Delírio e isso me fez querer ler todos os livros de Lauren Oliver. E o primeiro fora do mundo da distopia não poderia ter sido mais satisfatório. Lauren conseguiu construir uma história e personagens tão profundos que você começa odiando Sam, mas quando se dá conta, já está torcendo pela personagem. O final do livro me deixou estático por alguns minutos. Recomendado, sem dúvidas!

4. Gossip Girl - As Delícias da Fofoca | Editora Galera Record

Resenha AQUI.

Comecei a leitura do livro meio receoso, pois haviam me dito que os livros de Gossip Girl não eram tão bons quanto a série de TV. Mas os livros são tão maravilhosos quanto ela! Apesar de ser uma série fútil e sem maiores pretensões, me diverte e são leituras rápidas e boas. Já li cinco dos treze volumes e As Delícias da Fofoca, o primeiro, é meu preferido até o momento.

5. Cartas de Amor aos Mortos, de Ava Dellaira - Editora Seguinte

Resenha AQUI.

Adiei a leitura do livro por muito tempo e quando o fiz, comecei odiando a protagonista, Laurel, mas ela me ganhou ao longo do livro e eu passei a sofrer com medo de que ela fizesse alguma besteira antes da história terminar. Se ela faz? Terão que ler para descobrir haha. Ava conseguiu escrever um livro sensível e que nos faz refletir.


E é isso, pessoal! Desejo um feliz 2016 para todos vocês, com muitas alegrias, saúde e, claro, leituras hahaha. Obrigado por tudo.

Comecei "Harry Potter"!


Começar Harry Potter era uma das minhas metas literárias para 2015 e, felizmente, consegui completá-la! A demora foi porque queria comprar o box mas por motivos maiores (leia-se falta de dinheiro hahaha), acabei tendo que pegá-lo emprestado mesmo. Li A Pedra Filosofal e, em breve, irá sair a resenha, mas fiz esse post para compartilhar minha história com a série.

Confesso que a febre passou por mim na época que os filmes estavam sendo lançados pois minha prima era muito fã, mas eu não virei tanto assim (mas gostei tanto do Daniel Radcliffe e da Emma Watson, que assisto os filmes que eles participam desde então). Vi os três primeiros e parte do quarto há anos, mas o mais vivo - e preferido - na minha memória é A Pedra Filosofal devido as reprises constantes do SBT. Mas acho que não ver os filmes é até bom, pois na medida que eu for lendo os livros, irei os assistindo.

Agora, focando no livro, eu amei! Quem já leu sabe como a história é boa e adorei o modo como a J.K. criou esse mundo. É tudo tão bem detalhado que é impossível não acreditar que é "real" e a história é involvente, você sente-se como se estivesse ali, do lado dos personagens. Sempre via as pessoas dizendo que esse primeiro era bom ser lido no Natal e até existe uma parte que se passa na data, mas acho que o livro pode ser lido em qualquer época. Por isso, se você ainda não leu Harry Potter, que tal começar também? Pretendo ler um volume por mês e ainda em 2016 finalizar a série, vamos ver se eu consigo. E dentro de alguns dias, a resenha do primeiro livro com minha opinião completa estará disponível aqui, então fiquem ligados no blog.

sábado, 19 de dezembro de 2015

[Resenha] Réquiem - Lauren Oliver

Autora: Lauren Oliver
Editora: Intrínseca
Páginas: 304
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Réquiem

No desfecho da trilogia em que o amor é considerado uma doença, Lena é um importante membro da resistência contra o governo. Transformada pelas experiências que viveu, está no centro da guerra que logo eclodirá. Depois de resgatar Julian de sua sentença de morte, Lena e seus amigos voltam para a Selva, cada vez mais perigosa. Enquanto isso, Hana, sua melhor amiga de infância, foi curada. Ela leva uma vida segura e sem amor junto ao noivo, o futuro prefeito. Às vésperas do casamento e da eleição - cujo resultado pode dificultar ainda mais a vida dos Inválidos -, Hana se questiona se a intervenção realmente tem efeito. Vivendo em um mundo dividido, Lena e Hana narram suas histórias em capítulos alternados. O que elas não sabem é que, em lados opostos da guerra, suas jornadas estão prestes a se reencontrar.

Nota: Esse é o terceiro livro da trilogia, por isso, a resenha poderá conter spoilers de Delírio e Pandemônio. Leia por sua conta e risco!

Resenha:

"Queríamos liberdade para amar. Queríamos liberdade para escolher. Agora, temos que lutar por isso." - Lena.

Delírio foi a primeira distopia que eu li - pois vamos combinar que A Seleção não é lá o melhor exemplo desse segmento - e tenho um enorme carinho pela história e os personagens. Amei o primeiro livro e mesmo o segundo sendo inferior à ele, também me ganhou e quase me matou com aquele final, por mais que fosse esperado por quase todos os fãs. E depois de muito tempo, enfim li a conclusão da trilogia de Lauren Oliver.

Antes mesmo de lê-lo, vi resenhas que me deixaram um pouco desanimados, pois todos entraram em um concesso de que a história terminou com um final aberto e se isso já é ruim em uma história normal, quem dirá em uma distopia. Talvez por isso tenha adiado tanto a leitura, mesmo com a curiosidade de ver o que aconteceria depois do final de Pandemônio, afinal Alex estava de volta. E é a partir desse plot que Réquiem começa, nos mostrando como Lena absorveu essa bomba. Diante disso, o relacionamento dela com Julian - e com o próprio Alex - não poderia estar pior.

São discussões atrás de discussões e muitos reclamaram que Lena focou-se mais em seu romance do que na guerra, mas discordo. Ela se doou por completo aos planos durante ao livro, mas era impossível que parte dela também não sofresse com o retorno de Alex e de sua mãe, Annabel. Foram cargas emocionais intensas que a personagem viveu desde o primeiro livro, por isso a entendi perfeitamente. Acho que a Lauren soube manter muito bem o equilíbrio entre o drama pessoal da personagem e sua participação na rebelião contra o governo.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Netflix compra os direitos de "Shadowhunters"!


A Netflix acaba de anunciar nesta sexta (18) que comprou os direitos de "Shadowhunters", e assim como acontece com "Better Call Saul" e "From Dusk Till Dawn", os episódios devem estar disponíveis no catálogo um dia após a exibição americana.

Ou seja, já no dia 13 de Janeiro, o episódio deverá estar disponível também para os assinantes brasileiros, já que a estreia oficial na ABC Freeform ocorre dia 12.

A série acompanha Clary Fray (Katherine McNamara), que descobre em seu aniversário de 18 anos que ela não é quem pensa que é, mas sim que vem de uma longa linhagem de Caçadores de Sombras – híbridos humano-anjos que caçam demônios. Quando sua mãe Jocelyn (Maxim Roy) é sequestrada, Clary é lançada num mundo de caça aos demônios com o misterioso Caçador de Sombras, Jace Wayland (Dominic Sherwood), e seu melhor amigo, Simon (Alberto Rosende). Agora vivendo entre fadas, feiticeiros, vampiros e lobisomens, Clary começa sua jornada de autodescobrimento enquanto aprende mais sobre seu passado e sobre o que seu futuro pode estar lhe reservando.

Para ler a resenha do primeiro livro, Cidade dos Ossos, clique aqui.

[Resenha] Os Instrumentos Mortais - Cidade dos Ossos | Cassandra Clare

Autora: Cassandra Clare
Editora: Galera Record
Páginas: 462
Classificação: 3.5/5 estrelas
Título Original: The Mortal Instruments - City of Bones

Quando Clary decide ir a Nova York se divertir numa discoteca, nunca poderia imaginar que testemunharia um assassinato - muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras.

Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer... Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria. 

Resenha:

Um mundo oculto está prestes a ser revelado... 

Depois de assistir a adaptação de Cidade dos Ossos em 2013, fiquei curioso para ler os livros,  mas fiquei adiando até que a saga foi cancelada no cinema e a série de TV anunciada. E em vista de que ela deverá ter bastante spoilers dos livros, decidi lê-los antes da mesma estrear. Porém, após finalizar este, vi que demorarei um pouco para ler os próximos.

Primeiramente, o começo do livro é muito lento. As cenas de ação são frenéticas, sim, assumo, mas parece que a história não sai do lugar nas 150 primeiras páginas. Para completar, não consegui gostar de Jace e Clary logo de cara. Ele era extremamente irritante com seu ego, enquanto ela não tem carisma algum. E como o foco dessa primeira parte é totalmente sobre eles, passei dias (!!) para sair dessa primeira parte da história. Mas, felizmente, a história sofre uma mudança na segunda parte e começamos a ver o verdadeiro Jace, que ainda se acha, mas ao menos usa isso de forma sarcástica e me arrancou algumas risadas.