quarta-feira, 27 de maio de 2015

[Resenha] As Gêmeas - Saskia Sarginson

Autora: Saskia Sarginson
Editora: Novo Conceito
Páginas: 320
Classificação: 3/5 estrelas
Título Original: The Twins

As gêmeas Isolte e Viola eram inseparáveis na infância, mas se tornaram mulheres muito diferentes: Isolte tem um emprego glamouroso em uma revista de moda de Londres, namora um fotógrafo e vive em um bairro descolado. Viola, desesperadamente infeliz, luta contra um transtorno alimentar e não faz questão de se ajustar a nenhum grupo. O que pode ter acontecido para levar as gêmeas a seguirem trajetórias tão desencontradas?

À medida que as duas jovens começam a reviver os eventos do último verão em família, terríveis segredos do passado vêm à tona – e ameaçam invadir suas vidas adultas.

Resenha:

Elas eram idênticas em todos os sentidos, até que o impensável as separou.

As Gêmeas é um livro um pouco desconhecido no Brasil. No Skoob, por exemplo, o número de leitores é bastante pequeno e eu mesmo não o conhecia até ver um vídeo no YouTube e me apaixonar pela capa. Aí a Novo Conceito fez minha felicidade ao colocar vários títulos em uma promoção de 9,90, incluindo esse. Infelizmente, a capa e o preço foram umas das poucas coisas que eu gostei no romance de Saskia Sarginson.

Começando pelas gêmeas, não consegui me identificar com as duas durante boa parte da história. Isso só foi acontecer lá pelos últimos capítulos, quando Isolte começa a descobrir algumas coisas - que não posso revelar por conta de ser spoilers. Na verdade, foi bem mais que isso. A partir de um determinado ponto da história, odiei as irmãs pelas atitudes que elas tomavam no passado. Ok, elas não estavam gostando do que estava acontecendo, mas determinada personagem não merecia a forma que elas a tratavam.

Porém com o fim se aproximando, entendi que esse tratamento era necessário para o plot twist da história - que acaba sendo previsível logo do início. Um ponto positivo é que esse acontecimento consegue conectar todas as pontas soltas da história e entendemos porque Issy e Viola tiveram caminhos tão distantes. Inclusive foi quando ele começou a ser desenvolvido lá pela metade do livro que comecei a ler sem conseguir largar o livro - o que aconteceu duas vezes antes disso. Também não gostei dos personagens secundários, apesar de que após a virada do livro, foi possível começar a torcer pelas irmãs e por um final feliz.

Achei a narrativa de Saskia muito monótona em certos momentos e algumas cenas poderiam ter sido cortadas sem alterar o final ou desenvolvimento do livro. Acho que essa demora e "cenas desnecessárias" é que causaram uma sensação de confusão nos leitores, que em certos momentos não sabiam se aquilo era passado ou presente - pois em determinado momento, quando já estamos familiarizados com a narrativa em 1ª pessoa (por Viola) ser a do passado e a em 3ª (por Issy) ser do presente; a de Viola começa a se alternar entre passado e presente.

O final é um pouco vago em relação ao que ocorre depois que os segredos vêm a tona, mas confesso que curti ter sido enganado por ele, pois pensei que aconteceria uma coisa, mas a situação se resolveu de outra forma. E no fim do livro tem uma entrevista com a autora que diz porque ela optou por esse desfecho. Não acho que ele prejudicou a leitura, até porque é meio óbvio o que acontece depois do ponto que a história parou. E não achei que o livro se encaixa no gênero Thriller; ele é mais um Drama, e se você for ler pensando isso, deverá curtir mais a leitura.

No geral, eu não leria novamente, mas não foi a pior história que já li. Acho que a segunda parte do livro - que começa de sua metade, mais ou menos - realmente é muito boa e consegue deixar o leitor curioso, mas não tira os pontos negativos que tirei ao concluir o livro.

terça-feira, 19 de maio de 2015

[Resenha] Inclassificável - Mel Fronckowiak

Autora: Mel Fronckowiak
Editora: Rubra
Páginas: 96
Classificação: 5/5 estrelas
Título Original: Inclassificável - Memórias da Estrada

A jovem artista de 25 anos é natural de Pelotas, no Rio Grande do Sul, e sempre nutriu o desejo de vivenciar a fundo a experiência de compartilhar sua escrita com outros olhos e "ouvidos".

Uma apaixonada por palavras, estreia com "Inclassificável", livro escrito durante a turnê do grupo "Rebelde", do qual fez parte como atriz e cantora, desvelando cada cantinho do país.

Resenha:

"Há um mundo inteiro para desclassificar lá fora." - Mel Fronckowiak.

Não só no processo de criação mas como no de publicação, Inclassificável rendeu uma história. Nenhuma editora queria publicá-lo pois o livro não tem nenhuma categoria definida - não é romance, não é distopia, não é fantasia e por aí vai -, até que a Editora Rubra o lançou. E agora que o li pela segunda vez, me pergunto: um livro realmente precisa de ter alguma classificação? Para vender certamente sim, mas para contar uma história, não. E é isso que Mel mostra com seu livro.

Muitas pessoas tem preconceito com o livro por achar que ele contará a história da banda Rebeldes. Realmente para quem foi fã da banda como eu vai saber e sentir tudo o que Mel narra durante o livro, porém como diz o subtítulo Memórias da Estrada, o foco são lembranças e experiências dela com a banda e com os lugares por onde percorreu. Mesmo se você não conheça ou não tenha acompanhado a banda, é possível sentir o que Mel quer passar através das suas palavras.

São palavras, pensamentos, poesias, crônicas. São sentimentos que Mel passou ao longo desses três anos que a banda durou. E assim como o próprio título diz, o livro é inclassificável. Ele pode ser considerado por alguns uma auto-biografia ou um livro de poemas por outros. Mas Inclassificável são memórias de um ser humano incrível que Mel é e deixa transparecer por suas palavras. Que venham muitos outros!

[Resenha] A Herdeira - Kiera Cass

Autora: Kiera Cass
Editora: Seguinte
Páginas: 392
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: The Heir

Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn, filha do casal. Prestes a conhecer os trinta e cinco pretendentes que irão disputar sua mão numa nova Seleção, ela não tem esperanças de viver um conto de fadas como o de seus pais… Mas assim que a competição começa, ela percebe que encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão impossível quanto parecia.

Resenha:

Trinta e cinco pretendentes e uma princesa. Uma nova seleção começou!

Quando Kiera Cass anunciou que escrevia novos livros de A Seleção, assim como muitos fãs, fiquei animado pois eu realmente gosto da trilogia original e dos personagens. E logo em seguida, foi anunciado que a história seguiria a filha de Maxon e America, o que deixou os fãs mais fervorosos pelo livro e para ver como seria o casal vinte anos depois de A Escolha.

Começando pela própria Eadlyn, entendo o porquê da personagem ser odiada por 70% dos leitores. Ela é realmente narcisista e irrita em alguns momentos. Muitos justificam esse comportamento pelo modo que ela foi criada, porém não podemos esquecer que seus irmãos desfrutaram da mesma criação, e não são nem um pouco como ela. Mas eu não acho que ela seja realmente desse jeito. Para mim, na verdade, ela é uma menina insegura. Isso é claramente mostrado na história, e acredito que ela repete tanto que é poderosa e que ninguém chega aos seus pés mais para confiar em si mesmo do que por achar que isso é verdade.

E juntando tudo isso vem a pressão que foi imposta nela desde criança, de que ela seria a herdeira do trono. Ela quer provar para si mesmo que é merecedora disso, mas principalmente, mostrar ao pai. Por isso, ela tem esse jeito narcisista, é modo de se auto proteger; além de deixar isso claro nas cenas que tem com Ahren. E também temos várias cenas onde ela é uma menina doce, principalmente quando está com Henri ou Erik - mostrando que ela não é tão egoísta como julgam.

sábado, 16 de maio de 2015

[Resenha] Uma Longa Jornada - Nicholas Sparks

Autor: Nicholas Sparks
Editora: Arqueiro
Páginas: 368
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: The Longest Ride

Aos 91 anos, com problemas de saúde e sozinho no mundo, Ira Levinson sofre um terrível acidente de carro. Enquanto luta para se manter consciente, a imagem de Ruth, sua esposa que morreu há nove anos, surge diante dele. Mesmo sabendo que é impossível que ela esteja ali, Ira se agarra a isso e relembra momentos de sua longa vida em comum: o dia em que se conheceram, o casamento, os dias sombrios da Segunda Guerra e seus efeitos sobre eles e suas famílias. Perto dali, Sophia Danko, uma jovem estudante de história da arte, acompanha a melhor amiga até um rodeio. Lá é assediada pelo ex-namorado e acaba sendo salva por Luke Collins, o caubói que acabou de vencer a competição. Eles começam a conversar e logo percebem como é fácil estarem juntos. Luke é completamente diferente dos rapazes da faculdade. Não mede esforços para ajudar a mãe e salvar a fazenda da família. Aos poucos, Sophia começa a descobrir um novo mundo e percebe que Luke talvez tenha o poder de reescrever o futuro que ela havia planejado. Isso se o terrível segredo que ele guarda não puser tudo a perder. Ira e Ruth. Luke e Sophia. Dois casais de gerações diferentes que o destino cuidará de unir, mostrando que, para além do desespero, da dificuldade e da morte, a força do amor sempre nos guia nesta longa jornada que é a vida. 

Resenha:

Assim como todos os outros de Nicholas Sparks, eu só me interessei em ler esse livro por conta da adaptação cinematográfica que teria duas atrizes que eu acompanho no elenco. Mas diferente de todos os outros que li, esse eu consegui ler antes de assistir o filme. Eu até gostei da leitura, mas de todas que já fiz do autor, essa foi a que menos me prendeu. E a grande culpa disso foram as partes de Ira na história.

A história de Sophia e Luke é um clichê, mas é um clichê que você se pega passando as páginas e até gostando do que é apresentado. Porém, o livro insiste em sempre cortar a história dos dois para intercalá-la com a de Ira e Ruth, que eu achei muito chata. E se você for parar para contar, vai ver que os capítulos de Ira são extremamente longos comparados aos de Luke ou Sophia. Por mais que as duas histórias se conectem, continuei achando a trama do casal desnecessária. Inclusive, essa conexão entre as duas histórias é bem feita. A conclusão parece caminhar para um caminho clichê, mas uma reviravolta acontece e ela termina de outro jeito - que também foi clichê, admito, mas esse clichê foi bem mais interessante de ver do que o primeiro que prevemos.

Agora falando dos personagens em si, gostei bastante de Sophia e de Luke, por mais que em certo momento, a primeira tenha me chateado com certa hipocrisia. Sua melhor amiga começa a sair com o seu ex e ela solta um "ah, é porque ele é charmoso", mesmo depois de todas as traições que ele fez com ela antes dessa. E depois faz uma cena por não aceitar a decisão de Luke de continuar nos rodeios para ajudar sua mãe, como se não fosse tonta ao ponto de perdoar a amiga por traí-la dessa forma. Não existe isso de ser charmoso, Marcia ficou com Brian porque quis e pouco se importou com a amiga.

Já Luke foi um bom personagem. Foi o típico "ser imperfeito, mas que é um anjo" que o Nicholas sempre cria, mas não foi irritante. Marcia, apesar de tudo, também não foi um desperdício - por mais que eu tenha ficado com a sensação de que o envolvimento dela com Brian começou bem antes do que foi mostrado. Inclusive, vale mencionar o quanto o elenco foi bem escalado. Britt Robertson, Scott Eastwood e Melissa Benoist têm todas as características físicas que Sophia, Luke e Marcia apresentam nos livros, principalmente Britt. É possível até dizer que o Nicholas escreveu Sophia pensando na atriz, porque quem conhece o trabalho dela vê o quanto Sophia é parecida com ela.

No geral, a história foi boa, eu realmente só achei desnecessário esse foco enorme na trama de Ruth e Ira. Se você gosta dos livros do autor ou de romances clichês, Uma Longa Jornada pode ser bom. Mas se não, é melhor pensar bastante antes de arriscar.

[Resenha] O Inverno das Fadas - Carolina Munhóz

Autora: Carolina Munhóz
Editora: Leya
Páginas: 304
Classificação: 3/5 estrelas
Título Original: O Inverno das Fadas

Existem pessoas normais em nosso planeta. Homens e mulheres simples que nascem e morrem sem deixar uma marca muito grande ou mesmo significativa na humanidade. Mas existem outros que possuem talentos inexplicáveis. Um brilho próprio capaz de tocar gerações. Como eles conseguem ter esses dons? De onde vem a inspiração para criar trabalho maravilhosos? São cantores com vozes de anjos, artistas com mãos de criadores e escritores imortais. Existe uma explicação para isso.

Sophia é uma Leanan Sídhe, uma fada-amante, considerada musa para humanos talentosos. Ela é capaz de seduzir e inspirar um homem a escrever um best-seller ou criar uma canção para se tornar um hit mundial. A fada dá o poder para que a pessoa se torne uma estrela, um verdadeiro ícone, ao mesmo tempo em que se aproveita da energia do escolhido para alimentar-se. Causando loucura. E morte.

Resenha:

A magia ocorre ao longo das estações. As piores no inverno...

Minha primeira experiência com os livros da Carolina Munhóz foi O Reino das Vozes Que Não se Calam, que achei muito bom e me surpreendeu bastante. Depois dele, adquiri Feérica, mas acabei adiando a leitura e optei por O Inverno das Fadas, pois além de uma capa linda, o livro traria uma história inovadora onde as fadas não seriam tão boas assim como os filmes da Disney nos mostram.

E começando por ela, de fato, a história é inovadora e interessante. Quem poderia imaginar que Fadas poderiam um dia matar seres humanos para sobreviver? Porém, a história não foi bem desenvolvida na primeira parte do livro que dura até pouco mais de 100 páginas. Isso, sem dúvida, pode fazer muitos desistirem da leitura. Antes de investir na história principal, a Carolina focou na protagonista do livro para que o leitor criasse uma conexão com ela. De fato, consegui entender os motivos de Sophia e que suas ações não são com más intenções, ela apenas precisa disso para viver. Apesar de alguns deslizes por parte da personagem, a achei bem interessante, no geral.

Infelizmente, não posso dizer o mesmo de William. Não consegui me identificar tanto com ele, pois mais que ele tenha algumas características parecidas comigo. O achei bastante passional em certos momentos, e ele não precisava aceitar sempre o que Sophia fazia ou causava em sua vida. O mesmo digo de Leila. Ela não se mostra uma personagem necessariamente ruim, mas não cheguei a torcer por ela. Na verdade, uma das sequências que mais gostei foi o embate dela com Sophia, onde esta joga umas verdades (e não verdades) para a amiga.

Um ponto que merece destaque é cada capítulo se iniciar com uma frase de alguma música. E não músicas que combinam perfeitamente com o clima da história, que se passa na Inglaterra durante o inverno. Mas focando na segunda parte da história, devo dizer que valeu a pena não ter desistido do livro. Ela prende o leitor com a possibilidade de William ter ou não um final feliz com Sophia - e com tudo que é apresentado durante o livro, ambos os finais podem ser seguidos, o que só aumenta a tensão. William pode não ser um bom personagem, mas é inegável que ele e Sophia são um bom casal.

Inclusive, esse é um ponto que precisa ser deixado claro. O Inverno das Fadas é um livro que equilibra a tensão da história com a tensão sexual, então ele não é tão leve quanto O Reino das Vozes Que Não Se Calam, sendo assim, não recomendado para crianças. Alguns diálogos também foram bem infantis, o que não resultou uma nota maior para o livro. Mas o resultado final foi positivo - porém, se a primeira parte tivesse sido desenvolvida com mais rapidez, o livro poderia ter se saído muito melhor.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Edição americana de "A Herdeira" virá com fotos de Eadlyn


Hoje (05/05) é o lançamento mundial de "A Herdeira" e com isso, as edições já começaram a ter fotos divulgadas na internet pelos fãs. E uma das edições americanas chamou atenção por vir com fotos de Eadlyn. Ainda não foi informado se as fotos são somente da personagem, ou se os Selecionados e até Maxon e America ganharam espaço no álbum.

Infelizmente, essa edição não poderá ser replicada no Brasil pois a Editora Seguinte informou que ela é uma edição especial que a Kiera escreveu para a Barnes & Nobel, que já disponibilizou a edição para venda.

Mas a Seguinte também preparou lindas edições para o Brasil: a edição comum que virá com um marcador do livro e outra edição com capa dura exclusiva para a Saraiva. Saiba mais aqui.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Will Poulter vai ser a "Coisa" da nova adaptação de "It: Uma Obra Prima do Medo"


O livro "It – Obra Prima do Medo", um dos maiores sucessos de Stephen King, vai ganhar um remake e o protagonista que viverá o palhaço "Coisa" já foi definido: Will Poulter, que atuou em "Maze Runner - Correr ou Morrer".

A notícia foi divulgada pela Variety. Essa será a segunda adaptação do livro - a primeira foi um telefilme em 1990. Apesar de jovem, a publicação garante que o diretor do filme, Cary Fukunaga se convenceu do talento do ator após sua audição.

A nova adaptação será feita em formato de longa-metragem, mas o diretor garantiu que terá uma boa solução para exibir o filme nesse formato - afinal, o livro é enorme e esse foi um dos motivos para a primeira adaptação ter sido um telefilme de mais de duas horas.

"A Herdeira" será lançado com capa dura!


Amanhã é o lançamento mundial de "A Herdeira". Pensando nisso, a Editora Seguinte resolveu deixar os fãs mais ansiosos e divulgou que o livro terá uma edição de capa dura, exclusiva para a Saraiva.

Também foi divulgado pela editora que as edições normais virão com um marcador do livro. A edição especial csta 34,90 e pode ser adquirida aqui. Já as edições normais estão disponíveis em vários sites, como o Submarino e a Cultura.

Vale lembrar ainda que a Seguinte realizará eventos em várias cidades para divulgar o lançamento do livro. Confira se sua cidade foi selecionada aqui.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Leituras do Mês de Abril + Book Haul


Assim como Março, aproveitei Abril para me atualizar em várias séries atrasadas, então foram poucas leituras. Comecei o mês finalizando Sonhos, da Alyson Noël. Não foi um dos melhores livros e não me conquistou muito - e a diagramação com letra minúscula também não ajudou -, mas darei uma chance para a série. A resenha está aqui.

Depois comecei Beijos Infernais, uma coleção de contos da Galera Record. Assim como Formaturas Infernais, me decepcionou e só dois contos funcionaram. A resenha pode ser lida aqui.

Terminando Beijos, fui para Amores Infernais. Eu sei que disse na resenha de Beijos que provavelmente não leria ele logo em seguida, mas achei melhor pois eram histórias curtas e eu teria mais como priorizar as séries. Leia a resenha aqui.

Depois dos dois livros de contos comecei O Inverno das Fadas, da Carolina Munhóz. Eu adorei O Reino das Vozes Que Não se Calam e como queria conhecer mais livros da Carol - e esse é uma das capas que acho mais linda - resolvi lê-lo. A resenha ainda não está feita, mas já adianto que não é tão bom quanto O Reino.

Por fim, comecei Uma Longa Jornada já que o filme estreou ontem (30/04) nos cinemas e quero assisti-lo após ler o livro. Ainda estou na metade dele, então a resenha sairá mais para a frente.

Book Haul


Nesse mês, eu comprei O Inverno das Fadas e seria o único que eu compraria, mas a Novo Conceito e a Arqueiro colocaram seus livros mais antigos por apenas 9,90 nas Lojas Americanas, e eu acabei comprando vários que já estavam na minha wishlist: Paperboy, Uma Longa Jornada (que eu fiquei surpreso por estar nessa promoção, afinal com o lançamento do filme a tendência era ter subido o preço), Dente Por Dente - infelizmente o estoque do primeiro livro havia acabado -, Preces e Mentiras e As Gêmeas.