Autora: Candace Bushnell
Editora: Galera Record
Páginas: 412
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: City and the Summer
Em Nova York, os verões são mágicos. E Carrie está apaixonada - pela cidade, pelo clima, pelos vizinhos malucos do bairro, pelos brechós, pelas festas e, é claro, por um homem glamouroso que a faz perder o chão. Mas o melhor de tudo: ela está frequentando um curso de escrita criativa. Finalmente os primeiros passos para concretizar seu grande sonho!
Enquanto ficar em paz com seu passado vai se mostrando impraticável, Carrie percebe que ser alguém em Nova York é muito mais complicado do que imaginava. Ela sabe que não se livrou de seu lado provinciano, ainda é um 'passarinho,' como diz Samantha Jones, mas está se esforçando. O verão na Big Apple guarda muitas surpresas para Carrie. A questão é: ela vai sobreviver?
Nesta continuação de Os Diários de Carrie, Candace Bushnell usa mais uma vez seu humor inteligente e refinado para revelar como Carrie conheceu Samantha e Miranda e, consequentemente, mostrar como uma garota do interior se tornou um dos maiores ícones da cidade de Nova York e do nosso tempo.
Resenha:
A festa vai começar em Nova York.
Gosto bastante de The Carrie Diaries, então isso foi motivo suficiente para eu querer conhecer a duologia que inspirou a série - que, curiosamente, também só durou duas temporadas. O primeiro foi uma ótima leitura e me lembrou de vários momentos e a essência da série, mesmo com algumas mudanças, por isso queria logo ler a continuação.
Começando pelos personagens, Carrie continua ótima. É fácil torcer por ela, principalmente por sua determinação em realizar seus sonhos; assim como Samantha e toda sua confusão em torno de seu noivado. Ela me lembra muito a da série, por isso a adoro. Temos ainda o retorno de Maggie e Donna, personagens do livro anterior, mas a primeira continua chata e a segunda é bem rápida - apesar de ser bom revê-la. Mas fiquei bastante feliz pelo livro introduzir Miranda e Charlotte. Nunca vi Sex and the City, mas sei que elas são as duas últimas integrantes do quarteto com Carrie e Charlotte, e o spin-off não teve tempo de introduzi-las. Gostei das duas, apesar da participação de Charlotte ser menor.
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sábado, 9 de fevereiro de 2019
domingo, 18 de setembro de 2016
[Resenha] Os Diários de Carrie - Candace Bushnell
Autora: Candace Bushnell
Editora: Galera Record
Páginas: 400
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: The Carrie Diaries
Os Diários de Carrie começa no último ano de Carrie do ensino médio. Ela e seus melhores amigos Walt, Lali, Maggie são inseparáveis. E então Sebastian Kydd entra em cena. Sebastian é um bad boy, intrigante e imprevisível.
Carrie está em um relacionamento que ela sempre quis ter na escola, até que a traição de um amigo a faz questionar tudo. Com seus tempos de colégio chegando ao fim, Carrie vai perceber que chegou finalmente a hora de ir atrás de tudo o que ela sempre quis. Os fãs de Carrie vão aprender sobre seus antecedentes familiares – como ela encontrou seu talento para a escrita, e a impressão que suas amizades e relacionamentos deixaram sobre ela.
Resenha:
Carrie Bradshaw era uma garota do interior, mas sabia onde queria chegar...
Apesar de nunca ter me interessado para assistir Sex and the City, assim que a emissora CW confirmou a produção de The Carrie Diaries, que contaria a adolescência da protagonista da série, fiquei ansioso por sua estreia. Parte disso foi por conta de AnnaSophia Robb e Austin Butler serem confirmados como os protagonistas, mas quando a estreia ocorreu comprovei que a série era mesmo boa. E, como sempre, se existe um livro que inspirou algo que eu vi/vejo, quero lê-lo. E tal vontade só aumentou quando o seriado foi cancelada na segunda temporada.
Felizmente, ao terminar o livro posso afirmar o quanto as duas obras são extremamente parecidas. Claro que há mudanças (como corte de alguns personagens), mas a motivação de ambas mídias é a mesma. Várias cenas do livro foram colocadas na série, sem nenhuma mudança e se você tiver assistido a série antes como eu (ou vice-versa), vai reviver elas assim que ler. Por se passar nos anos 80, a história acrescenta muito do machismo da época, como só os meninos poderem escrever artigos no jornal da escola ou pregar a peça anual dos formandos sobre os diretores, por exemplo. Mas Carrie, claro, está aqui para quebrar todos essas oposições machistas.
Editora: Galera Record
Páginas: 400
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: The Carrie Diaries
Os Diários de Carrie começa no último ano de Carrie do ensino médio. Ela e seus melhores amigos Walt, Lali, Maggie são inseparáveis. E então Sebastian Kydd entra em cena. Sebastian é um bad boy, intrigante e imprevisível.
Carrie está em um relacionamento que ela sempre quis ter na escola, até que a traição de um amigo a faz questionar tudo. Com seus tempos de colégio chegando ao fim, Carrie vai perceber que chegou finalmente a hora de ir atrás de tudo o que ela sempre quis. Os fãs de Carrie vão aprender sobre seus antecedentes familiares – como ela encontrou seu talento para a escrita, e a impressão que suas amizades e relacionamentos deixaram sobre ela.
Resenha:
Carrie Bradshaw era uma garota do interior, mas sabia onde queria chegar...
Apesar de nunca ter me interessado para assistir Sex and the City, assim que a emissora CW confirmou a produção de The Carrie Diaries, que contaria a adolescência da protagonista da série, fiquei ansioso por sua estreia. Parte disso foi por conta de AnnaSophia Robb e Austin Butler serem confirmados como os protagonistas, mas quando a estreia ocorreu comprovei que a série era mesmo boa. E, como sempre, se existe um livro que inspirou algo que eu vi/vejo, quero lê-lo. E tal vontade só aumentou quando o seriado foi cancelada na segunda temporada.
Felizmente, ao terminar o livro posso afirmar o quanto as duas obras são extremamente parecidas. Claro que há mudanças (como corte de alguns personagens), mas a motivação de ambas mídias é a mesma. Várias cenas do livro foram colocadas na série, sem nenhuma mudança e se você tiver assistido a série antes como eu (ou vice-versa), vai reviver elas assim que ler. Por se passar nos anos 80, a história acrescenta muito do machismo da época, como só os meninos poderem escrever artigos no jornal da escola ou pregar a peça anual dos formandos sobre os diretores, por exemplo. Mas Carrie, claro, está aqui para quebrar todos essas oposições machistas.
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