domingo, 31 de janeiro de 2016

[Resenha] Radiante - Alyson Noël

Autora: Alyson Noël
Editora: Intrínseca
Páginas: 174
Classificação: 3/5 estrelas
Título Original: Radiance

Algum tempo após o acidente de carro que a matou, Riley Bloom deixou sua irmã, Ever, no mundo que conhecemos e atravessou a ponte da vida após a morte até um lugar chamado Aqui, onde o tempo é sempre Agora. Riley reencontrou os pais, também vítimas do desastre, e Buttercup, o cão da família. Todos estavam se adaptando a uma morte boa e tranquila, até que ela foi chamada perante o Conselho e um segredo lhe foi revelado: a pós-vida não significa simplesmente uma eternidade de lazer. Riley tem tarefas a realizar. Ela é designada como Apanhadora de Almas, e Bodhi, um garoto diferente, que ela não consegue decifrar muito bem, é seu guia.

Riley, Bodhi e Buttercup voltam à Terra para sua primeira tarefa: fazer o Menino Radiante, que há anos assombra um castelo na Inglaterra, atravessar a ponte. Muitos Apanhadores de Almas já tentaram convencê-lo e não obtiveram sucesso. Mas isso foi antes que o menino conhecesse Riley...

Nota: Essa série é um spin-off da saga Os Imortais.

Resenha:

Bem vindos a Aqui e Agora.

Eu sou grande fã da saga Os Imortais e, consequentemente, me interessei em ler a saga de Riley, irmã de Ever, quando a mesma foi anunciada. Porém adiei e muito a leitura pois ao ver como o livro era fininho, ele não deveria ter uma história tão grande e podia esperar. E agora, ao finalizar a leitura, comprovei que isso é meio verdade. O livro realmente não tem uma história grande e nem a achei tão envolvente quanto Os Imortais, além de que o plot principal é resolvido nesse livro inicial. O que salvou a história foram dois plot twists que são inesperados e mudam toda a visão do leitor sobre o Garoto Radiante.

Outro ponto que me irritou foi a repetição exagerada do "bem" na narrativa. Entendo que Alyson inseriu como uma característica de Riley, que muda de opinião à todo momento, mas a palavra foi utilizada mais de 40 vezes (!!) em um livro com menos de 200 páginas. Também demorei a me acostumar com o termo Aqui e Agora para se referir ao lugar onde a garota estava.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

[Dica de Série] Gossip Girl + #GossipGirlDay


Quem assiste séries, em algum momento deve ter ouvido falar de Gossip Girl. Iniciada em 19 de Setembro de 2007 no canal CW, a série rapidamente tornou-se um fenômeno mundial e tornou o canal conhecido - para se ter uma ideia, na China nenhum canal a exibia, o que a tornou o produto mais baixado no país. E a prova de que o fandom ainda está ativo foi que hoje, mesmo quatro anos após o fim do seriado, a tag #GossipGirlDay ficou em primeiro nos TT's mundiais, inclusive no Brasil.


GG foi a segunda série que eu comecei a ver, em 2008, e é a minha preferida até hoje. Por isso, não poderia deixar passar em branco o dia 20 de Janeiro, que foi proclamado por Michael Bloomberg, ex-prefeito de Nova York (onde ocorriam as gravações) como dia de Gossip Girl. Segundo Bloomberg, a utilização da cidade como cenário contribuiu com mais de 100 mil empregos e também com o turismo - havia até um ônibus onde os turistas que visitavam o local, passeavam pelos sets de gravação. Agora que o título do post está explicado, vamos conhecer a série?

A trama segue Serena, quando ela retorna ao Upper East Side (um dos bairros mais famosos de Manhattan) após ter ficado seis meses em um internato e se mantido fora do alcance de amigos e conhecidos. Porém, o retorno da loira gera ainda mais confusões, já que Blair, sua melhor amiga, começa a exclui-la socialmente como punição pela total perda de contato durante sua ausência. Para piorar, Nate, o namorado de Blair, sempre foi apaixonado por Serena e sente-se balançado ao revê-la; assim como Dan, o "garoto invísivel" que sempre a amou. E todos esses - e outros - acontecimentos são narrados por uma blogueira anônima, que usa o pseudônimo "Gossip Girl". E ela está mais do que ansiosa com a volta da Serena, já que a loira sempre foi sua vítima preferida.


Por essa breve sinopse, todos pensam que a série é fútil e quase uma Malhação americana. E no começo, ela é isso mesmo. Mas o melhor é ver como a cada episódio e por baixo de todo essas intrigas e traições, os personagens são humanos e passam pelo mesmo problemas que nós. Blair sofre com sua auto-estima e a separação dos pais; Serena só quer ser uma pessoa melhor, enquanto todos - até sua própria mãe - acreditam que sua nova fase é uma farsa; Chuck tem um pai ausente; Nate sofre pressão dos pais para ser o melhor em tudo; e por aí vai. E são várias e várias reviravoltas, principalmente no final da primeira temporada, onde descobrimos o porquê de Serena ir embora. É impossível não entender a ação da personagem depois que a verdade vem à tona.


E se você gosta de romance, a série ainda possui casais ótimos. Ao longo das seis temporadas, inúmeros - e improváveis - namoros acontecem, como Blair e Chuck. Os dois nem são amigos no começo (para não falar inimigos), mas acabaram virando o casal queridinho dos fãs. Eles passam por inúmeros problemas, principalmente a partir da metade da 2ª temporada. Dan e Serena são os meus favoritos e também passam por vários momentos, principalmente devido o garoto ser pobre e impopular. A prova de que os personagens são tão bem desenvolvidos é que amamos até os vilões, como Georgina, Damien, entre outros. Até os pais possuem dos adolescentes possuem graves segredos, que vão sendo descobertos ao longo dos episódios.


E juntando-se à tudo isso, ainda temos a trilha sonora. Desde Young Folks à Apologize, as músicas sempre "casam" com as cenas - principalmente as que tocam no final de cada episódio. Até Secret, tema de abertura de Pretty Little Liars, também foi executada no seriado. E varios quotes dos personagens e da Gossip Girl são ótimos, como um onde ela diz que "Quem planta vento colhe tempestade". Sem dúvidas, recomendo a série. Deixe o preconceito de lado e dê uma chance. No total, são seis temporadas e 121 episódios, todos disponíveis na Netflix.

E para quem não sabe, a série é baseada nos livros de Cecily Von Ziegesar. Até o momento, li os cinco primeiros e todos já foram resenhados aqui no blog. Para saber mais, basta clicar aqui. E se você ficou curioso, abaixo estão duas promos da 1ª temporada:



I know you love me, XoXo

domingo, 24 de janeiro de 2016

[Resenha] O Mundo das Vozes Silenciadas - Carolina Munhóz & Sophia Abrahão

Autora: Carolina Munhóz e Sophia Abrahão
Editora: Rocco
Páginas: 288
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: O Mundo das Vozes Silenciadas

Nota: A resenha pode conter spoilers do primeiro livro, O Reino das Vozes Que Não se Calam. E essa leitura se encaixa na quinta categoria do Desafio Literário #EuLi 2016, onde o livro deve ser uma fantasia.

Anos após ter deixado o Reino das vozes que não se calam para trás, Sophie começou a trabalhar como assistente de uma famosa banda de rock. Enquanto tenta lidar com os desafios de sua nova vida, a jovem não imagina que em breve será chamada de volta para o seu mundo mágico. E muito menos o quanto sua longa ausência foi prejudicial para o Reino. Será que ela precisará decidir outra vez entre a realidade e a fantasia? 

Resenha:

"Lembre-se, princesa: existe magia até mesmo na dor."

Eu adorei O Reino das Vozes Que Não se Calam, então fiquei muito feliz quando a continuação foi anunciada. E mais feliz ainda ao finalizar a leitura e ver que o livro manteve o nível do anterior.

Começando por Sophie, a personagem está muito mais madura do que no primeiro livro. Ela está segura de si, com um alto astral e quando as inseguranças do passado começam a voltar, ela as encara de frente. Seu namoro com Léo acabou devido o rapaz ter se deslumbrado com a fama e agora ela está com Nicholas, o qual eu prefiro, sem dúvidas nenhuma. Nicholas é muito bem desenvolvido e sempre preocupado com Sophie e as pessoas ao seu redor, e me identifiquei bastante com ele nesse ponto.

Já Léo perdeu todos os pontos que ganhou comigo no livro anterior e não consegui gostar dele novamente. E como estou cansado de triângulos, acompanhar esse por uma boa parte da história foi um pouco maçante. Mas entendo que era necessário para o desenvolvimento da história e achei uma decisão acertada o final que ele recebeu. Já esperava por isso e no lugar das autoras, faria o mesmo. Os demais personagens também são cativantes, principalmente Samantha que é a típica garota problemática que você ama ou odeia (ou os dois ao mesmo tempo); e ainda tivemos retornos de todos os personagens do livro anterior, e assim pudemos ver como todos estão agora.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

[Primeiras Impressões] Shadowhunters - 1x01: The Mortal Cup (Series Premiere)


''We're Shadowhunters." - Lispector, Jace.

Review:
(Spoilers Abaixo)

Parece que foi ontem que os filmes de Os Instrumentos Mortais foram cancelados, e a ABC Family comprou os direitos e anunciou a série, né? Isso tudo aconteceu em Maio de 2015 e, desde então, o que resumiu os fãs foi nervosismo para ver como tudo ia ser adaptado, quem seria quem no novo cast etc. Agora, quase um ano depois, a série estreou e aqui estamos para ver o que rolou nessa Premiere. Prontos para embarcar no mundo dos Caçadores de Sombras?

Ao longo dos 13 episódios desta temporada inicial, iremos acompanhar Clary Fray, que descobre em seu aniversário que não é quem pensa que é, mas sim que vem de uma longa linhagem de Caçadores de Sombras – híbridos humano-anjos que caçam demônios. Quando sua mãe Jocelyn é sequestrada, a garota e seu melhor amigo, Simon, são lançados num mundo de caça aos demônios com o misterioso Jace Wayland e seus parceiros, Isabelle e Alec Lightwood. Agora vivendo entre fadas, feiticeiros, vampiros e lobisomens, Clary começa sua jornada de autodescobrimento enquanto aprende mais sobre seu passado e sobre o que seu futuro pode estar lhe reservando.

É óbvio que o enredo sofreu mudanças em relação aos livros, mas até o momento a única que me incomodou foi a exclusão de Dorothea. A feiticeira tem cenas importantes no primeiro livro - principalmente aquela que envolve o Cálice do título do episódio -, mas na série introduziram-na como uma adolescente. Pior, a eliminaram logo na primeira briga dos demônios com Jocelyn. Entretanto, algumas mudanças foram benéficas, como a idade dos personagens. Enquanto nos livros eles têm entre 15 e 17 anos, aqui todos parecem ter mais de 18 - a única confirmada com essa idade até agora foi Clary. Essa alteração deverá ajudar bastante os roteiristas na abordagem de assuntos "mais fortes".


E ao que parece, toda a temporada irá se basear em Cidade dos Ossos, diferente do habitual onde o primeiro volume é sempre todo adaptado no Piloto. Essa decisão foi mais do que certa, pois existem muitos termos confusos no livro e jogar todos em um único episódio poderia causar a desistência de quem não o leu. Além disso, quem leu sabe que nas páginas finais ocorrem vários plots twist que nos deixam com a cara na poeira, então quanto mais o público se apegar aos personagens, mais chocante as revelações serão. Certamente quem não conhece os livros ficou curioso para descobrir mais sobre os Caçadores e porquê o Cálice Mortal é tão importante. O único ponto negativo na história são os efeitos especiais. Alguns chegam a ser risíveis e os mais ligados nesse aspecto ficarão incomodados. Pelas promos e trailers liberados, eu já havia visto que seriam nesse nível, por isso já estava "conformado".

Agora, sobre os atores, não tenho do que reclamar. Como eu lembrei no começo, toda uma polêmica se criou quando a emissora anunciou que o elenco seria reformulado, mas o atual é muito melhor que o do filme e todos estão confortáveis em seus papéis, exceto Katherine McNamara. Suas cenas foram medianas e pouco convincentes. Lily Collins conseguiu captar muito melhor o medo da personagem nos filmes e poderiam ter tentado manter ao menos ela no novo cast, mas essa questão já é caso perdido, espero que Kat evolua e mostre que pode ser uma boa Clary. De todos, Alberto Rosende é o melhor. É impossível não rir das falas de Simon e pensar em outra pessoa para o papel. Matthew Daddario também é o Alec perfeito; Dominic Sherwood deu um ar mais leve para Jace, que era muito sério no filme; e Emeraude Toubia conseguiu mostrar quem é Izzy, porque a atriz do filme era tão ruim que a personagem parecia uma figurante aleatória.

E assim encerramos a primeira review da série! Apesar de alguns pequenos erros, o episódio foi bom no geral e espero que desta vez dê tudo certo. Ah, e para quem não sabe, a Netflix comprou os direitos da série e os episódios entrarão no catálogo no dia seguinte à exibição americana, com aúdio e legendas em português. Sem dúvidas é uma boa notícia, pois quem conhece a ABC Family (ou Freeform, como preferirem), sabe que ela tem uma lista extensa de séries canceladas, então caso isso aconteça com Shadowhunters, a Netflix pode continuar sem problemas. E não, não sou pessimista, apenas já sofri demais nas mãos da emissora. Mas não vamos sofrer antes do tempo, não é? Vamos apenas curtir a série.

sábado, 9 de janeiro de 2016

[Resenha] Beleza Perdida - Amy Harmon

Autora: Amy Harmon
Editora: Verus
Páginas: 336
Classificação: 3.5/5 estrelas
Título Original: Making Faces

Ambrose Young é lindo — alto e musculoso, com cabelos que chegam aos ombros e olhos penetrantes. O tipo de beleza que poderia figurar na capa de um romance, e Fern Taylor saberia, pois devora esse tipo de livro desde os treze anos. Mas, por ele ser tão bonito, Fern nunca imaginou que poderia ter Ambrose… até tudo na vida dele mudar.

Beleza perdida é a história de uma cidadezinha onde cinco jovens vão para a guerra e apenas um retorna. É uma história sobre perdas — perda coletiva, perda individual, perda da beleza, perda de vidas, perda de identidade, mas também ganhos incalculáveis. É um conto sobre o amor inabalável de uma garota por um guerreiro ferido.

Resenha:

Depois do fim, somente um amor inabalável pode nos ajudar a recomeçar.

Desde que a Editora Verus divulgou a capa de Beleza Perdida, fiquei curioso para ler a história, mas ainda assim um sentimento de que seria mais um clichê me veio. Esperei um tempo, li resenhas e depois de todas falando bem da história, resolvi dar uma chance. E após finalizar a leitura, ainda sinto um sentimento misto sobre a história e os personagens.

Começando pelos personagens, não tenho do que reclamar, pois gostei de todos, principalmente Bailey, Fern e Ambrose. É fácil identificar-se com eles e com seus problemas, pois Amy criou personagens com medos e decepções reais, que podem acontecer com qualquer pessoa. Mas de todos, o que mais me identifiquei foi Ambrose. Mesmo que a narrativa seja em terceira pessoa e intercalada entre vários personagens (e Fern ganhe um pouco mais destaque sobre os outros), a dor de Ambrose é a mais forte, na minha opinião. Não posso falar o motivo porque seria um spoiler gigantesco, mas no lugar dele, acho que também não saberia o que fazer.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

[Resenha] Harry Potter e a Pedra Filosofal - J.K. Rowling

Autora: J.K. Rowling
Editora: Rocco
Páginas: 224
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Harry Potter and the Philosopher's Stone

Conheça Harry, filho de Tiago e Lílian Potter, feiticeiros que foram assassinados por um poderosíssimo bruxo, quando ele ainda era um bebê. Com isso, o menino acaba sendo levado para a casa dos tios que nada tinham a ver com o sobrenatural pelo contrário. Até os 10 anos, Harry foi uma espécie de gata borralheira: maltratado pelos tios, herdava roupas velhas do primo gorducho, tinha óculos remendados e era tratado como um estorvo. No dia de seu aniversário de 11 anos, entretanto, ele parece deslizar por um buraco sem fundo, como o de Alice no país das maravilhas, que o conduz a um mundo mágico. Descobre sua verdadeira história e seu destino: ser um aprendiz de feiticeiro até o dia em que terá que enfrentar a pior força do mal, o homem que assassinou seus pais, o terrível Lorde das Trevas. 

O menino de olhos verdes, magricela e desengonçado, tão habituado à rejeição, descobre, também, que é um herói no universo dos magos. Potter fica sabendo que é a única pessoa a ter sobrevivido a um ataque do tal bruxo do mal e essa é a causa da marca em forma de raio que ele carrega na testa. Ele não é um garoto qualquer, ele sequer é um feiticeiro qualquer; ele é Harry Potter, símbolo de poder, resistência e um líder natural entre os sobrenaturais. 

Resenha:

Bem-vindo à Hogwarts!

Começar Harry Potter era uma das metas literárias que eu tinha para 2015 e, felizmente, consegui cumprir! Primeiramente, sobre o mundo criado por J.K. Rowling: é tudo tão bem detalhado e consciente, que torna-se quase impossível não acreditar que é "real". As quatro casas são chamativas e cada uma com suas qualidades, principalmente Grifinória e Sonserina, afinal, os personagens mais desenvolvidos nesse volume são de uma das duas.

A história desse primeiro volume (onde Harry, Hermione e Rony tentam proteger a Pedra Filosofal) é, ao mesmo tempo, leve e viciante. E mesmo lendo o livro durante a época do Natal - onde as coisas ficam corridas e leituras são interrompidas -, não consegui largá-lo até terminar. Não posso falar muito pois o livro é curto e qualquer informação pode ser um spoiler, mas a conclusão é surpreendente, nem passou pela minha cabeça.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

[Dica de Série] How to Get Away With Murder


E aí, pessoal! Prontos para mais uma série? E a de hoje é How to Get Away With Murder, uma das novas sensações do momento.

A série é de Shonda Rhimes (criadora de Grey's Anatomy) e acompanha estudantes de Direito que se inscrevem para as aulas de Annalise Keating, uma rigorosa e brilhante professora de defesa criminal. Como de costume, ela separa alguns para a acompanharem de perto, sendo eles: Wes, Connor, Michaela, Laurel e Asher. Logo, os quatro primeiros se verão envolvidos em um assassinato que vai agitar toda a universidade e mudar o curso de suas vidas.

(Connor, Michaela, Asher, Wes, Laurel e Annalise)
Vários amigos meus começaram a assistir a série e sempre repetiam que ela era foda e, ao começá-la, pude comprovar que tudo que o que falavam era a mais pura verdade. A trama é viciante e tem uma história cheia de suspense, sempre com aquele final de episódio que é impossível não ver o próximo em seguida. E a cada episódio - que se intercala entre a noite do crime e o presente -, vamos descobrindo que nada é o que parece ser. Não sou muito fã de direito e é uma das faculdades que não está nas minhas opções, mas é impossível não viciar nesse mundo por causa da série.

E assim como a história, os personagens são todos bem desenvolvidos. Além de Annalise, claro, os meus favoritos são Connor e Michaela, o primeiro principalmente. Ele consegue roubar toda a cena para si com seus "meios" de conseguir provas para os casos. Enfim, não posso falar muito porque você descobrindo ao longo dos episódios é muito mais interessante.

Terminei a primeira temporada em dois dias e confesso que só não comecei a segunda porque ela ainda está em exibição nos EUA e não chegou na Netflix, que já disponibiliza os 15 episódios da primeira em português e no aúdio original com legendas. Já na TV paga, a série é exibida pelo Canal Sony, então não há desculpas para não embarcar nessa história.

domingo, 3 de janeiro de 2016

[Desafio Literário] #EuLi 2016

Oi, pessoal! Espero que vocês tenham começado muito bem 2016. E se estiverem dispostos a participar de um desafio, eu venho convidá-los para o #EuLi 2016, que a Alice do Seguindo o Coelho Branco está realizando. Confiram abaixo os itens:


No desafio, é possível resenhar os livros ou apenas tirar uma foto do livro e marcar a Alice no Instagram (@siguindoocoelhobranco). E vai rolar um sorteio no final do ano, então se quiserem participar dele, inscrevam-se no formulário que ela está disponibilizando. Mais informações sobre o desafio e o formulário vocês encontram AQUI.

Eu já pensei em algumas opções para as categorias, agora é ver se eu consigo completar haha. Desejo sorte à todos vocês e um ano de ótimas leituras!