Autora: Sarah J. Maas
Editora: Galera Record
Páginas: 658
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Empire of Storms
No quinto livro da série, Império de Tempestades, a trajetória intrigante e repleta de ação de Aelin Galathynius continua: ela atravessa e sobrevive à prisão, traições, perda de amigos e amores. Agora, deve vencer seu maior medo para salvar o mundo. E a tarefa não é fácil.
Com a vida e poder jurados ao povo que está determinada a salvar, a antiga assassina, conhecida como Celaena Sardothien, colocará a própria segurança em risco para proteger os seus.
Mais que nunca, Aelin precisa de Rowan, de Dorian e de todos os aliados para conseguir descobrir a localização da relíquia sagrada capaz de banir de seu mundo a ameaça valg e os horrores libertados em Morath. Chegou a hora de levantar os exércitos de Erilea. De cobrar velhas dívidas... É hora de marchar contra o mais supremo dos males. E confiar na pureza de seu coração para trazer a luz.
Nota: A resenha pode conter spoilers dos livros anteriores.
Resenha:
A luta pelo Trono. Uma guerra contra a escuridão.
Trono de Vidro é uma das séries que mais me conquistou nos últimos tempos, porque a cada livro, os personagens e o universo crescem mais. E em Império de Tempestades não foi diferente. Como havia comprado a edição de tomos separados, mencionarei alguns personagens dessa forma, mas a resenha contém a opinião geral dos dois.
O ponto alto do Tomo 1 foi Elide e Lochan. A interação dos dois me envolveu totalmente, assim como a viagem para chegarem até Aelin. Elide foi uma grata surpresa do livro anterior, por isso foi ótimo ver mais dela aqui — e de Lochan também. Já na segunda parte, Dorian e Manon roubaram toda a cena e assim como dos dois primeiros, suas cenas eram as mais interessantes, tanto quando interagiam ou sozinhos. O mesmo com Lysandra: ela é uma das personagens que mais vem crescendo na série e espero que isso continue, pois ela é ótima.
sábado, 30 de maio de 2020
quinta-feira, 28 de maio de 2020
[Resenha] Fahrenheit 451 - Ray Bradbury
Autor: Ray Bradbury
Editora: Biblioteca Azul | Globo
Páginas: 215
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Fahrenheit 451
Fahrenheit 451, de Ray Bradubury, descreve um governo totalitário, num futuro incerto, mas próximo, que proíbe qualquer livro ou tipo de leitura, prevendo que o povo possa ficar instruído e se rebelar contra o status quo.
Tudo é controlado e as pessoas só têm conhecimento dos fatos por aparelhos de TVs instalados em suas casas ou em praças ao ar livre. A leitura deixou de ser meio para aquisição de conhecimento crítico e tornou-se tão instrumental quanto a vida dos cidadãos, suficiente apenas para que saibam ler manuais e operar aparelhos.
O protagonista, Guy Montag, é um bombeiro que tem certeza de que seu trabalho é a coisa mais certa a fazer. Mas tudo muda quando ele conhece e passa a conversar com a adolescente Clarisse, sua vizinha, e que possui pensamentos diferentes sobre livros. A partir desse encontro, Guy começa a questionar os ideais e crenças que cultivou desde a infância.
Resenha:
"Se não quiser um homem politicamente infeliz, não lhe dê os dois lados de uma questão para resolver; dê-lhe apenas um. Melhor ainda, não lhe dê nenhum." (pág. 86).
Fahrenheit 451 sempre foi um livro que me despertou curiosidade não só por sua importância para a literatura, mas pelo enredo intrigante. E agora, após lê-lo, entendo o porque ele é tão apreciado. É um dos livros que chega até a ser difícil resenhar, mas tentarei.
Começando pelos personagens, todos são importantes na trama. Montag não nos conquista de cara, apesar de conseguirmos entendê-lo — o que é compreensível, já que sua virada é por conta de Clarisse. Sua mudança pode até soar súbita, devido à quantidade de páginas (215 é bem pouco para uma história tão cheia de camadas como essa), mas não prejudica sua trajetória. A esposa de Montag, Mildred, reproduz muito bem algumas pessoas que "todos conhecemos"; assim como Beatty, uma figura autoritária e no poder, que acha que seu ideal é o único verdadeiro (lembra alguém?). Mas é inegável que Clarisse é o tipo mais chamativo da história e que nos desperta curiosidade.
Editora: Biblioteca Azul | Globo
Páginas: 215
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Fahrenheit 451
Fahrenheit 451, de Ray Bradubury, descreve um governo totalitário, num futuro incerto, mas próximo, que proíbe qualquer livro ou tipo de leitura, prevendo que o povo possa ficar instruído e se rebelar contra o status quo.
Tudo é controlado e as pessoas só têm conhecimento dos fatos por aparelhos de TVs instalados em suas casas ou em praças ao ar livre. A leitura deixou de ser meio para aquisição de conhecimento crítico e tornou-se tão instrumental quanto a vida dos cidadãos, suficiente apenas para que saibam ler manuais e operar aparelhos.
O protagonista, Guy Montag, é um bombeiro que tem certeza de que seu trabalho é a coisa mais certa a fazer. Mas tudo muda quando ele conhece e passa a conversar com a adolescente Clarisse, sua vizinha, e que possui pensamentos diferentes sobre livros. A partir desse encontro, Guy começa a questionar os ideais e crenças que cultivou desde a infância.
Resenha:
"Se não quiser um homem politicamente infeliz, não lhe dê os dois lados de uma questão para resolver; dê-lhe apenas um. Melhor ainda, não lhe dê nenhum." (pág. 86).
Fahrenheit 451 sempre foi um livro que me despertou curiosidade não só por sua importância para a literatura, mas pelo enredo intrigante. E agora, após lê-lo, entendo o porque ele é tão apreciado. É um dos livros que chega até a ser difícil resenhar, mas tentarei.
Começando pelos personagens, todos são importantes na trama. Montag não nos conquista de cara, apesar de conseguirmos entendê-lo — o que é compreensível, já que sua virada é por conta de Clarisse. Sua mudança pode até soar súbita, devido à quantidade de páginas (215 é bem pouco para uma história tão cheia de camadas como essa), mas não prejudica sua trajetória. A esposa de Montag, Mildred, reproduz muito bem algumas pessoas que "todos conhecemos"; assim como Beatty, uma figura autoritária e no poder, que acha que seu ideal é o único verdadeiro (lembra alguém?). Mas é inegável que Clarisse é o tipo mais chamativo da história e que nos desperta curiosidade.
sexta-feira, 22 de maio de 2020
[Resenha] Chama Eterna - Alyson Noël
Autora: Alyson Noël
Editora: Intrínseca
Páginas: 14
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Eternal Flame
"Chama Eterna - A História de Damen" é um conto exclusivo feito por Alyson Nöel para seus leitores.
Ele narra o primeiro encontro entre Damen e Ever, vidas antes da em que a série "Os Imortais" se passa.
Resenha:
O primeiro de muitos encontros.
Os Imortais é uma série que adoro e tenho bastante carinho, afinal foi a que me tornou um leitor assíduo. Porém, curiosamente, eu nunca havia lido esse conto. Lembro que o baixei na época que li os livros principais mas acabei esquecendo-o, até que o encontrei ontem, no meu notebook. E como são apenas 14 páginas, pensei "porque não?!".
Editora: Intrínseca
Páginas: 14
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Eternal Flame
"Chama Eterna - A História de Damen" é um conto exclusivo feito por Alyson Nöel para seus leitores.
Ele narra o primeiro encontro entre Damen e Ever, vidas antes da em que a série "Os Imortais" se passa.
Resenha:
O primeiro de muitos encontros.
Os Imortais é uma série que adoro e tenho bastante carinho, afinal foi a que me tornou um leitor assíduo. Porém, curiosamente, eu nunca havia lido esse conto. Lembro que o baixei na época que li os livros principais mas acabei esquecendo-o, até que o encontrei ontem, no meu notebook. E como são apenas 14 páginas, pensei "porque não?!".
sexta-feira, 15 de maio de 2020
[Resenha] Sete Minutos no Paraíso - Sara Shepard
Autora: Sara Shepard
Editora: Rocco
Páginas: 336
Classificação: 4,5/5 estrelas
Título Original: Seven Minutes in Heaven
No sexto e último volume da série The Lying Game, Emma Mercer se torna a principal suspeita pela morte da irmã gêmea, Sutton Mercer. Depois de se passar por Sutton na tentativa de descobrir quem a matou e por que, agora é a vida de Emma que corre perigo.
E ela terá que correr contra o tempo para encontrar o assassino da irmã, antes que vá parar atrás das grades ou algo pior aconteça. Neste final arrebatador, para uma série eletrizante, Emma finalmente descobre o assassino de Sutton, mas ele está disposto a qualquer coisa para manter a verdade morta e enterrada junto com a vítima.
Nota: A resenha pode conter spoilers dos anteriores.
Resenha:
Imagine que você está em um jogo pela sua vida e o tempo estivesse acabando. O que acontece quando o jogo termina?
Eu era grande fã da série de TV The Lying Game, por isso fui motivado a ler os livros quando ela foi cancelada. Mas a cada novo livro, me apeguei cada vez mais aos personagens e acontecimentos, por isso ao mesmo tempo que estava ansioso para ler o último livro, não queria me despedir.
E como esse é o livro final, o ritmo é frenético! O li em pouco mais de 24 horas, porque queria logo resolver todos os mistérios e Sara Shepard levou tudo à níveis que eu não imaginava, me fazendo torcer ainda mais por Emma. Já desconfiava do real assassino, então sua culpa não foi uma surpresa, porém ele se mostrou bem cruel e sádico com Sutton em seus momentos finais.
Editora: Rocco
Páginas: 336
Classificação: 4,5/5 estrelas
Título Original: Seven Minutes in Heaven
No sexto e último volume da série The Lying Game, Emma Mercer se torna a principal suspeita pela morte da irmã gêmea, Sutton Mercer. Depois de se passar por Sutton na tentativa de descobrir quem a matou e por que, agora é a vida de Emma que corre perigo.
E ela terá que correr contra o tempo para encontrar o assassino da irmã, antes que vá parar atrás das grades ou algo pior aconteça. Neste final arrebatador, para uma série eletrizante, Emma finalmente descobre o assassino de Sutton, mas ele está disposto a qualquer coisa para manter a verdade morta e enterrada junto com a vítima.
Nota: A resenha pode conter spoilers dos anteriores.
Resenha:
Imagine que você está em um jogo pela sua vida e o tempo estivesse acabando. O que acontece quando o jogo termina?
Eu era grande fã da série de TV The Lying Game, por isso fui motivado a ler os livros quando ela foi cancelada. Mas a cada novo livro, me apeguei cada vez mais aos personagens e acontecimentos, por isso ao mesmo tempo que estava ansioso para ler o último livro, não queria me despedir.
E como esse é o livro final, o ritmo é frenético! O li em pouco mais de 24 horas, porque queria logo resolver todos os mistérios e Sara Shepard levou tudo à níveis que eu não imaginava, me fazendo torcer ainda mais por Emma. Já desconfiava do real assassino, então sua culpa não foi uma surpresa, porém ele se mostrou bem cruel e sádico com Sutton em seus momentos finais.
segunda-feira, 11 de maio de 2020
[Resenha] Em Busca de Zoe - Alyson Noël
Autora: Alyson Noël
Editora: Novo Século
Páginas: 248
Classificação: 3.5/5 estrelas
Título Original: Saving Zoë
Já se passou um ano desde o brutal assassinato de sua irmã mais velha, Zoe, e Echo, uma adolescente de quinze anos, ainda tem de lidar com os efeitos desta tragédia. Seus pais parecem anestesiados, seus amigos seguem a vida, e um estranho primeiro ano de escola prova que ela jamais estará à altura da memória da irmã.
Até que Marc, ex-namorado de Zoe, aparece com seu diário.
No início, Eco não fica muito interessada pelo assunto, duvidando que haja algo no diário que ela ainda não saiba. Mas quando finalmente a curiosidade prevalece, ela começa a ler. A imersão no mundo secreto de sua irmã é tão grande que suas vidas começam a se confundir, forçando Eco a descobrir a verdade que se esconde na vida de Zoe para que possa enfim reconstruir a sua própria vida.
Resenha:
A ligação de duas irmãs. Mesmo depois que uma delas já se foi.
Alyson Noël é uma autora que admiro bastante e foi muito importante para o meu eu leitor, afinal foi sua série Os Imortais é uma das motivadoras desse lado florescer. Por isso, além de suas séries YA sobrenaturais, também tinha coragem de ler seus contemporâneos, mesmo que não tenha o feito até o filme de Em Busca de Zoe ser lançado e ter me motivado mais.
Confesso que o livro não me conquistou de cara, principalmente por causa de Echo. Pelo fato de ter apenas quinze anos recém completos e ter perdido a irmã mais velha há pouco tempo, a personagem toma atitudes burras e infantis, principalmente após estar com o diário de Zoe. Mas com o passar da leitura, pude entendê-la, afinal é isso: ela é a irmã mais nova e isso acontece muito quando temos um irmão mais velho amado por todos; queremos ser igual.
Editora: Novo Século
Páginas: 248
Classificação: 3.5/5 estrelas
Título Original: Saving Zoë
Já se passou um ano desde o brutal assassinato de sua irmã mais velha, Zoe, e Echo, uma adolescente de quinze anos, ainda tem de lidar com os efeitos desta tragédia. Seus pais parecem anestesiados, seus amigos seguem a vida, e um estranho primeiro ano de escola prova que ela jamais estará à altura da memória da irmã.
Até que Marc, ex-namorado de Zoe, aparece com seu diário.
No início, Eco não fica muito interessada pelo assunto, duvidando que haja algo no diário que ela ainda não saiba. Mas quando finalmente a curiosidade prevalece, ela começa a ler. A imersão no mundo secreto de sua irmã é tão grande que suas vidas começam a se confundir, forçando Eco a descobrir a verdade que se esconde na vida de Zoe para que possa enfim reconstruir a sua própria vida.
Resenha:
A ligação de duas irmãs. Mesmo depois que uma delas já se foi.
Alyson Noël é uma autora que admiro bastante e foi muito importante para o meu eu leitor, afinal foi sua série Os Imortais é uma das motivadoras desse lado florescer. Por isso, além de suas séries YA sobrenaturais, também tinha coragem de ler seus contemporâneos, mesmo que não tenha o feito até o filme de Em Busca de Zoe ser lançado e ter me motivado mais.
Confesso que o livro não me conquistou de cara, principalmente por causa de Echo. Pelo fato de ter apenas quinze anos recém completos e ter perdido a irmã mais velha há pouco tempo, a personagem toma atitudes burras e infantis, principalmente após estar com o diário de Zoe. Mas com o passar da leitura, pude entendê-la, afinal é isso: ela é a irmã mais nova e isso acontece muito quando temos um irmão mais velho amado por todos; queremos ser igual.
sábado, 9 de maio de 2020
[Resenha] A Prometida - Kiera Cass
Autora: Kiera Cass
Editora: Seguinte
Páginas: 344
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: The Betrothed
Quando o rei Jameson se declara para a Lady Hollis Brite, ela fica radiante. Afinal, a jovem cresceu no castelo de Keresken, competindo com as outras damas da nobreza pela atenção do rei, e agora finalmente poderá provar seu valor.
Cheia de ideias e opiniões, logo Hollis percebe que, por mais que os sentimentos de Jameson sejam verdadeiros, estar ao seu lado a transformaria num simples enfeite. Tudo fica ainda mais confuso quando ela conhece Silas, um estrangeiro que parece enxergá-la ― e aceitá-la ― como realmente é. Só que seguir seu coração significaria decepcionar todos à sua volta…
Hollis está diante de uma encruzilhada ― qual caminho levará ao seu final feliz?
Resenha:
Nem sempre nosso final feliz é o qual imaginamos.
Apesar de amar a escrita de Kiera Cass, quando a duologia "A Prometida" foi anunciada, fui um dos que achava que era apenas uma história na fórmula de "A Seleção", mas desta vez aonde a protagonista iria escolher quem a autora realmente queria - ela era Team Aspen no início de A Seleção, para quem não sabe. Mas, felizmente, eu estava enganado.
A primeira coisa que digo é: esqueça A Seleção. Apesar de o universo de reinado e a sinopse nos fazerem acreditar que é a mesma fórmula, não é. Em "A Prometida" tudo é mais duro e político; os personagens agem em prol de conquistar um espaço no reino, até mesmo Hollis. Ela é bem mais ambiciosa que America - ainda que um pouco aérea ao que ocorre à sua volta -, mas isso não é um demérito, afinal ela não tenta prejudicar ninguém para conseguir seus objetivos. Gostei bastante da forma que Kiera a desenvolveu e quero ver mais de seu crescimento no próximo livro, assim como a rainha Valentina, a segunda melhor personagem.
Editora: Seguinte
Páginas: 344
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: The Betrothed
Quando o rei Jameson se declara para a Lady Hollis Brite, ela fica radiante. Afinal, a jovem cresceu no castelo de Keresken, competindo com as outras damas da nobreza pela atenção do rei, e agora finalmente poderá provar seu valor.
Cheia de ideias e opiniões, logo Hollis percebe que, por mais que os sentimentos de Jameson sejam verdadeiros, estar ao seu lado a transformaria num simples enfeite. Tudo fica ainda mais confuso quando ela conhece Silas, um estrangeiro que parece enxergá-la ― e aceitá-la ― como realmente é. Só que seguir seu coração significaria decepcionar todos à sua volta…
Hollis está diante de uma encruzilhada ― qual caminho levará ao seu final feliz?
Resenha:
Nem sempre nosso final feliz é o qual imaginamos.
Apesar de amar a escrita de Kiera Cass, quando a duologia "A Prometida" foi anunciada, fui um dos que achava que era apenas uma história na fórmula de "A Seleção", mas desta vez aonde a protagonista iria escolher quem a autora realmente queria - ela era Team Aspen no início de A Seleção, para quem não sabe. Mas, felizmente, eu estava enganado.
A primeira coisa que digo é: esqueça A Seleção. Apesar de o universo de reinado e a sinopse nos fazerem acreditar que é a mesma fórmula, não é. Em "A Prometida" tudo é mais duro e político; os personagens agem em prol de conquistar um espaço no reino, até mesmo Hollis. Ela é bem mais ambiciosa que America - ainda que um pouco aérea ao que ocorre à sua volta -, mas isso não é um demérito, afinal ela não tenta prejudicar ninguém para conseguir seus objetivos. Gostei bastante da forma que Kiera a desenvolveu e quero ver mais de seu crescimento no próximo livro, assim como a rainha Valentina, a segunda melhor personagem.
quinta-feira, 23 de abril de 2020
[Resenha] Rainha das Sombras - Sarah J. Maas
Autora: Sarah J. MaasEditora: Galera Record
Páginas: 644
Classificação: 4.5/5 estrelas
Título Original: Queen of Shadows
Todos que Celaena Sardothien amou lhe foram tirados. Mas finalmente chegou a hora da retribuição. A vingança promete ser tão dura quanto o aço da Espada de Orynth — a espada de seu pai. Finalmente Celaena retornou ao império; por justiça, para resgatar seu reino e confrontar as sombras do passado.
A assassina está morta. Ela abraçou a identidade de Aelin Galathynius, rainha de Terrasen. Mas antes de reclamar o trono, precisa lutar. E ela vai lutar. Por seu primo, a Puta de Adarlan, o general do Norte... um guerreiro preparado para morrer por sua soberana; por seu amigo Dorian, um príncipe preso em uma inimaginável prisão; por seu povo, escravizado por um rei cruel e à espera do retorno triunfante de sua líder; por seu carranam e a libertação da magia.
Ao avançar em seu plano, no entanto, Aelin precisa tomar cuidado com velhos inimigos. E abrir o coração para novos e improváveis aliados. Tudo isso enquanto os valg continuam trabalhando nas sombras. E Manon Bico Negro, a Líder Alada das Treze, treina suas bestas voadoras. Mas é de Morath, a fortaleza montanhosa do Duque de Perrington, que uma ameaça como nenhuma outra promete destroçar seu grupo de rebeldes e sua corte recém-formada.
Resenha:
Você já conhece a assassina. É hora de encontrar a rainha.
Antes mesmo de iniciar a leitura desse quarto volume, ouvi muitos comentários sobre ele ser o melhor da série, o que me deixou ainda mais animado - superar Coroa da Meia-Noite não seria para qualquer um. E mesmo não conseguindo tomar o posto de favorito, Rainha das Sombras foi um ótimo e essencial capítulo da série.
Aelin segue sendo uma ótima protagonista, por mais que irrite em alguns momentos com a repetição exagerada da necessidade de matar um personagem. Manon, a melhor personagem do terceiro livro, também tem seus momentos irritantes, mas continua com uma construção ótima. Não temos muito de Dorian devido ao seu estado, porém foi "interessante" acompanhar esse seu novo lado. Apenas Chaol e Rowan continuam regulares para mim: o primeiro me irrita em todas suas cenas e o segundo, apesar de ser bem melhor que ele, não me ganhou totalmente.
terça-feira, 21 de abril de 2020
[Resenha] Nem Todo Amor Tem Um Final Feliz. E Tá Tudo Bem. - Felipe Rocha
Autor: Felipe Rocha
Editora: Astral Cultural
Páginas: 192
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Nem Todo Amor Tem Um Final Feliz. E Tá Tudo Bem.
Relacionamentos podem terminar com um final feliz, como nos filmes. Relacionamentos também podem, simplesmente, terminar. E tá tudo bem.
Nem todo amor tem um final feliz. E tá tudo bem. apresenta as fases de um relacionamento que se perdeu em meio à rotina e à convivência monótona, e o fim, sem “feliz” como complemento, foi o único meio.
Mas, tá tudo bem, os dias continuam e o processo de amadurecimento é contínuo. Não há nada na vida que não pode ser superado ou se tornar fonte de inspiração. Términos nos proporcionam novos recomeços e as fases de uma relação a dois podem ser difíceis, mas descobrir a luz no final do túnel depois da tempestade é libertador.
Resenha:
"Relacionamentos também podem, simplesmente, terminar. E tá tudo bem."
Felipe Rocha é bem conhecido por quem curte textos no Instagram, com seu perfil @tipobilhete. E por já ter visto alguns de seus posts, me interessei por Nem Todo Amor Tem Um Final Feliz. E Tá Tudo Bem. assim que o vi nos lançamentos da Astral Cultural.
O livro segue a premissa de "contar" o início e fim de um relacionamento por meio de textos enquanto intercala-se com poemas curtos parecidos com os que Felipe posta em seu Instagram. Ou seja, o primeiro capítulo acompanha o momento em que o casal se conhece e os demais o fortalecimento e desgaste da relação. Para quem já passou por momentos assim, os poemas marcaram tanto para quem não, já que eles tentam trazer os momentos bons até das dificuldades.
Editora: Astral Cultural
Páginas: 192
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Nem Todo Amor Tem Um Final Feliz. E Tá Tudo Bem.
Relacionamentos podem terminar com um final feliz, como nos filmes. Relacionamentos também podem, simplesmente, terminar. E tá tudo bem.
Nem todo amor tem um final feliz. E tá tudo bem. apresenta as fases de um relacionamento que se perdeu em meio à rotina e à convivência monótona, e o fim, sem “feliz” como complemento, foi o único meio.
Mas, tá tudo bem, os dias continuam e o processo de amadurecimento é contínuo. Não há nada na vida que não pode ser superado ou se tornar fonte de inspiração. Términos nos proporcionam novos recomeços e as fases de uma relação a dois podem ser difíceis, mas descobrir a luz no final do túnel depois da tempestade é libertador.
Resenha:
"Relacionamentos também podem, simplesmente, terminar. E tá tudo bem."
Felipe Rocha é bem conhecido por quem curte textos no Instagram, com seu perfil @tipobilhete. E por já ter visto alguns de seus posts, me interessei por Nem Todo Amor Tem Um Final Feliz. E Tá Tudo Bem. assim que o vi nos lançamentos da Astral Cultural.
O livro segue a premissa de "contar" o início e fim de um relacionamento por meio de textos enquanto intercala-se com poemas curtos parecidos com os que Felipe posta em seu Instagram. Ou seja, o primeiro capítulo acompanha o momento em que o casal se conhece e os demais o fortalecimento e desgaste da relação. Para quem já passou por momentos assim, os poemas marcaram tanto para quem não, já que eles tentam trazer os momentos bons até das dificuldades.
segunda-feira, 6 de abril de 2020
[Resenha] Verity - Colleen Hoover
Autora: Colleen Hoover
Editora: Galera Record
Páginas: 320
Classificação: 5/5 estrelas
Título Original: Verity
Verity Crawford é a autora por trás de uma série de sucesso e está no auge de sua carreira, quando um terrível acidente acaba interrompendo suas atividades, deixando-a sem condições de concluir a história. E é nessa complexa circunstância que surge Lowen Ashleigh, uma escritora à beira da falência convidada a escrever, sob um pseudônimo, os três livros restantes.
Para que consiga entender melhor o processo criativo de Verity em relação à série, Lowen decide passar alguns dias na casa dos Crawford, imersa no caótico escritório de Verity – e, lá, encontra uma espécie de autobiografia onde a escritora narra os fatos acontecidos desde o dia em que conhece Jeremy, seu marido, até os instantes imediatamente anteriores a seu acidente – incluindo sua perspectiva sobre as tragédias ocorridas às filhas do casal.
Quanto mais o tempo passa, mais Lowen se percebe envolvida em uma confusa rede de mentiras e segredos, e, lentamente, adquire sua própria posição no jogo psicológico que rodeia aquela casa. Emocional e fisicamente atraída por Jeremy, ela precisa decidir: expor uma versão que nem ele conhece sobre a própria esposa ou manter o sigilo dos escritos de Verity?
Resenha:
O amor é capaz de superar a pior das verdades?
Colleen Hoover é autora de alguns livros que gosto bastante, como Um Caso Perdido e É Assim Que Acaba, por isso fiquei bastante curioso para ver se ela seria uma boa autora de thrillers quanto é de romance, já que Verity é sua estreia no gênero.
Colleen consegue com maestria passar a mesma sensação de quando estamos assistindo à filmes de suspense; ela nos deixa tensos e querendo descobrir tudo que está acontecendo e o que é verdade e mentira. Por isso, tenho certeza de que quem leu imaginou a história virando um filme - o que espero que aconteça logo!
Editora: Galera Record
Páginas: 320
Classificação: 5/5 estrelas
Título Original: Verity
Verity Crawford é a autora por trás de uma série de sucesso e está no auge de sua carreira, quando um terrível acidente acaba interrompendo suas atividades, deixando-a sem condições de concluir a história. E é nessa complexa circunstância que surge Lowen Ashleigh, uma escritora à beira da falência convidada a escrever, sob um pseudônimo, os três livros restantes.
Para que consiga entender melhor o processo criativo de Verity em relação à série, Lowen decide passar alguns dias na casa dos Crawford, imersa no caótico escritório de Verity – e, lá, encontra uma espécie de autobiografia onde a escritora narra os fatos acontecidos desde o dia em que conhece Jeremy, seu marido, até os instantes imediatamente anteriores a seu acidente – incluindo sua perspectiva sobre as tragédias ocorridas às filhas do casal.
Quanto mais o tempo passa, mais Lowen se percebe envolvida em uma confusa rede de mentiras e segredos, e, lentamente, adquire sua própria posição no jogo psicológico que rodeia aquela casa. Emocional e fisicamente atraída por Jeremy, ela precisa decidir: expor uma versão que nem ele conhece sobre a própria esposa ou manter o sigilo dos escritos de Verity?
Resenha:
O amor é capaz de superar a pior das verdades?
Colleen Hoover é autora de alguns livros que gosto bastante, como Um Caso Perdido e É Assim Que Acaba, por isso fiquei bastante curioso para ver se ela seria uma boa autora de thrillers quanto é de romance, já que Verity é sua estreia no gênero.
Colleen consegue com maestria passar a mesma sensação de quando estamos assistindo à filmes de suspense; ela nos deixa tensos e querendo descobrir tudo que está acontecendo e o que é verdade e mentira. Por isso, tenho certeza de que quem leu imaginou a história virando um filme - o que espero que aconteça logo!
sábado, 4 de abril de 2020
[Resenha] A Namorada Ideal - Michelle Frances
Autora: Michelle Frances
Editora: Astral Cultural
Páginas: 445
Classificação: 3,5/5 estrelas
Título Original: The Girlfriend
Uma garota. Um garoto. A mãe dele. E a mentira que ela desejará nunca ter contado. O quão longe você iria para proteger seu filho?
Laura tem uma vida perfeita: carreira de sucesso e um casamento feliz e duradouro com um marido rico. Além disso, Daniel, seu filho de vinte e três anos, é um jovem gentil e muito bonito.
Um dia, Daniel conhece Cherry, uma garota inteligente que, infelizmente, não teve a vida que gostaria ter tido. Ela quer a vida de Laura.
Quando uma tragédia acontece, uma decisão é tomada em um ato de desespero e uma mentira terrível é contada, tão terrível que mudará a vida de todos para sempre.
Resenha:
Ela ama seu filho. Ela quer sua vida.
Apesar de simples, a capa de A Namorada Ideal me chamou atenção assim que eu a vi - bem mais bonita que a original. Depois a premissa que me lembrou filmes de suspense também me deixou curioso, por isso resolvi dar uma chance. Porém, mesmo não sendo um livro ruim, ele apresenta alguns problemas.
Acho que o principal são os personagens. Cherry é interessante durante boa parte do livro, pois é bem dissimulada e ficamos curiosos para ver qual será sua próxima atitude; mas os demais são irritantes ou esquecíveis, principalmente Laura. Por mais que a autora crie razões para suas decisões, sua excessiva proteção com Daniel é cansativa. Já ele é apenas um personagem no meio do embate das duas, sem grandes profundidades.
Editora: Astral Cultural
Páginas: 445
Classificação: 3,5/5 estrelas
Título Original: The Girlfriend
Uma garota. Um garoto. A mãe dele. E a mentira que ela desejará nunca ter contado. O quão longe você iria para proteger seu filho?
Laura tem uma vida perfeita: carreira de sucesso e um casamento feliz e duradouro com um marido rico. Além disso, Daniel, seu filho de vinte e três anos, é um jovem gentil e muito bonito.
Um dia, Daniel conhece Cherry, uma garota inteligente que, infelizmente, não teve a vida que gostaria ter tido. Ela quer a vida de Laura.
Quando uma tragédia acontece, uma decisão é tomada em um ato de desespero e uma mentira terrível é contada, tão terrível que mudará a vida de todos para sempre.
Resenha:
Ela ama seu filho. Ela quer sua vida.
Apesar de simples, a capa de A Namorada Ideal me chamou atenção assim que eu a vi - bem mais bonita que a original. Depois a premissa que me lembrou filmes de suspense também me deixou curioso, por isso resolvi dar uma chance. Porém, mesmo não sendo um livro ruim, ele apresenta alguns problemas.
Acho que o principal são os personagens. Cherry é interessante durante boa parte do livro, pois é bem dissimulada e ficamos curiosos para ver qual será sua próxima atitude; mas os demais são irritantes ou esquecíveis, principalmente Laura. Por mais que a autora crie razões para suas decisões, sua excessiva proteção com Daniel é cansativa. Já ele é apenas um personagem no meio do embate das duas, sem grandes profundidades.
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