quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

[Resenha] The Forbidden Game - The Hunter | L. J. Smith

 Autora: L. J. Smith
Editora: Simon Pulse (EUA)
Páginas: 240
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: The Forbidden Game - The Hunter

Quando Jenny compra um jogo para o namorado, Tom, ela se vê inexplicavelmente atraída pelo cara atrás do balcão. Há algo misteriosamente atraente nos olhos claros de Julian e nos cabelos loiros descoloridos. E quando ele coloca o jogo em suas mãos, ela sabe que a conexão deles é algo mais profundo.

Mas quando Jenny e seus seis amigos começam a jogar o jogo na festa de aniversário de Tom, uma noite de amigos e diversão rapidamente se transforma em uma noite de terror e amor obsessivo. Porque o jogo não é apenas um jogo - é a nova realidade dos sete amigos, onde Julian reina como o Príncipe das Sombras.

Um por um, os amigos devem enfrentar suas fobias para ganhar o jogo. Perder o jogo é perder a vida. E isso é só o começo...

Resenha: 

Se ele vencer, ela será sua para sempre.

The Forbidden Game sempre foi uma das séries de L.J. Smith que me chamaram atenção, mas infelizmente ela nunca não foi lançada aqui, o que me fez adiar a leitura por bastante tempo antes de pegar os e-books em inglês.

Diferente de "Diários do Vampiro" e "Mundo das Sombras", a trilogia lembra o filme Jumanji, o que já acaba nos trazendo uma memória afetiva, afinal foi um filme que qualquer um deve ter assistido na infância. Mas diferente do jogo do filme, esse é bem mais perigoso e leva as missões e punições mais aos extremos, já que as mesmas são baseadas nos medos dos personagens. É um plot envolvente e ficamos curiosos a cada nova missão, em especial porque um deles não sairá vivo do jogo.


Os personagens também são bem cativantes, principalmente Jenny, Dee e Audrey, que ganham nossa torcida facilmente. Os garotos, entretanto, não tiveram um maior destaque nesse primeiro volume, exceto Julian. E ele é um ótimo vilão; sua construção é muito bem feita e apesar de suas razões estarem motivadas romanticamente em torno de Jenny, L.J. não o romantiza em nenhum momento. Ele é um vilão e isso é lembrado regularmente na história.

A escrita de L.J. continua ótima, o que, unido ao livro ser curto, faz a leitura ser muito rápida. "The Hunter" mostra toda a criatividade da autora em um universo bem diferentes dos vampiros que ela criou, provando o quanto ela merecia ter mais reconhecimento no Brasil. Quero muito pegar os próximos volumes e ver como tudo irá se resolver. Como eu disse, a série não foi lançada aqui, mas para quem se arrisca em livros em inglês, é uma leitura fácil - apesar de alguns termos mitológicos próprios, que geram um pouco de confusão.

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