Autora: Veronica Roth
Editora: Rocco
Páginas: 272
Classificação: 3/5 estrelas
Título Original: Four
Reunindo quatro histórias da série Divergente contadas da perspectiva do personagem Tobias, e três cenas exclusivas, Quatro Histórias da série Divergente oferece aos fãs da saga criada por Veronica Roth a chance de conhecer melhor a personalidade de um personagem fascinante e complexo e a chance de mergulhar mais fundo na sociedade dividida em facções criada pela autora.
Nota: Esse livro é um bônus de contos da trilogia Divergente e a resenha pode conter spoilers dos livros anteriores: Divergente, Insurgente e Convergente.
Resenha:
Uma escolha vai tranformá-lo.
Após terminar Convergente, cogitei a possibilidade de não ler esse livro em seguida. Mas por fim, decidi pegá-lo pois faltavam apenas dois dias para a estreia do terceiro filme e seria tempo suficiente para lê-lo até lá. Ledo engano... A verdade é que levei mais de uma semana para concluir o livro. Por mais que eu goste e me identifique com Tobias, não consegui me envolver com o livro após os dois primeiros "contos". Perdi as contas de quantas vezes interrompi a leitura dos dois últimos. Mas vamos falar sobre cada um individualmente.
A Transferência narra a vida de Tobias dias antes da sua escolha. Gostei bastante do conto porque ele me fez identificar-se mais com o personagem, além de nos mostrar como Marcus era inescrupuloso com o próprio filho. Após ele, temos A Iniciação, que nos mostra os testes do personagem na Audácia. É interessante ver como os personagens tinham mais medo de falar dos Divergentes antes do primeiro livro em si da trilogia (esses contos se passam dois anos antes da iniciação de Tris), e como o próprio Quatro não tem noção do termo. Além disso, vemos mais da amizade de Quatro com Amah, Zeke e Shana; e gostei bastante das três - a com Zeke me arrancou algumas risadas, principalmente no encontro duplo.
terça-feira, 29 de março de 2016
segunda-feira, 28 de março de 2016
[Resenha] Convergente - Veronica Roth
Autora: Veronica Roth
Editora: Rocco
Páginas: 528
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Allegiant
A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou – destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. Em Convergente, o poderoso desfecho da trilogia de Veronica Roth iniciada com Divergente e Insurgente, a jovem será posta diante de novos desafios e mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor.
Nota: Esse é o terceiro livro de uma trilogia. A resenha pode conter spoilers do primeiro e segundo livro.
Resenha:
Uma escolha vai te definir.
Antes de começar a ler Convergente estava receoso. Se todo mundo falava bem de Insurgente e mesmo assim eu não gostei tanto, imagine de um livro onde 70% das opiniões eram negativas? Mas continuei no espírito de terminar a trilogia antes do primeiro filme desse volume e iniciei a leitura. Após concluir a leitura, no entanto, vi que o livro não era ruim como alguns diziam. Muito pelo contrário: o achei até melhor que o anterior.
Primeiramente, sobre a história, o clima do livro é totalmente diferente dos outros dois, chegando até a causar estranheza no início. Enquanto os anteriores apostaram em uma trama de ação e política, Convergente opta mais pelo científico e político. Apesar da narração compartilhada entre Tris e Quatro ter me confundido bastante - elas são extremamente parecidas e eu precisava ficar voltando o capítulo para ler quem estava narrando -, me conectei muito mais com esse livro do que com Insurgente. Eu já sabia do "maior spoiler" do livro, mas mesmo assim queria saber como toda essa guerra envolvendo o Soro iria terminar. E a parte dos Geneticamente Danificados x Geneticamente Puros lembra muitas brigas da sociedade ainda hoje, como preconceito por cor e orientação sexual.
Editora: Rocco
Páginas: 528
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Allegiant
A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou – destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. Em Convergente, o poderoso desfecho da trilogia de Veronica Roth iniciada com Divergente e Insurgente, a jovem será posta diante de novos desafios e mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor.
Nota: Esse é o terceiro livro de uma trilogia. A resenha pode conter spoilers do primeiro e segundo livro.
Resenha:
Uma escolha vai te definir.
Antes de começar a ler Convergente estava receoso. Se todo mundo falava bem de Insurgente e mesmo assim eu não gostei tanto, imagine de um livro onde 70% das opiniões eram negativas? Mas continuei no espírito de terminar a trilogia antes do primeiro filme desse volume e iniciei a leitura. Após concluir a leitura, no entanto, vi que o livro não era ruim como alguns diziam. Muito pelo contrário: o achei até melhor que o anterior.
Primeiramente, sobre a história, o clima do livro é totalmente diferente dos outros dois, chegando até a causar estranheza no início. Enquanto os anteriores apostaram em uma trama de ação e política, Convergente opta mais pelo científico e político. Apesar da narração compartilhada entre Tris e Quatro ter me confundido bastante - elas são extremamente parecidas e eu precisava ficar voltando o capítulo para ler quem estava narrando -, me conectei muito mais com esse livro do que com Insurgente. Eu já sabia do "maior spoiler" do livro, mas mesmo assim queria saber como toda essa guerra envolvendo o Soro iria terminar. E a parte dos Geneticamente Danificados x Geneticamente Puros lembra muitas brigas da sociedade ainda hoje, como preconceito por cor e orientação sexual.
domingo, 27 de março de 2016
[Resenha] Insurgente - Veronica Roth
Autora: Veronica Roth
Editora: Rocco
Páginas: 512
Classificação: 3.5/5 estrelas
Título Original: Insurgent
Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.
Nota: Não custa lembrar que esse é o segundo livro da trilogia, por isso, poderá ter spoilers do primeiro na resenha.
Resenha:
Uma escolha pode te destruir.
Assim que terminei Divergente, comecei logo Insurgente. Mas não foi porque o final do primeiro livro me deixou sedento pela continuação, e sim porque queria ler a trilogia toda antes da estreia de Convergente. Não me entendam mal, eu gostei muito de Divergente - ele é o meu favorito da trilogia, aliás -, mas o seu final não me deixou curioso pela continuação. Acho que minha curiosidade em lê-lo foi pelo que vi na adaptação, mesmo sabendo que ambos tinham muita diferença.
Se levarmos à história pelo lado da ação, Insurgente tem muito mais do que o antecessor e isso é muito bom, afinal ser eletrizante só nas páginas finais foi um dos pontos negativos de Divergente. Nesse volume, temos a sensação de que ninguém está à salvo e prova disso é que vários personagens que não pensávamos que chegariam ao fim vivos, acabam mortos antes da conclusão do volume. Isso é um ponto bastante positivo para a trilogia, afinal isso é uma guerra e realmente algumas cabeças irão rolar até que "o bem vença o mal". Mas confesso que fiquei surpreso com duas mortes (vi no filme, mas achava que era mais uma das mudanças implementadas na adaptação), pois achava que ambos seriam cruciais contra Tris em Convergente. Porém, mesmo com essa "coragem" de Veronica de matar personagens, senti que esse livro não teve rumo, os personagens, no sentido da guerra, acabaram praticamente no mesmo ponto que começaram.
Editora: Rocco
Páginas: 512
Classificação: 3.5/5 estrelas
Título Original: Insurgent
Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.
Nota: Não custa lembrar que esse é o segundo livro da trilogia, por isso, poderá ter spoilers do primeiro na resenha.
Resenha:
Uma escolha pode te destruir.
Assim que terminei Divergente, comecei logo Insurgente. Mas não foi porque o final do primeiro livro me deixou sedento pela continuação, e sim porque queria ler a trilogia toda antes da estreia de Convergente. Não me entendam mal, eu gostei muito de Divergente - ele é o meu favorito da trilogia, aliás -, mas o seu final não me deixou curioso pela continuação. Acho que minha curiosidade em lê-lo foi pelo que vi na adaptação, mesmo sabendo que ambos tinham muita diferença.
Se levarmos à história pelo lado da ação, Insurgente tem muito mais do que o antecessor e isso é muito bom, afinal ser eletrizante só nas páginas finais foi um dos pontos negativos de Divergente. Nesse volume, temos a sensação de que ninguém está à salvo e prova disso é que vários personagens que não pensávamos que chegariam ao fim vivos, acabam mortos antes da conclusão do volume. Isso é um ponto bastante positivo para a trilogia, afinal isso é uma guerra e realmente algumas cabeças irão rolar até que "o bem vença o mal". Mas confesso que fiquei surpreso com duas mortes (vi no filme, mas achava que era mais uma das mudanças implementadas na adaptação), pois achava que ambos seriam cruciais contra Tris em Convergente. Porém, mesmo com essa "coragem" de Veronica de matar personagens, senti que esse livro não teve rumo, os personagens, no sentido da guerra, acabaram praticamente no mesmo ponto que começaram.
sábado, 26 de março de 2016
[Resenha] Divergente - Veronica Roth
Autora: Veronica Roth
Editora: Rocco
Páginas: 504
Classificação: 4.5/5 estrelas
Título Original: Divergent
Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível.
Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.
A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.
Nota: Essa leitura se encaixa na segunda categoria do Desafio Literário #EuLi 2016, onde o livro deve ter 500 páginas.
Resenha:
Uma escolha pode te transformar.
Divergente sempre foi uma das trilogias que eu tinha vontade de ler. E com a estreia de Convergente se aproximando, decidi que precisaria ler os três livros antes de assistir o penúltimo filme (já havia assistido os dois primeiros antes de ler os livros pois adoro a Shailene Woodley). E após finalizar essa maratona dos quatro livros, venho dizer o que achei dos mesmos.
Começando pelos personagens, é impossível não gostar de Tris e Quatro. A forma como Veronica escreveu Tris é tão verossímil que você torce por ela, mas em certos momentos tem vontade de sacudi-la para ver se a mesma acorda. Tris sente compaixão, ódio, remorso... Ela é humana. Confesso que gostei mais da personalidade da personagem no filme, mas aqui ela também mostra sua força. E também consegui me identificar muito com Tobias, mais do que com Tris, para ser sincero. Gostei muto da forma de como o romance dos dois foi desenvolvido, sem afetar ou ser o principal da história.
Editora: Rocco
Páginas: 504
Classificação: 4.5/5 estrelas
Título Original: Divergent
Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível.
Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.
A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.
Nota: Essa leitura se encaixa na segunda categoria do Desafio Literário #EuLi 2016, onde o livro deve ter 500 páginas.
Uma escolha pode te transformar.
Divergente sempre foi uma das trilogias que eu tinha vontade de ler. E com a estreia de Convergente se aproximando, decidi que precisaria ler os três livros antes de assistir o penúltimo filme (já havia assistido os dois primeiros antes de ler os livros pois adoro a Shailene Woodley). E após finalizar essa maratona dos quatro livros, venho dizer o que achei dos mesmos.
Começando pelos personagens, é impossível não gostar de Tris e Quatro. A forma como Veronica escreveu Tris é tão verossímil que você torce por ela, mas em certos momentos tem vontade de sacudi-la para ver se a mesma acorda. Tris sente compaixão, ódio, remorso... Ela é humana. Confesso que gostei mais da personalidade da personagem no filme, mas aqui ela também mostra sua força. E também consegui me identificar muito com Tobias, mais do que com Tris, para ser sincero. Gostei muto da forma de como o romance dos dois foi desenvolvido, sem afetar ou ser o principal da história.
sexta-feira, 25 de março de 2016
[Resenha] Harry Potter e a Câmara Secreta - J.K. Rowling
Editora: Rocco
Páginas: 252
Classificação: 5/5 estrelas
Título Original: Harry Potter and the Chamber of Secrets
Nota: Para ler a resenha de Harry Potter e a Pedra Filosofal, clique aqui.
Os Dursley estavam tão anti-sociais naquele verão, que tudo o que Harry queria era voltar às aulas da Escola de Bruxarias de Hogwarts. No entanto, quando já terminava de fazer suas malas, Harry recebe um aviso de um estranho chamado Dobby, que diz que um desastre acontecerá caso Potter decida voltar à Hogwarts.
Harry não liga para aquela mensagem e o desastre realmente acontece. Naquele segundo ano estudando em Hogwarts, novos horrores surgem para atormentar Harry, incluindo o novo professor Gilderoy Lockhart e um espírito chamado Moaning Myrtle, que assombra o banheiro feminino, além de olhares indesejados da irmã mais nova de Ron Weasley, Ginny. Todos esses problemas, no entanto, parecem menores quando o verdadeiro problema começa e algo transforma os alunos de Hogwarts em pedra. Dentre os suspeitos: o próprio Harry. Descubra o fim desta aventura emocionante.
Resenha:
Desvende o segredo da Câmara.
Continuando o projeto de ler Harry Potter, conclui Harry Potter e a Câmara Secreta em Fevereiro. E assim como o primeiro, esse volume não deixou a desejar! Sei que é meio batido falar sobre os livros, afinal quase todo mundo já deve ter visto ou lido, mas a história é envolvente, os personagens são bem construídos e o melhor de tudo é que, diferente de vários outros livros por aí, HP não precisa ultrapassar a marca de 400 páginas e usar mais da metade apenas para deixar o livro grande.
A história é perfeitamente concluída em pouco mais de 250 páginas e você só descansa quando chega nas páginas finais e descobre todo o mistério por trás da Câmara. Esse, inclusive, é um dos pontos altos do livro pois foi surpreendente ver quem estava manipulando o objeto. Não estava na minha lista de suspeitos, sem dúvidas! Gostei muito do clima de suspense do primeiro livro, mas comparando-o com o deste, escolho o segundo, principalmente depois que Hermione, minha personagem preferida, foi envolvida.
A história é perfeitamente concluída em pouco mais de 250 páginas e você só descansa quando chega nas páginas finais e descobre todo o mistério por trás da Câmara. Esse, inclusive, é um dos pontos altos do livro pois foi surpreendente ver quem estava manipulando o objeto. Não estava na minha lista de suspeitos, sem dúvidas! Gostei muito do clima de suspense do primeiro livro, mas comparando-o com o deste, escolho o segundo, principalmente depois que Hermione, minha personagem preferida, foi envolvida.
quinta-feira, 24 de março de 2016
Blog desatualizado + Aniversário de 1 ano!
E com esse problema não pude concluir o novo design do blog que eu estava planejando para postar no dia 28 de Fevereiro, que foi quando o blog completou 1 ano! Como meu notebook só voltou ontem (23/03), eu ainda preciso voltar ao design para concluí-lo, o que pode demorar um pouco. Mas espero que ainda em abril, ele já esteja no ar.
Durante esse tempo longe do blog fiz cinco leituras (Harry Potter e a Câmara Secreta, a trilogia Divergente e Quatro), então em breve todas as resenhas estarão disponíveis, além de outros posts diversos. Aguardem!
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
[Resenha] Os Intrumentos Mortais - Cidade das Cinzas | Cassandra Clare
Autora: Cassandra Clare
Editora: Galera Record
Páginas: 404
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: The Mortal Instruments - City of Ashes
Agora que Clary descobriu fazer parte do perigoso Submundo, sua vida nunca mais será a mesma. Jace, seu recém-descoberto irmão, está cada vez mais impossível, e não parece medir esforços para enfurecer a todos. E sua atitude de bad boy não ajuda em nada quando, após o roubo do segundo dos Instrumentos Mortais, a Inquisidora aparece no Instituto para interrogá-lo... Agora Jace é suspeito de ajudar o pai, o perverso Valentim, num plano que vai colocar em risco não só Idris ou o Submundo, mas toda a cidade de Nova York. E Clary não pode deixar de se perguntar: será que as ironias de Jace são só uma forma de chamar atenção, ou também pode haver uma traição por trás de tanto mistério?
Resenha:
No mundo dos Caçadores de Sombras, ninguém está seguro.
Como deixei claro na resenha de Cidade dos Ossos, não gostei tanto do livro, mas ainda assim, resolvi dar uma segunda chance aos livros. Assim, comecei Cidade das Cinzas e, agora, ao finalizá-lo, posso dizer o quanto a série subiu no meu conceito e quão animado estou para os próximos.
Não só a história como os personagens evoluíram e muito em relação ao primeiro livro. E isso tudo graças à escrita de Cassandra Clare, que cresceu bastante. A forma como ela escreve é brilhante e você realmente consegue "acreditar" que aquele mundo existe. Aliás, o mundo dos Caçadores de Sombras se expande mais nesse volume e a mitologia da série ganha várias novidades e personagens, dentre eles Magnus Bane. Gosto mais do Magnus na série, mas o feiticeiro também me ganhou nos livros e tem várias falas irônicas, assim como Jace, que também tornou-se mais forte emocionalmente, mesmo com sua vida sendo virado de cabeça a baixo novamente nesse livro.
Editora: Galera Record
Páginas: 404
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: The Mortal Instruments - City of Ashes
Agora que Clary descobriu fazer parte do perigoso Submundo, sua vida nunca mais será a mesma. Jace, seu recém-descoberto irmão, está cada vez mais impossível, e não parece medir esforços para enfurecer a todos. E sua atitude de bad boy não ajuda em nada quando, após o roubo do segundo dos Instrumentos Mortais, a Inquisidora aparece no Instituto para interrogá-lo... Agora Jace é suspeito de ajudar o pai, o perverso Valentim, num plano que vai colocar em risco não só Idris ou o Submundo, mas toda a cidade de Nova York. E Clary não pode deixar de se perguntar: será que as ironias de Jace são só uma forma de chamar atenção, ou também pode haver uma traição por trás de tanto mistério?
Nota: A resenha contém spoilers do primeiro livro.
Resenha:
No mundo dos Caçadores de Sombras, ninguém está seguro.
Como deixei claro na resenha de Cidade dos Ossos, não gostei tanto do livro, mas ainda assim, resolvi dar uma segunda chance aos livros. Assim, comecei Cidade das Cinzas e, agora, ao finalizá-lo, posso dizer o quanto a série subiu no meu conceito e quão animado estou para os próximos.
Não só a história como os personagens evoluíram e muito em relação ao primeiro livro. E isso tudo graças à escrita de Cassandra Clare, que cresceu bastante. A forma como ela escreve é brilhante e você realmente consegue "acreditar" que aquele mundo existe. Aliás, o mundo dos Caçadores de Sombras se expande mais nesse volume e a mitologia da série ganha várias novidades e personagens, dentre eles Magnus Bane. Gosto mais do Magnus na série, mas o feiticeiro também me ganhou nos livros e tem várias falas irônicas, assim como Jace, que também tornou-se mais forte emocionalmente, mesmo com sua vida sendo virado de cabeça a baixo novamente nesse livro.
domingo, 31 de janeiro de 2016
[Resenha] Radiante - Alyson Noël
Autora: Alyson Noël
Editora: Intrínseca
Páginas: 174
Classificação: 3/5 estrelas
Título Original: Radiance
Algum tempo após o acidente de carro que a matou, Riley Bloom deixou sua irmã, Ever, no mundo que conhecemos e atravessou a ponte da vida após a morte até um lugar chamado Aqui, onde o tempo é sempre Agora. Riley reencontrou os pais, também vítimas do desastre, e Buttercup, o cão da família. Todos estavam se adaptando a uma morte boa e tranquila, até que ela foi chamada perante o Conselho e um segredo lhe foi revelado: a pós-vida não significa simplesmente uma eternidade de lazer. Riley tem tarefas a realizar. Ela é designada como Apanhadora de Almas, e Bodhi, um garoto diferente, que ela não consegue decifrar muito bem, é seu guia.
Riley, Bodhi e Buttercup voltam à Terra para sua primeira tarefa: fazer o Menino Radiante, que há anos assombra um castelo na Inglaterra, atravessar a ponte. Muitos Apanhadores de Almas já tentaram convencê-lo e não obtiveram sucesso. Mas isso foi antes que o menino conhecesse Riley...
Nota: Essa série é um spin-off da saga Os Imortais.
Resenha:
Bem vindos a Aqui e Agora.
Eu sou grande fã da saga Os Imortais e, consequentemente, me interessei em ler a saga de Riley, irmã de Ever, quando a mesma foi anunciada. Porém adiei e muito a leitura pois ao ver como o livro era fininho, ele não deveria ter uma história tão grande e podia esperar. E agora, ao finalizar a leitura, comprovei que isso é meio verdade. O livro realmente não tem uma história grande e nem a achei tão envolvente quanto Os Imortais, além de que o plot principal é resolvido nesse livro inicial. O que salvou a história foram dois plot twists que são inesperados e mudam toda a visão do leitor sobre o Garoto Radiante.
Outro ponto que me irritou foi a repetição exagerada do "bem" na narrativa. Entendo que Alyson inseriu como uma característica de Riley, que muda de opinião à todo momento, mas a palavra foi utilizada mais de 40 vezes (!!) em um livro com menos de 200 páginas. Também demorei a me acostumar com o termo Aqui e Agora para se referir ao lugar onde a garota estava.
Editora: Intrínseca
Páginas: 174
Classificação: 3/5 estrelas
Título Original: Radiance
Algum tempo após o acidente de carro que a matou, Riley Bloom deixou sua irmã, Ever, no mundo que conhecemos e atravessou a ponte da vida após a morte até um lugar chamado Aqui, onde o tempo é sempre Agora. Riley reencontrou os pais, também vítimas do desastre, e Buttercup, o cão da família. Todos estavam se adaptando a uma morte boa e tranquila, até que ela foi chamada perante o Conselho e um segredo lhe foi revelado: a pós-vida não significa simplesmente uma eternidade de lazer. Riley tem tarefas a realizar. Ela é designada como Apanhadora de Almas, e Bodhi, um garoto diferente, que ela não consegue decifrar muito bem, é seu guia.
Riley, Bodhi e Buttercup voltam à Terra para sua primeira tarefa: fazer o Menino Radiante, que há anos assombra um castelo na Inglaterra, atravessar a ponte. Muitos Apanhadores de Almas já tentaram convencê-lo e não obtiveram sucesso. Mas isso foi antes que o menino conhecesse Riley...
Nota: Essa série é um spin-off da saga Os Imortais.
Resenha:
Bem vindos a Aqui e Agora.
Eu sou grande fã da saga Os Imortais e, consequentemente, me interessei em ler a saga de Riley, irmã de Ever, quando a mesma foi anunciada. Porém adiei e muito a leitura pois ao ver como o livro era fininho, ele não deveria ter uma história tão grande e podia esperar. E agora, ao finalizar a leitura, comprovei que isso é meio verdade. O livro realmente não tem uma história grande e nem a achei tão envolvente quanto Os Imortais, além de que o plot principal é resolvido nesse livro inicial. O que salvou a história foram dois plot twists que são inesperados e mudam toda a visão do leitor sobre o Garoto Radiante.
Outro ponto que me irritou foi a repetição exagerada do "bem" na narrativa. Entendo que Alyson inseriu como uma característica de Riley, que muda de opinião à todo momento, mas a palavra foi utilizada mais de 40 vezes (!!) em um livro com menos de 200 páginas. Também demorei a me acostumar com o termo Aqui e Agora para se referir ao lugar onde a garota estava.
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
[Dica de Série] Gossip Girl + #GossipGirlDay
Quem assiste séries, em algum momento deve ter ouvido falar de Gossip Girl. Iniciada em 19 de Setembro de 2007 no canal CW, a série rapidamente tornou-se um fenômeno mundial e tornou o canal conhecido - para se ter uma ideia, na China nenhum canal a exibia, o que a tornou o produto mais baixado ilegalmente no país. E a prova de que o fandom ainda está ativo foi que hoje, mesmo quatro anos após o fim do seriado, a tag #GossipGirlDay ficou em primeiro nos TT's mundiais do Twitter, inclusive no Brasil.
GG foi a segunda série que comecei a ver, em 2008, e é a minha preferida até hoje. Por isso, não poderia deixar passar em branco o dia 20 de Janeiro, que foi proclamado por Michael Bloomberg, ex-prefeito de Nova York (onde ocorriam as gravações) como dia de Gossip Girl. Segundo Bloomberg, a utilização da cidade como cenário contribuiu com mais de 100 mil empregos e também com o turismo - havia até um ônibus onde os turistas que visitavam o local, passeavam pelos sets de gravação. Agora que o título do post está explicado, vamos conhecer a série?
domingo, 24 de janeiro de 2016
[Resenha] O Mundo das Vozes Silenciadas - Carolina Munhóz & Sophia Abrahão
Autora: Carolina Munhóz e Sophia Abrahão
Editora: Rocco
Páginas: 288
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: O Mundo das Vozes Silenciadas
Nota: A resenha pode conter spoilers do primeiro livro, O Reino das Vozes Que Não se Calam. E essa leitura se encaixa na quinta categoria do Desafio Literário #EuLi 2016, onde o livro deve ser uma fantasia.
Anos após ter deixado o Reino das vozes que não se calam para trás, Sophie começou a trabalhar como assistente de uma famosa banda de rock. Enquanto tenta lidar com os desafios de sua nova vida, a jovem não imagina que em breve será chamada de volta para o seu mundo mágico. E muito menos o quanto sua longa ausência foi prejudicial para o Reino. Será que ela precisará decidir outra vez entre a realidade e a fantasia?
Resenha:
"Lembre-se, princesa: existe magia até mesmo na dor."
Eu adorei O Reino das Vozes Que Não se Calam, então fiquei muito feliz quando a continuação foi anunciada. E mais feliz ainda ao finalizar a leitura e ver que o livro manteve o nível do anterior.
Começando por Sophie, a personagem está muito mais madura do que no primeiro livro. Ela está segura de si, com um alto astral e quando as inseguranças do passado começam a voltar, ela as encara de frente. Seu namoro com Léo acabou devido o rapaz ter se deslumbrado com a fama e agora ela está com Nicholas, o qual eu prefiro, sem dúvidas nenhuma. Nicholas é muito bem desenvolvido e sempre preocupado com Sophie e as pessoas ao seu redor, e me identifiquei bastante com ele nesse ponto.
Já Léo perdeu todos os pontos que ganhou comigo no livro anterior e não consegui gostar dele novamente. E como estou cansado de triângulos, acompanhar esse por uma boa parte da história foi um pouco maçante. Mas entendo que era necessário para o desenvolvimento da história e achei uma decisão acertada o final que ele recebeu. Já esperava por isso e no lugar das autoras, faria o mesmo. Os demais personagens também são cativantes, principalmente Samantha que é a típica garota problemática que você ama ou odeia (ou os dois ao mesmo tempo); e ainda tivemos retornos de todos os personagens do livro anterior, e assim pudemos ver como todos estão agora.
Editora: Rocco
Páginas: 288
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: O Mundo das Vozes Silenciadas
Nota: A resenha pode conter spoilers do primeiro livro, O Reino das Vozes Que Não se Calam. E essa leitura se encaixa na quinta categoria do Desafio Literário #EuLi 2016, onde o livro deve ser uma fantasia.
Anos após ter deixado o Reino das vozes que não se calam para trás, Sophie começou a trabalhar como assistente de uma famosa banda de rock. Enquanto tenta lidar com os desafios de sua nova vida, a jovem não imagina que em breve será chamada de volta para o seu mundo mágico. E muito menos o quanto sua longa ausência foi prejudicial para o Reino. Será que ela precisará decidir outra vez entre a realidade e a fantasia?
Resenha:
Eu adorei O Reino das Vozes Que Não se Calam, então fiquei muito feliz quando a continuação foi anunciada. E mais feliz ainda ao finalizar a leitura e ver que o livro manteve o nível do anterior.
Começando por Sophie, a personagem está muito mais madura do que no primeiro livro. Ela está segura de si, com um alto astral e quando as inseguranças do passado começam a voltar, ela as encara de frente. Seu namoro com Léo acabou devido o rapaz ter se deslumbrado com a fama e agora ela está com Nicholas, o qual eu prefiro, sem dúvidas nenhuma. Nicholas é muito bem desenvolvido e sempre preocupado com Sophie e as pessoas ao seu redor, e me identifiquei bastante com ele nesse ponto.
Já Léo perdeu todos os pontos que ganhou comigo no livro anterior e não consegui gostar dele novamente. E como estou cansado de triângulos, acompanhar esse por uma boa parte da história foi um pouco maçante. Mas entendo que era necessário para o desenvolvimento da história e achei uma decisão acertada o final que ele recebeu. Já esperava por isso e no lugar das autoras, faria o mesmo. Os demais personagens também são cativantes, principalmente Samantha que é a típica garota problemática que você ama ou odeia (ou os dois ao mesmo tempo); e ainda tivemos retornos de todos os personagens do livro anterior, e assim pudemos ver como todos estão agora.
Assinar:
Postagens (Atom)










