Autoras: Cassandra Clare, Claudia Gray, Libba Bray, Sarah Mlynowski e Maureen Johnson
Editora: Galera Record
Páginas: 272
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Vacations From Hell
Mais uma vez, cinco grandes autoras se reúnem para contar histórias sobrenaturais... de férias que não se saíram muito como o planejado! Acham perder a bagagem um grande problema? A viagem dos seus sonhos pode se tornar um pesadelo! Imagine ter de dividir os aposentos com uma bruxa rancorosa. E queimaduras de sol podem até ser ruins, mas nada se comparadas a uma maldição... Sombra e água fresca? Que nada.
Todo mundo sabe que quando adolescentes saem de férias estão mesmo à procura de aventuras inesquecíveis. Mas é preciso tomar cuidado com o que se deseja. Estes cinco contos sobrenaturais repletos de terror, vingança e maldições vão fazer você pensar duas vezes antes de escolher o próximo destino.
Resenha:
A viagem dos seus sonhos pode se tornar um pesadelo.
Férias Infernais é o quarto volume da coleção de contos infernais, composta por Formaturas Infernais, Amores Infernais e Beijos Infernais. Quem já leu minhas resenhas dos livros anteriores, sabe que minha relação com a série não é uma das melhores, mas sempre leio os lançamentos pois são contos de diversos autores, então sempre existe a chance de ter alguns realmente bons.
O conto inicial, Cruzeiro, da Sarah Mlynowski, abre o livro com chave de ouro e é o melhor, na minha opinião. Os personagens são cativantes e o suspense é presente do início ao fim. Ele conta a história de duas amigas que vão a um cruzeiro e no mesmo, pessoas começam a desaparecer enquanto a imprensa começa a colocar a culpa pelos desaparecimentos em vampiros. Pelo fato do gênero Terror/Suspense ser o meu favorito, eu já sabia que nada era o que realmente parecia ser; mas ainda assim me surpreendi com o final. O único ponto negativo foi justamente a revelação, já que antes dela há uma cena que "impossibilitaria" tal conclusão.
O segundo conto e Não gosto da sua namorada, de Claudia Gray, e conta a história de Cecily, uma bruxa que todo ano sofre nas mãos de sua maior inimiga Kathleen durante as férias que as duas passam com suas famílias. E para piorar, Kathleen começa a namorar um garoto e Cecily se interessa por ele. De todos, esse é o conto mais "bobinho", afinal nada de tão grave acontece. E a protagonista também não é lá uma personagem carismática. E com o final do mesmo, me perguntei porque a mesma nunca tentou desmascarar Kathleen antes se é tão esperta como se mostrou durante a história.
Logo em seguida temos A Lei dos Suspeitos, de Maureen Johnson, e foi graças a ele que o conto anterior se salvou de ganhar o título de mais chato do livro. Ele acompanha as irmãs Charlie e Marylou que se vêem presas em um casa de férias do primo, enquanto descobrem que o vizinho é um cara bem estranho. Além de demorar a engatar, o conto é um pouco confuso em certos pontos e com o seu fim, ficamos sem respostas para algumas perguntas - como o porquê do primo das irmãs demorar tanto a chegar. E juntando com tudo isso, os personagens não são cativantes e não temi pela vida de nenhum, para falar a verdade.
O quarto conto é A Casa dos Espelhos e o mais esperado pelos leitores, afinal foi escrito pela Cassandra Clare. Eu ainda não li nada dela - só vi a adaptação de Cidade dos Ossos e agora quero ler os livros - mas esse também era o que eu mais queria ler pois acho o título mais chamativo da coleção. O conto segue Violet e Evan, adolescentes que tornam-se "irmãos" após o casamento de seus pais e são obrigados a viajar com eles para uma casa de praia. Lá, eles conhecem a vizinha e Violet logo percebe que ela não é tão inocente como aparenta. Esse conto não é tão original, mas gostei bastante dos personagens e o final me fez amar Violet mais ainda. PS: se algum dia esses contos virarem série de TV/filme, Evan Peters e Taissa Farmiga TERÃO que ser Evan e Violet, haha (entendedores entenderão!).
O último é Nenhum Lugar é Seguro, de Libba Bray, que fecha a coleção com chave de ouro. A história acompanha a viagem de quatro amigos que ao chegarem em Necuratul, descobrem que a cidade é mais sombria do que aparenta. Esse conto é o segundo melhor, perdendo apenas para o primeiro. É fácil imaginá-lo como um filme e não ficaria surpreso se ele ganhasse uma adaptação. Mas assim como o de Cruzeiro, o final pode ser descoberto bem antes das revelações pelos leitores mais especializados com o gênero - por mais que ela tenha me surpreendido em certos pontos. Os personagens também são bem desenvolvidos, o que faz o leitor se identificar e torcer por suas vidas.
No geral, eu gostei desse volume. Assim como em Amores Infernais, curti a maioria dos contos e destaco Cruzeiro, Nenhum Lugar é Seguro e A Casa dos Espelhos. Como esse é, até agora, o último livro da coleção, ela está finalizada. Mas se novos volumes cheguem - o que é quase certo -, estarei aqui esperando.
domingo, 20 de setembro de 2015
domingo, 13 de setembro de 2015
[Resenha] 365 Dias do Ano: Staying Strong - Demi Lovato
Autora: Demi Lovato
Editora: Best Seller
Páginas: 409
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Staying Strong
Para a mega estrela Demi Lovato, a vida tem sido uma jornada — de conquistas impressionantes e perdas arrebatadoras. Cantora recordista de vendas, apresentadora de TV e atriz, ela enfrentou batalhas com a depressão e a dependência, tudo isso sem desistir de encontrar a felicidade e a si mesma. Demi compartilhou sua trajetória na mídia, nas letras de suas músicas e para seus 17 milhões de seguidores no Twitter. Esses tweets resultaram neste livro, uma obra em 365 insights honestos, esperançosos e impactantes. Aqui estão, nas próprias palavras de Demi, as citações que a inspiraram, assim como suas reflexões pessoais e seus objetivos. Demi Lovato — 365 dias do ano é para todos, em qualquer lugar, que precisem de conforto, inspiração e um motivo a cada dia para serem fortes em sua própria trajetória.
Resenha:
"Seja forte, seja corajoso, ame muito e de verdade, e você não terá nada a perder." - Demi Lovato. (pág. 9)
Lembro-me que fiquei muito animado quando Demi anunciou que escreveria esse livro. Eu sempre gostei da cantora desde a era Disney, e minha admiração por ela só cresceu quando ela divulgou seus problemas e aceitou ir para uma clínica de reabilitação - quando muitos artistas preferem esconder por medo de perder chances. Ninguém sabia o tema mas a especulação de ser uma biografia sobre esses momentos era a mais forte. Mas quando o livro foi lançado, vimos que era algo mais.
Demi usa, sim, os momentos difíceis que passou na carreira mas em nenhum momento se faz de vítima. Ela sempre admite seus erros e nunca se faz ser o foco do livro. O seu objetivo com a obra é mostrar que, assim como ela, pessoas com problemas como bullying e auto-mutilação também podem passar por isso e curar-se. Os pensamentos, sejam da própria ou citações de outras pessoas como Miley Cyrus, Marilyn Monroe e Buda são presentes para cada dia do ano com um comentário sobre o que Demi entendeu de determinada frase ou pensamento, com um objetivo a ser comprido após a leitura.
Mesmo que você não passe por tais problemas, a leitura desse livro é benéfica. Existem vários pensamentos lindos e marcantes. Perdi as contas de quantas citações destaquei e que me tocaram e 365 Dias do Ano é o tipo de livro que você pode sempre manter por perto para reler sempre que precisar de uma frase ou de uma motivação. Na prática, pode ser difícil não sentirmos raiva ou ódio de alguma coisa ou pessoa; porém se conseguíssemos viver sem esses tipos de sentimentos, com certeza seríamos pessoas melhores. E essa é uma das propostas do livro: rever seus conceitos para saber se você está de bom consigo mesmo.
O único problema que encontrei é que alguns pensamentos se contradizem, mas nada que seja algo grave, afinal o livro é para ser lido a cada dia do ano - apesar de quase todo os leitores terem lido todo de uma vez, óbvio. Seja você adolescente ou adulto e passe ou não por tais problemas, esse livro vai te tocar em algum momento. E a diagramação só deixou tudo mais bem feito. Observem cada imagem de pássaros antes de cada capítulo. A última confirma o que os leitores mais atentos começam a entender nos primeiros meses.
365 Dias do Ano - Staying Strong é um livro que indico para qualquer pessoa, sem nenhum receio. Com o fim da leitura, tive a certeza de vários valores que aplico na minha vida e convivio com outras pessoas. Para algumas pessoas pode parecer apenas um livro com palavras bonitas nos dias atuais que vivemos, mas podem acreditar, é muito mais do que isso. Se você tiver oportunidade, leia esse livro. Você não vai se arrepender!
Editora: Best Seller
Páginas: 409
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Staying Strong
Para a mega estrela Demi Lovato, a vida tem sido uma jornada — de conquistas impressionantes e perdas arrebatadoras. Cantora recordista de vendas, apresentadora de TV e atriz, ela enfrentou batalhas com a depressão e a dependência, tudo isso sem desistir de encontrar a felicidade e a si mesma. Demi compartilhou sua trajetória na mídia, nas letras de suas músicas e para seus 17 milhões de seguidores no Twitter. Esses tweets resultaram neste livro, uma obra em 365 insights honestos, esperançosos e impactantes. Aqui estão, nas próprias palavras de Demi, as citações que a inspiraram, assim como suas reflexões pessoais e seus objetivos. Demi Lovato — 365 dias do ano é para todos, em qualquer lugar, que precisem de conforto, inspiração e um motivo a cada dia para serem fortes em sua própria trajetória.
Resenha:
"Seja forte, seja corajoso, ame muito e de verdade, e você não terá nada a perder." - Demi Lovato. (pág. 9)
Lembro-me que fiquei muito animado quando Demi anunciou que escreveria esse livro. Eu sempre gostei da cantora desde a era Disney, e minha admiração por ela só cresceu quando ela divulgou seus problemas e aceitou ir para uma clínica de reabilitação - quando muitos artistas preferem esconder por medo de perder chances. Ninguém sabia o tema mas a especulação de ser uma biografia sobre esses momentos era a mais forte. Mas quando o livro foi lançado, vimos que era algo mais.
Demi usa, sim, os momentos difíceis que passou na carreira mas em nenhum momento se faz de vítima. Ela sempre admite seus erros e nunca se faz ser o foco do livro. O seu objetivo com a obra é mostrar que, assim como ela, pessoas com problemas como bullying e auto-mutilação também podem passar por isso e curar-se. Os pensamentos, sejam da própria ou citações de outras pessoas como Miley Cyrus, Marilyn Monroe e Buda são presentes para cada dia do ano com um comentário sobre o que Demi entendeu de determinada frase ou pensamento, com um objetivo a ser comprido após a leitura.
Mesmo que você não passe por tais problemas, a leitura desse livro é benéfica. Existem vários pensamentos lindos e marcantes. Perdi as contas de quantas citações destaquei e que me tocaram e 365 Dias do Ano é o tipo de livro que você pode sempre manter por perto para reler sempre que precisar de uma frase ou de uma motivação. Na prática, pode ser difícil não sentirmos raiva ou ódio de alguma coisa ou pessoa; porém se conseguíssemos viver sem esses tipos de sentimentos, com certeza seríamos pessoas melhores. E essa é uma das propostas do livro: rever seus conceitos para saber se você está de bom consigo mesmo.
O único problema que encontrei é que alguns pensamentos se contradizem, mas nada que seja algo grave, afinal o livro é para ser lido a cada dia do ano - apesar de quase todo os leitores terem lido todo de uma vez, óbvio. Seja você adolescente ou adulto e passe ou não por tais problemas, esse livro vai te tocar em algum momento. E a diagramação só deixou tudo mais bem feito. Observem cada imagem de pássaros antes de cada capítulo. A última confirma o que os leitores mais atentos começam a entender nos primeiros meses.
365 Dias do Ano - Staying Strong é um livro que indico para qualquer pessoa, sem nenhum receio. Com o fim da leitura, tive a certeza de vários valores que aplico na minha vida e convivio com outras pessoas. Para algumas pessoas pode parecer apenas um livro com palavras bonitas nos dias atuais que vivemos, mas podem acreditar, é muito mais do que isso. Se você tiver oportunidade, leia esse livro. Você não vai se arrepender!
sábado, 12 de setembro de 2015
[Resenha] Círculo Secreto: A Prisioneira - L. J. Smith
Autora: L. J. Smith
Editora: Galera Record
Páginas: 240
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Secret Circle - The Captive
Cassie é chantageada por Faye para roubar o poderoso Crânio de Cristal, e, por acidente, as duas liberam uma força maligna, que Cassie acredita ser responsável por vários assassinatos que imitam os tortuosos atos dos julgamentos das bruxas de Salem.
Enquanto isso, o Círculo chega à um ponto crucial na história, no qual deve ser escolhida uma nova líder, e, com Faye ameaçando revelar os segredos mais profundos de Cassie, pode significar desastre para todos os envolvidos.
Resenha:
Onde se esconde o verdadeiro mal?
Eu era viciado na série The Secret Circle e até hoje, não aceito que a CW cancelou a mesma com o fim da 1ª temporada. Mas como nada podia ser feito, o jeito era continuar a acompanhar a série pelos livros, mesmo sabendo que elas possuíam diferenças. Então, comprei o primeiro livro e com o fim do mesmo, só queria correr o mais rápido possível para a continuação. Coisa que só aconteceu quase um ano depois - li o primeiro em outubro de 2014 e o segundo só agora, em setembro de 2015.
Sem dúvidas, sou apaixonado por essa série seja nos livros ou na adaptação. Mesmo com todo esse tempo de diferenças entre as leituras, os acontecimentos de A Iniciação ainda estão frescos em minha mente, de modo que não precisei reler o livro para ler A Prisioneira. E que continuação! Esse livro é tão bom quanto o primeiro, a narrativa de L.J. Smith é maravilhosa. Ela também soube narrar muito bem sua trilogia inicial de Diários do Vampiro e em ambas, o ritmo é frenético. Você passa as páginas e quando se dá conta já está na metade ou até perto do final.
Editora: Galera Record
Páginas: 240
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Secret Circle - The Captive
Cassie é chantageada por Faye para roubar o poderoso Crânio de Cristal, e, por acidente, as duas liberam uma força maligna, que Cassie acredita ser responsável por vários assassinatos que imitam os tortuosos atos dos julgamentos das bruxas de Salem.
Enquanto isso, o Círculo chega à um ponto crucial na história, no qual deve ser escolhida uma nova líder, e, com Faye ameaçando revelar os segredos mais profundos de Cassie, pode significar desastre para todos os envolvidos.
Resenha:
Onde se esconde o verdadeiro mal?
Eu era viciado na série The Secret Circle e até hoje, não aceito que a CW cancelou a mesma com o fim da 1ª temporada. Mas como nada podia ser feito, o jeito era continuar a acompanhar a série pelos livros, mesmo sabendo que elas possuíam diferenças. Então, comprei o primeiro livro e com o fim do mesmo, só queria correr o mais rápido possível para a continuação. Coisa que só aconteceu quase um ano depois - li o primeiro em outubro de 2014 e o segundo só agora, em setembro de 2015.
Sem dúvidas, sou apaixonado por essa série seja nos livros ou na adaptação. Mesmo com todo esse tempo de diferenças entre as leituras, os acontecimentos de A Iniciação ainda estão frescos em minha mente, de modo que não precisei reler o livro para ler A Prisioneira. E que continuação! Esse livro é tão bom quanto o primeiro, a narrativa de L.J. Smith é maravilhosa. Ela também soube narrar muito bem sua trilogia inicial de Diários do Vampiro e em ambas, o ritmo é frenético. Você passa as páginas e quando se dá conta já está na metade ou até perto do final.
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
[Resenha] Diários do Vampiro - O Retorno: Almas Sombrias - L.J. Smith
Autora: L. J. Smith
Editora: Galera Record
Páginas: 448
Classificação: 3/5 estrelas
Título Original: The Vampire Diaries: The Return: Shadow Souls
Stefan foi capturado por espíritos demoníacos e está preso na Dimensão Sombria, onde rumores dizem que vampiros e demônios andam livremente, mas humanos são mantidos como escravos por seus mestres sobrenaturais.
Elena pede ajuda a Damon e, com Matt, vai até lá resgatar Stefan. O problema é que a tensão entre ela e Damon continua aumentando. Qual dos irmãos Salvatore Elena realmente quer?
Resenha:
Agora entendo porque em uma entrevista, L.J. Smith disse que a editora a pediu para escrever livros mais curtos. Os próprios viam que esse número de páginas era desnecessário. E se no livro anterior, o clima da série original estava se esvaindo, nesse ele se vai de vez. Não senti qualquer conexão com o clima original e a única coisa boa do livro anterior - que foram as possessão de Shinichi e Misao sobre os habitantes de Fell's Church - não tem qualquer importância aqui. São poucas cenas na cidade e em nenhuma vemos possessões, apenas conversaschatas entre Matt e Sra. Flowers.
Editora: Galera Record
Páginas: 448
Classificação: 3/5 estrelas
Título Original: The Vampire Diaries: The Return: Shadow Souls
Stefan foi capturado por espíritos demoníacos e está preso na Dimensão Sombria, onde rumores dizem que vampiros e demônios andam livremente, mas humanos são mantidos como escravos por seus mestres sobrenaturais.
Elena pede ajuda a Damon e, com Matt, vai até lá resgatar Stefan. O problema é que a tensão entre ela e Damon continua aumentando. Qual dos irmãos Salvatore Elena realmente quer?
PS: Esse é o 6º livro da série, então a resenha poderá ter spoilers dos
anteriores.
Unidos por Stefan.
A cada livro, parece que Diários do Vampiro decai. Reunião Sombria não foi tão bom quanto os três primeiros e Anoitecer também
teve vários defeitos, mas Almas Sombrias venceu os dois em disparada.
Esse sexto livro é - até agora - o pior livro da série, na minha opinião. Quase
nada funcionou nesse volume, o que deixou mais frustrado pois a autora disse em
uma entrevista que esse é o seu preferido e isso me deixou mais esperançoso por
uma melhoria em relação ao anterior.
A história desse volume é totalmente contraditória com a proposta da
série e do próprio livro, que seria salvar Stefan da prisão Shi no Shi. Porém
isso só ocorre nas dez últimas páginas, deixando as outras 435 (!) totalmente
aleatória ao apresentar uma história sobre escravos (!!) que Elena e os outros
salvam. Os "fangirls" da série irão dizer que esse plot serviu para
que Elena encontrasse o objeto que precisava para salvar Stefan, mas várias
páginas poderiam ter sido cortadas e deixariam o livro mais ágil.
Agora entendo porque em uma entrevista, L.J. Smith disse que a editora a pediu para escrever livros mais curtos. Os próprios viam que esse número de páginas era desnecessário. E se no livro anterior, o clima da série original estava se esvaindo, nesse ele se vai de vez. Não senti qualquer conexão com o clima original e a única coisa boa do livro anterior - que foram as possessão de Shinichi e Misao sobre os habitantes de Fell's Church - não tem qualquer importância aqui. São poucas cenas na cidade e em nenhuma vemos possessões, apenas conversas
sábado, 22 de agosto de 2015
[Resenha] Diários do Vampiro - O Retorno: Anoitecer - L.J. Smith
Autora: L. J. Smith
Editora: Galera Record
Páginas: 444
Classificação: 3.5/5 estrelas
Título Original: The Vampire Diaries: The Return: Nightfall
Essa nova saga começa com Elena voltando dos mortos. Ela volta do além com poderes humanos, o que faz seu sangue pulsar com uma força esmagadora e única, sendo irresistível para todos os vampiros.
Stefan está convencido em manter Elena segura e pretende deixar Fell’s Church. Damon, porém, é impulsionado por um desejo insaciável de poder, e quer que a Elena como sua princesa. Quando Stefan é afastado de Fell’s Church, Damon tenta convencer Elena que ele é o irmão que ela deveria ter escolhido, mas a escuridão está infiltrando a cidade e, agora Damon que sempre foi o caçador, está sendo a caça. Ele é a presa de uma criatura maléfica que pode possuí-lo à vontade que deseja não somente o sangue de Elena, como também sua morte.
Resenha:
Elena, Stefan, Damon e cia. estão de volta!
Ao finalizar Reunião Sombria, fiquei louco para começar a nova trilogia de Diários do Vampiro devido ao final do último livro. Porém, antes de começar o livro vi várias pessoas falando que esse é o pior da saga, que é muito confuso, etc; o que me deixou meio receoso - afinal por mais que o último livro tenha seus méritos, eles também possui os defeitos citados pelos leitores em resenhas por aí. E, infelizmente, todos esses defeitos realmente estiveram presentes na leitura.
Primeiro que não temos uma explicação do porquê Elena voltou dos mortos. Não sei se essa explicação final virá nos próximos livros - o que eu acredito que não por conta de que L.J. Smith foi demitida e a série é escrita agora por ghostwriters -, mas a que temos aqui não é convincente. E é esse plot que comanda os primeiros capítulos do livro, onde temos uma Elena totalmente diferente da anterior. Confesso que apesar de ficar ansioso para ter uma explicação desse estado "vegetal" da personagem, esse começo foi um pouco arrastado.
Mas Lisa merece elogios por ter feito uma narrativa em terceira pessoa e compartilhada nesse livro, ou seja, podemos acompanhar Elena, Stefan, Damon, entre outros personagens, todos ao mesmo tempo. E adoro narrativas assim porque elas nos dão mais detalhes da trama do que narrações apenas do protagonista da história. Além disso, no momento que Elena volta ao normal a verdadeira história do livro começa e ele fica ágil e macabro. Lembro que em uma entrevista da autora, ela revelou que nos primeiros livros não pode colocar um suspense tão alto e o romance devia ser o foco. E como a série voltou ao auge depois do lançamento de Crepúsculo, a editora deve ter dado liberdade para ela escrever o que quisesse - e eles lucrassem mais com isso, convenhamos.
Editora: Galera Record
Páginas: 444
Classificação: 3.5/5 estrelas
Título Original: The Vampire Diaries: The Return: Nightfall
Essa nova saga começa com Elena voltando dos mortos. Ela volta do além com poderes humanos, o que faz seu sangue pulsar com uma força esmagadora e única, sendo irresistível para todos os vampiros.
Stefan está convencido em manter Elena segura e pretende deixar Fell’s Church. Damon, porém, é impulsionado por um desejo insaciável de poder, e quer que a Elena como sua princesa. Quando Stefan é afastado de Fell’s Church, Damon tenta convencer Elena que ele é o irmão que ela deveria ter escolhido, mas a escuridão está infiltrando a cidade e, agora Damon que sempre foi o caçador, está sendo a caça. Ele é a presa de uma criatura maléfica que pode possuí-lo à vontade que deseja não somente o sangue de Elena, como também sua morte.
Resenha:
Elena, Stefan, Damon e cia. estão de volta!
Ao finalizar Reunião Sombria, fiquei louco para começar a nova trilogia de Diários do Vampiro devido ao final do último livro. Porém, antes de começar o livro vi várias pessoas falando que esse é o pior da saga, que é muito confuso, etc; o que me deixou meio receoso - afinal por mais que o último livro tenha seus méritos, eles também possui os defeitos citados pelos leitores em resenhas por aí. E, infelizmente, todos esses defeitos realmente estiveram presentes na leitura.
Primeiro que não temos uma explicação do porquê Elena voltou dos mortos. Não sei se essa explicação final virá nos próximos livros - o que eu acredito que não por conta de que L.J. Smith foi demitida e a série é escrita agora por ghostwriters -, mas a que temos aqui não é convincente. E é esse plot que comanda os primeiros capítulos do livro, onde temos uma Elena totalmente diferente da anterior. Confesso que apesar de ficar ansioso para ter uma explicação desse estado "vegetal" da personagem, esse começo foi um pouco arrastado.
Mas Lisa merece elogios por ter feito uma narrativa em terceira pessoa e compartilhada nesse livro, ou seja, podemos acompanhar Elena, Stefan, Damon, entre outros personagens, todos ao mesmo tempo. E adoro narrativas assim porque elas nos dão mais detalhes da trama do que narrações apenas do protagonista da história. Além disso, no momento que Elena volta ao normal a verdadeira história do livro começa e ele fica ágil e macabro. Lembro que em uma entrevista da autora, ela revelou que nos primeiros livros não pode colocar um suspense tão alto e o romance devia ser o foco. E como a série voltou ao auge depois do lançamento de Crepúsculo, a editora deve ter dado liberdade para ela escrever o que quisesse - e eles lucrassem mais com isso, convenhamos.
[Resenha] Lonely Hearts Club - Elizabeth Eulberg
Autora: Elizabeth Eulberg
Editora: Intrínseca
Páginas: 302
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: The Lonely Hearts Club
Penny Lane Bloom cansou de tentar, cansou de ser magoada e decidiu: homens são o inimigo. Exceto os únicos quatro caras que nunca decepcionaram uma garota — John, Paul, George e Ringo. E foi justamente nos Beatles que ela encontrou uma resposta à altura de sua indignação: Penny é fundadora e única afiliada do Lonely Hearts Club — o lugar certo para a mulher que não precisa de namorados idiotas.
O clube, é claro, vira o centro das atenções na escola McKinley. Penny, ao que tudo indica, não é a única aluna farta de ver as amigas mudarem completamente (quase sempre, para pior) só para agradar aos namorados, e de constatar que eles, na verdade, não estão nem aí para elas. Agora, todas querem fazer parte do clube, e Penny é idolatrada por dezenas de meninas que não querem enxergar um namorado nem a quilômetros de distância. Jamais. Seja quem for. Mas será realmente que nenhum carinha vale a pena?
Resenha:
Porque ninguém precisa de um namorado para ser feliz.
Eu adiei muito a leitura desse livro porque a sinopse e a capa gritavam que ele era um caso grave de feminismo e bem clichê. E como eu o ganhei, não sofria da pressão "tenho que ler porque comprei". Mas com o fim de A Mediadora, precisava ler algo sem maiores pretensões antes de embarcar na nova trilogia de Diários do Vampiro, e como ele era o único livro não lido que se encaixava nisso, resolvi arriscar.
A história de Lonely Hearts Club é de fato bem clichê. Existem milhões de livros e filmes com a mesma temática e é possível saber o que vai acontecer na cena seguinte porque já vimos isso em outra obra. Mas é uma repetição que consegue prender o leitor. E isso é, sem dúvidas, uma qualidade para o livro porque ele é claramente voltado para o público feminino por volta dos 12/15 anos, ou seja, não se encaixa nada comigo - menino e com dezoito anos.
Provavelmente meninas que já passaram por essa fase se identificaram com Penny no primeiro instante, mas eu a achei bem infantilizada. Até entendo o que ela sofreu porque quem não sofreu uma desilusão amorosa que atire a primeira pedra, mas algo nela não me descia. E esse sentimento só mudou com o passar dos capítulos e aos poucos fui gostando dela - e achando até semelhanças em comum. Mesmo assim ela me irritou em alguns momentos perto do fim, mas relevei porque, né...
Como eu já disse, a história é clichê, então o que prende o leitor são os personagens. E Elizabeth conseguiu fugir dos esterótipos usando o famoso "nem todo mundo é como julgamos ser". Mas a principal personagem que usa esse conceito é Diane. Após Penny, ela é a personagem mais desenvolvida e até metade do livro eu ainda desconfiava se suas intenções eram realmente boas ou não. Além das duas, também gostei muito de Ryan. Aliás foi com ele que tive uma identificação imediata, apesar da história ser contada ao ponto de vista de Penny. Já os demais personagens não recebem tanto destaque, mas também não fazem feio quando aparecem.
O final, claro, segue o fator clichê e encerra tudo de forma previsível. Mas era impossível um livro infanto-juvenil não terminar assim. Enfim, se você quiser um livro só para passar o tempo e sem maiores pretensões. E lembre-se: se você é menino e/ou já passou dessa idade, abra a mente e tente relevar afinal o livro não tenta enganar o leitor, ele realmente mostra que é um chick-it, então você não vai estar sendo enganado!
PS: A história também tem várias menções aos Beatles, desde a capa e o nome da protagonista, Penny Lane (nome de uma música deles). Eu não conheço tantas músicas assim deles e nunca me importei em ouvir mais pelas que eu já ouvi (falta de cultura minha, eu sei), então esse ponto não favoreceu e nem diminuiu a história. Mas se você é fã da banda, isso é mais um ponto a considerar a favor da leitura.
Editora: Intrínseca
Páginas: 302
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: The Lonely Hearts Club
Penny Lane Bloom cansou de tentar, cansou de ser magoada e decidiu: homens são o inimigo. Exceto os únicos quatro caras que nunca decepcionaram uma garota — John, Paul, George e Ringo. E foi justamente nos Beatles que ela encontrou uma resposta à altura de sua indignação: Penny é fundadora e única afiliada do Lonely Hearts Club — o lugar certo para a mulher que não precisa de namorados idiotas.
O clube, é claro, vira o centro das atenções na escola McKinley. Penny, ao que tudo indica, não é a única aluna farta de ver as amigas mudarem completamente (quase sempre, para pior) só para agradar aos namorados, e de constatar que eles, na verdade, não estão nem aí para elas. Agora, todas querem fazer parte do clube, e Penny é idolatrada por dezenas de meninas que não querem enxergar um namorado nem a quilômetros de distância. Jamais. Seja quem for. Mas será realmente que nenhum carinha vale a pena?
Resenha:
Porque ninguém precisa de um namorado para ser feliz.
Eu adiei muito a leitura desse livro porque a sinopse e a capa gritavam que ele era um caso grave de feminismo e bem clichê. E como eu o ganhei, não sofria da pressão "tenho que ler porque comprei". Mas com o fim de A Mediadora, precisava ler algo sem maiores pretensões antes de embarcar na nova trilogia de Diários do Vampiro, e como ele era o único livro não lido que se encaixava nisso, resolvi arriscar.
A história de Lonely Hearts Club é de fato bem clichê. Existem milhões de livros e filmes com a mesma temática e é possível saber o que vai acontecer na cena seguinte porque já vimos isso em outra obra. Mas é uma repetição que consegue prender o leitor. E isso é, sem dúvidas, uma qualidade para o livro porque ele é claramente voltado para o público feminino por volta dos 12/15 anos, ou seja, não se encaixa nada comigo - menino e com dezoito anos.
Provavelmente meninas que já passaram por essa fase se identificaram com Penny no primeiro instante, mas eu a achei bem infantilizada. Até entendo o que ela sofreu porque quem não sofreu uma desilusão amorosa que atire a primeira pedra, mas algo nela não me descia. E esse sentimento só mudou com o passar dos capítulos e aos poucos fui gostando dela - e achando até semelhanças em comum. Mesmo assim ela me irritou em alguns momentos perto do fim, mas relevei porque, né...
Como eu já disse, a história é clichê, então o que prende o leitor são os personagens. E Elizabeth conseguiu fugir dos esterótipos usando o famoso "nem todo mundo é como julgamos ser". Mas a principal personagem que usa esse conceito é Diane. Após Penny, ela é a personagem mais desenvolvida e até metade do livro eu ainda desconfiava se suas intenções eram realmente boas ou não. Além das duas, também gostei muito de Ryan. Aliás foi com ele que tive uma identificação imediata, apesar da história ser contada ao ponto de vista de Penny. Já os demais personagens não recebem tanto destaque, mas também não fazem feio quando aparecem.
O final, claro, segue o fator clichê e encerra tudo de forma previsível. Mas era impossível um livro infanto-juvenil não terminar assim. Enfim, se você quiser um livro só para passar o tempo e sem maiores pretensões. E lembre-se: se você é menino e/ou já passou dessa idade, abra a mente e tente relevar afinal o livro não tenta enganar o leitor, ele realmente mostra que é um chick-it, então você não vai estar sendo enganado!
PS: A história também tem várias menções aos Beatles, desde a capa e o nome da protagonista, Penny Lane (nome de uma música deles). Eu não conheço tantas músicas assim deles e nunca me importei em ouvir mais pelas que eu já ouvi (falta de cultura minha, eu sei), então esse ponto não favoreceu e nem diminuiu a história. Mas se você é fã da banda, isso é mais um ponto a considerar a favor da leitura.
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
Revelada capa de "Círculo Secreto - A Ruptura"
A Galera Record acaba de revelar a capa do quarto livro da série "Círculo Secreto". Intitulado de "A Ruptura", o livro está previsto para a segunda quinzena de Setembro de 2015.
A partir deste volume, a série passa a ser escrita pela ghostwriter Aubrey Clark, devido a demissão de L.J. Smith da série e de Diários do Vampiro. Esse livro também inicia uma nova trilogia. Confira a sinopse dvulgada pela editora:
Após a morte de Black John, Cassie e o restante do Círculo finalmente podem relaxar. Tudo parece ir bem: as Chaves estão em seu poder, Adam e Cassie são oficialmente namorados e o clima da cidade em geral é de recomeço. Mas, enquanto todos comemoram o festival do equinócio de primavera, algo terrível acontece: sem nenhum motivo aparente, tia-avó Constance cai morta. E não parece ser uma morte normal. Agora, resta ao Círculo descobrir o que está colocando em risco a todos.
Você pode conferir a resenha do primeiro livro aqui.
quarta-feira, 29 de julho de 2015
[Resenha] A Mediadora - A Terra das Sombras | Meg Cabot
Autores: Meg Cabot
Editora: Galera Record
Páginas: 288
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: The Mediator - Shadowland
Suzannah é uma adolescente aparentemente comum que tem um problema com construções antigas. Não é para menos. Afinal, muitas dessas casas velhas são assombradas. E Suzannah é uma mediadora, uma pessoa capaz de ver e falar com fantasmas para ajudá-los a descansar em paz. É claro que esse dom lhe traz muitos problemas. Mas nem ela poderia saber a gravidade do que encontraria ao mudar-se para Califórnia.
Resenha:
Falar com um fantasma pode ser assustador. Ter a habilidade de se comunicar com todos, então, é de arrepiar qualquer um.
A Terra das Sombras é meu primeiro livro da Meg Cabot. Antes, só havia lido o conto A Filha da Exterminadora presente em Formaturas Infernais. Não foi o melhor conto do livro nem o pior, mas me deixou receoso quanto a A Mediadora porque, mesmo com suas enormes diferenças, as obras tem pontos em comum.
Felizmente, A Terra das Sombras é muito melhor do que esse conto. Pensei que a história seria uma coisa bem Young Adult, mas ela é bem mais leve do que isso. Para um público até mais teen, para dizer a verdade. Acho que o fato de ter escrito o livro em 2000 fez com que Meg escrevesse uma história com muito humor, por isso quem procura uma história mais séria talvez esse livro não seja o mais recomendado. Achei a passagem que Suzannah invade a escola a melhor de todas e ri muito. Porém, Meg merece pontos por mesclar o humor com uma narrativa fluída e rápida. O livro se resolve em questão de segundos.
No geral, gostei de todos os personagens, exceto da fantasma que a Suze enfrentou. A achei chata - e olha que eu sempre gosto dos vilões - e espero que ela não volte mesmo sabe-se lá para onde ela foi. Já Suze também ganhou pontos comigo por não ser como todas as mocinhas dos Young Adults (frágil, sempre indefesa, etc). Ela sempre está disposta a ajudar as pessoas, é bem humorada... é gente como a gente, entendem? Também gostei muito do Jesse e ria sempre que ele a chamada de hermosa.
Mas alguns pontos na história me decepcionaram, como o fato de mal chegar na escola, Suzannah já descobri que Padre Dom também é um mediador. Achei um tanto surreal, mas talvez isso tenha acontecido porque a historia desse primeiro livro em si é limitada (e o número de páginas é bem pouca). Também senti falta de uma explicação maior sobre o que houve com Jesse, mas isso não me incomodou tanto pois acredito que ela chegará nos próximos livros. E algo que tudo indica, cada livro seguirá uma história própria.
Enfim, minha primeira experiência com a Meg foi muito bom e apesar desses pontos negativos, acredito que a recompensa final foi maior. E apesar do livro não deixar um plot twist para que o leitor corra o mais rápido possível para O Arcano Nove, eu irei continuar a série. Meg conquistou mais um leitor!
Editora: Galera Record
Páginas: 288
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: The Mediator - Shadowland
Suzannah é uma adolescente aparentemente comum que tem um problema com construções antigas. Não é para menos. Afinal, muitas dessas casas velhas são assombradas. E Suzannah é uma mediadora, uma pessoa capaz de ver e falar com fantasmas para ajudá-los a descansar em paz. É claro que esse dom lhe traz muitos problemas. Mas nem ela poderia saber a gravidade do que encontraria ao mudar-se para Califórnia.
Resenha:
Falar com um fantasma pode ser assustador. Ter a habilidade de se comunicar com todos, então, é de arrepiar qualquer um.
A Terra das Sombras é meu primeiro livro da Meg Cabot. Antes, só havia lido o conto A Filha da Exterminadora presente em Formaturas Infernais. Não foi o melhor conto do livro nem o pior, mas me deixou receoso quanto a A Mediadora porque, mesmo com suas enormes diferenças, as obras tem pontos em comum.
Felizmente, A Terra das Sombras é muito melhor do que esse conto. Pensei que a história seria uma coisa bem Young Adult, mas ela é bem mais leve do que isso. Para um público até mais teen, para dizer a verdade. Acho que o fato de ter escrito o livro em 2000 fez com que Meg escrevesse uma história com muito humor, por isso quem procura uma história mais séria talvez esse livro não seja o mais recomendado. Achei a passagem que Suzannah invade a escola a melhor de todas e ri muito. Porém, Meg merece pontos por mesclar o humor com uma narrativa fluída e rápida. O livro se resolve em questão de segundos.
No geral, gostei de todos os personagens, exceto da fantasma que a Suze enfrentou. A achei chata - e olha que eu sempre gosto dos vilões - e espero que ela não volte mesmo sabe-se lá para onde ela foi. Já Suze também ganhou pontos comigo por não ser como todas as mocinhas dos Young Adults (frágil, sempre indefesa, etc). Ela sempre está disposta a ajudar as pessoas, é bem humorada... é gente como a gente, entendem? Também gostei muito do Jesse e ria sempre que ele a chamada de hermosa.
Mas alguns pontos na história me decepcionaram, como o fato de mal chegar na escola, Suzannah já descobri que Padre Dom também é um mediador. Achei um tanto surreal, mas talvez isso tenha acontecido porque a historia desse primeiro livro em si é limitada (e o número de páginas é bem pouca). Também senti falta de uma explicação maior sobre o que houve com Jesse, mas isso não me incomodou tanto pois acredito que ela chegará nos próximos livros. E algo que tudo indica, cada livro seguirá uma história própria.
Enfim, minha primeira experiência com a Meg foi muito bom e apesar desses pontos negativos, acredito que a recompensa final foi maior. E apesar do livro não deixar um plot twist para que o leitor corra o mais rápido possível para O Arcano Nove, eu irei continuar a série. Meg conquistou mais um leitor!
terça-feira, 28 de julho de 2015
[Resenha] Quem é Você, Alasca? - John Green
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Páginas: 336
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Looking for Alaska Special 10th Anniversary Edition
Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras que, cansado de sua vidinha pacata e sem graça em casa, vai estudar num colégio interno à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o "Grande Talvez".
Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young, uma garota inteligente, espirituosa, problemática e extremamente sensual, que o levará para o seu labirinto e o catapultará em direção ao "Grande Talvez".
Resenha:
Primeira cerveja. Primeiro trote. Primiero amigo. Primeiro amor. Últimas palavras.
John Green é, sem dúvidas, um dos meus autores favoritos. A maneira como ele entende os adolescentes como nós somos é brilhante, por isso ele sempre vai ter seus pontos comigo por isso. Amei A Culpa é das Estrelas e amei ainda mais Cidades de Papel, o que me deixou cada vez mais ansioso por Quem é Você, Alasca?, afinal esse é o melhor livro do autor para muita gente. Ao finalizar a leitura, porém, vi que para mim, ele fica muito abaixo dos dois já citados.
Mas isso não significa que eu não tenha gostado do livro, muito pelo contrário. Ele confirmou mais ainda a minha opinião sobre o John e sua facilidade de retratar e escrever para os adolescentes. Seus personagens são reais, com erros e acertos. São humanos. Adorei e me identifiquei com todos os personagens principais de Quem é Você, Alasca?. Acho que isso é uma dos pontos que mais me fazem fã dos livros do John. Enquanto muitas pessoas criticam Margo e Alasca, por exemplo, eu consigo entender perfeitamente a personalidade das duas.
Editora: Intrínseca
Páginas: 336
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Looking for Alaska Special 10th Anniversary Edition
Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras que, cansado de sua vidinha pacata e sem graça em casa, vai estudar num colégio interno à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o "Grande Talvez".
Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young, uma garota inteligente, espirituosa, problemática e extremamente sensual, que o levará para o seu labirinto e o catapultará em direção ao "Grande Talvez".
Resenha:
Primeira cerveja. Primeiro trote. Primiero amigo. Primeiro amor. Últimas palavras.
John Green é, sem dúvidas, um dos meus autores favoritos. A maneira como ele entende os adolescentes como nós somos é brilhante, por isso ele sempre vai ter seus pontos comigo por isso. Amei A Culpa é das Estrelas e amei ainda mais Cidades de Papel, o que me deixou cada vez mais ansioso por Quem é Você, Alasca?, afinal esse é o melhor livro do autor para muita gente. Ao finalizar a leitura, porém, vi que para mim, ele fica muito abaixo dos dois já citados.
Mas isso não significa que eu não tenha gostado do livro, muito pelo contrário. Ele confirmou mais ainda a minha opinião sobre o John e sua facilidade de retratar e escrever para os adolescentes. Seus personagens são reais, com erros e acertos. São humanos. Adorei e me identifiquei com todos os personagens principais de Quem é Você, Alasca?. Acho que isso é uma dos pontos que mais me fazem fã dos livros do John. Enquanto muitas pessoas criticam Margo e Alasca, por exemplo, eu consigo entender perfeitamente a personalidade das duas.
[TAG] Amizade Literária
Ela consiste em citar amizades que conhecemos por meio dos livros. Vamos lá?! Se eu tiver feito resenha do livro mencionado, ela estará presente no título do mesmo. PS: As respostas podem conter SPOILERS dos livros lidos, então leia por sua conta e risco!
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