Autores: Meg Cabot
Editora: Revista Pulse
Páginas: 12
Classificação: 3/5 estrelas
Título Original: The Mediator - Every Girl's Dream
Conto escrito por Meg Cabot para a revista Pulse, publicada pela editora americana dos livros de A Mediadora.
Acompanha Suze nos preparativos para um dos bailes da escola e se passa cronologicamente entre os livros "Reunião" e "A Hora Mais Sombria".
Resenha:
E vamos de baile!
A Mediadora é uma série que adoro demais; os livros são envolventes e curtinhos, típicos para sair de uma ressaca literária ou uma leitura menos descompromissada, por exemplo. Por isso, resolvi pegar os livros que ainda faltavam para finalizar a série e antes de começar o quarto, lembrei que existia esse conto entre o terceiro e ele.
O Sonho de Toda Garota foi escrito por Meg Cabot em 2006, a fim de divulgar os livros na revista teen Pulse, que era publicada nos EUA pela mesma editora da série. Por isso, ele é bem curtinho e não apresenta nada de novo; apenas "apresenta" os personagens principais durante um baile da escola.
sexta-feira, 17 de julho de 2020
quarta-feira, 15 de julho de 2020
[Resenha] Mentiras - Michael Grant
Autor: Michael Grant
Editora: Galera Record
Páginas: 378
Classificação: 4,5/5 estrelas
Título Original: Lies
Sete meses se passaram e as coisas parecem finalmente criado alguma ordem no LGAR - se é que podemos chamar de ordem um bando de crianças sozinhas e armadas.Mas estabilidade não parece ser uma opção no LGAR.
Coisas cada vez mais estranhas continuam a acontecer e, como se não bastasse, um boato ainda mais estranho, para não dizerassustador, começa a se alastrar. Mas mesmo naquele lugar bizarro não é possível que mortos voltem à vida... é?
Isso aconteceu em uma noite: uma garota morta caminha entre os vivos, Zil e os Normais ateiam fogo a Praia Perdida, e no meio das chamas e fumaça, Sam vê o garoto que mais teme – Drake. Mas Sam e Caine derrotaram ele junta com a Escuridão – ou assim acreditavam.
Com Praia Perdida queimada, o combate inicia-se: Astrid contra o Conselho da Cidade, os Normais contra os mutantes, e Sam contra Drake. E a profetiza Orsay e Nerezza estão pregando que a morte os libertará. Com a vida em LGAR tornando-se cada vez mais desesperadora, ninguém sabe em quem confiar.
Resenha:
Em quem acreditar?
Depois de Gone e Fome, a série Gone apresenta mais um ótimo volume e nos deixa cada vez mais imersos nesse universo.
O principal plot do terceiro livro é envolvente e qualquer um dos dois caminhos possíveis pode ser o real; então não sabemos em quem acreditar, o que faz a leitura voar por buscarmos respostas. Seria o "puf", até então o grande problema, a solução? Além disso, a possibilidade dos mortos nos livros anteriores poderem estar voltando ou não a viver deixa o clima de apreensão bem maior.
Editora: Galera Record
Páginas: 378
Classificação: 4,5/5 estrelas
Título Original: Lies
Sete meses se passaram e as coisas parecem finalmente criado alguma ordem no LGAR - se é que podemos chamar de ordem um bando de crianças sozinhas e armadas.Mas estabilidade não parece ser uma opção no LGAR.
Coisas cada vez mais estranhas continuam a acontecer e, como se não bastasse, um boato ainda mais estranho, para não dizerassustador, começa a se alastrar. Mas mesmo naquele lugar bizarro não é possível que mortos voltem à vida... é?
Isso aconteceu em uma noite: uma garota morta caminha entre os vivos, Zil e os Normais ateiam fogo a Praia Perdida, e no meio das chamas e fumaça, Sam vê o garoto que mais teme – Drake. Mas Sam e Caine derrotaram ele junta com a Escuridão – ou assim acreditavam.
Com Praia Perdida queimada, o combate inicia-se: Astrid contra o Conselho da Cidade, os Normais contra os mutantes, e Sam contra Drake. E a profetiza Orsay e Nerezza estão pregando que a morte os libertará. Com a vida em LGAR tornando-se cada vez mais desesperadora, ninguém sabe em quem confiar.
Resenha:
Em quem acreditar?
Depois de Gone e Fome, a série Gone apresenta mais um ótimo volume e nos deixa cada vez mais imersos nesse universo.
O principal plot do terceiro livro é envolvente e qualquer um dos dois caminhos possíveis pode ser o real; então não sabemos em quem acreditar, o que faz a leitura voar por buscarmos respostas. Seria o "puf", até então o grande problema, a solução? Além disso, a possibilidade dos mortos nos livros anteriores poderem estar voltando ou não a viver deixa o clima de apreensão bem maior.
domingo, 12 de julho de 2020
[Resenha] Apenas Uma Garota - Meredith Russo
Autora: Meredith Russo
Editora: Intrínseca
Páginas: 240
Classificação: 5/5 estrelas
Título Original: If I Was Your Girl
Prestes a entrar na vida adulta, Amanda Hardy acabou de mudar de cidade, mas a verdadeira mudança de sua vida vai ser encarar algo muito mais importante: a afirmação de sua identidade. Tudo que ela mais quer é viver como qualquer outra garota. E, embora acredite firmemente que toda mudança traz a promessa de um recomeço, ainda não se sente livre para criar laços afetivos.
Até que ela conhece Grant, um garoto diferente de todos os outros. Ela não consegue evitar: aos poucos, vai permitindo que Grant entre em sua vida. Quanto mais eles convivem, mais ela se sente impelida a se abrir e revelar seu passado, mas ao mesmo tempo tem muito medo do que pode acontecer se ele souber toda a verdade. Porque o segredo que Amanda esconde é que ela era um menino.
Em seu romance de estreia, Meredith Russo retrata o processo de transição de uma adolescente transexual, parcialmente inspirada em suas próprias experiências. Enquanto traz à tona questões difíceis como dilemas existenciais, preconceito e bullying, o livro também fala de forma esperançosa e leve sobre amizade, descobertas e autoaceitação.
Resenha:
Seu passado não impede que você tenha um futuro.
Desde que a Intrínseca anunciou o lançamento de Apenas Uma Garota, fiquei curioso pela leitura. E, felizmente, foi ótima!
Adorei Amanda. É possível sentir seu medo diante os traumas do passado e as situações que ela passou durante a história me soaram bem críveis. Parte disso, claro, é pelo fato da autora, Meredith Russo, também ser uma mulher trans na vida real; então ela possui domínio sobre o assunto. Os demais personagens também foram muito interessantes, em especial os pais de Amanda, principalmente o pai. É perceptível sua tentativa em mudar e aceitar a filha e a relação dos dois é muito bem trabalhada.
Editora: Intrínseca
Páginas: 240
Classificação: 5/5 estrelas
Título Original: If I Was Your Girl
Prestes a entrar na vida adulta, Amanda Hardy acabou de mudar de cidade, mas a verdadeira mudança de sua vida vai ser encarar algo muito mais importante: a afirmação de sua identidade. Tudo que ela mais quer é viver como qualquer outra garota. E, embora acredite firmemente que toda mudança traz a promessa de um recomeço, ainda não se sente livre para criar laços afetivos.
Até que ela conhece Grant, um garoto diferente de todos os outros. Ela não consegue evitar: aos poucos, vai permitindo que Grant entre em sua vida. Quanto mais eles convivem, mais ela se sente impelida a se abrir e revelar seu passado, mas ao mesmo tempo tem muito medo do que pode acontecer se ele souber toda a verdade. Porque o segredo que Amanda esconde é que ela era um menino.
Em seu romance de estreia, Meredith Russo retrata o processo de transição de uma adolescente transexual, parcialmente inspirada em suas próprias experiências. Enquanto traz à tona questões difíceis como dilemas existenciais, preconceito e bullying, o livro também fala de forma esperançosa e leve sobre amizade, descobertas e autoaceitação.
Resenha:
Seu passado não impede que você tenha um futuro.
Desde que a Intrínseca anunciou o lançamento de Apenas Uma Garota, fiquei curioso pela leitura. E, felizmente, foi ótima!
Adorei Amanda. É possível sentir seu medo diante os traumas do passado e as situações que ela passou durante a história me soaram bem críveis. Parte disso, claro, é pelo fato da autora, Meredith Russo, também ser uma mulher trans na vida real; então ela possui domínio sobre o assunto. Os demais personagens também foram muito interessantes, em especial os pais de Amanda, principalmente o pai. É perceptível sua tentativa em mudar e aceitar a filha e a relação dos dois é muito bem trabalhada.
domingo, 5 de julho de 2020
[Resenha] Aos Dezessete Anos - Ava Dellaira
Autora: Ava Dellaira
Editora: Seguinte
Páginas: 444
Classificação: 5/5 estrelas
Título Original: In Search of Us
Em seu novo romance arrebatador, Ava Dellaira apresenta uma mãe e uma filha que precisam compreender o passado para poder seguir em frente.
Quando tinha dezessete anos, Marilyn viveu um amor intenso, mas acabou seguindo seu próprio caminho e criando uma filha sozinha. Angie, por sua vez, é mestiça e sempre quis saber mais sobre a família do pai e sua ascendência negra, mas tudo o que sua mãe contou foi que ele morreu num acidente de carro antes de ela nascer.
Quando Angie descobre indícios de que seu pai pode estar vivo, ela viaja para Los Angeles atrás de seu paradeiro, acompanhada de seu ex-namorado, Sam. Em sua busca, Angie vai descobrir mais sobre sua mãe, sobre o que aconteceu com seu pai e, principalmente, sobre si mesma.
Resenha:
"Todo mundo tem um universo inteiro dentro de si."
Cartas de Amor aos Mortos é um dos meus livros favoritos, por isso fiquei muito ansioso quando Ava Dellaira anunciou esse novo livro. E ao finalizar a leitura de Aos Dezessete Anos, comprovei o quanto ele é tão bom quanto seu primeiro.
Me encantei profundamente com Marilyn e Angie. Aos poucos, as peças da história vão se encaixando e esse sentimento pelas duas cresce, principalmente por Marilyn, que teve as partes mais interessantes da história e me deixava ansioso por seus capítulos, para descobrir o porquê de seu término com James. Ainda assim, as de Angie e sua saga para se descobrir no mundo também foram ótimas e bem desenvolvidas.
Editora: Seguinte
Páginas: 444
Classificação: 5/5 estrelas
Título Original: In Search of Us
Em seu novo romance arrebatador, Ava Dellaira apresenta uma mãe e uma filha que precisam compreender o passado para poder seguir em frente.
Quando tinha dezessete anos, Marilyn viveu um amor intenso, mas acabou seguindo seu próprio caminho e criando uma filha sozinha. Angie, por sua vez, é mestiça e sempre quis saber mais sobre a família do pai e sua ascendência negra, mas tudo o que sua mãe contou foi que ele morreu num acidente de carro antes de ela nascer.
Quando Angie descobre indícios de que seu pai pode estar vivo, ela viaja para Los Angeles atrás de seu paradeiro, acompanhada de seu ex-namorado, Sam. Em sua busca, Angie vai descobrir mais sobre sua mãe, sobre o que aconteceu com seu pai e, principalmente, sobre si mesma.
Resenha:
"Todo mundo tem um universo inteiro dentro de si."
Cartas de Amor aos Mortos é um dos meus livros favoritos, por isso fiquei muito ansioso quando Ava Dellaira anunciou esse novo livro. E ao finalizar a leitura de Aos Dezessete Anos, comprovei o quanto ele é tão bom quanto seu primeiro.
Me encantei profundamente com Marilyn e Angie. Aos poucos, as peças da história vão se encaixando e esse sentimento pelas duas cresce, principalmente por Marilyn, que teve as partes mais interessantes da história e me deixava ansioso por seus capítulos, para descobrir o porquê de seu término com James. Ainda assim, as de Angie e sua saga para se descobrir no mundo também foram ótimas e bem desenvolvidas.
terça-feira, 30 de junho de 2020
[Resenha] Fome - Michael Grant
Autor: Michael Grant
Editora: Galera Record
Páginas: 532
Classificação: 4,5/5 estrelas
Título Original: Hunger
Já se passaram três meses desde que todos os menores de quinze anos ficaram presos na bolha conhecida como o LGAR. As coisas só pioraram. A comida está acabando, e as crianças cada dia mais estão a desenvolvendo habilidades sobrenaturais.
Logo ocorrerá tensão entre aqueles com poderes e os sem poderes, e poderá ocorrer uma tragédia indescritível, irrompendo o caos. Normais contra os mutantes, e uma batalha com rumo sangrento. Mas há algo escondido que é mais perigoso.
Uma criatura sinistra conhecida como a Escuridão começou a chamar os sobreviventes do LGAR. Ela precisa de seus poderes para sustentar a sua própria. Quando a Escuridão chama, alguém vai responder – com consequências fatais.
Resenha:
E quando a fome é o seu pior inimigo?
Gone foi uma ótima leitura, por isso fiquei muito curioso por sua continuação. E agora, finalmente após ler Fome, posso afirmar que a série fica cada vez melhor.
Como o próprio título já diz, a fome foi o maior adversário dos personagens nesse volume. A comida está cada vez mais escassa e eles fazem diversas - diversas! - loucuras pela chance de se alimentar. E talvez seja isso que eu mais goste na narrativa do Michael Grant: por mais que existam os mocinhos, nenhum é totalmente bom, mas julgá-los é quase impossível, afinal quem não garante que não tomaríamos as mesmas atitudes se estivessemos nessa situação?
Editora: Galera Record
Páginas: 532
Classificação: 4,5/5 estrelas
Título Original: Hunger
Já se passaram três meses desde que todos os menores de quinze anos ficaram presos na bolha conhecida como o LGAR. As coisas só pioraram. A comida está acabando, e as crianças cada dia mais estão a desenvolvendo habilidades sobrenaturais.
Logo ocorrerá tensão entre aqueles com poderes e os sem poderes, e poderá ocorrer uma tragédia indescritível, irrompendo o caos. Normais contra os mutantes, e uma batalha com rumo sangrento. Mas há algo escondido que é mais perigoso.
Uma criatura sinistra conhecida como a Escuridão começou a chamar os sobreviventes do LGAR. Ela precisa de seus poderes para sustentar a sua própria. Quando a Escuridão chama, alguém vai responder – com consequências fatais.
Resenha:
E quando a fome é o seu pior inimigo?
Gone foi uma ótima leitura, por isso fiquei muito curioso por sua continuação. E agora, finalmente após ler Fome, posso afirmar que a série fica cada vez melhor.
Como o próprio título já diz, a fome foi o maior adversário dos personagens nesse volume. A comida está cada vez mais escassa e eles fazem diversas - diversas! - loucuras pela chance de se alimentar. E talvez seja isso que eu mais goste na narrativa do Michael Grant: por mais que existam os mocinhos, nenhum é totalmente bom, mas julgá-los é quase impossível, afinal quem não garante que não tomaríamos as mesmas atitudes se estivessemos nessa situação?
domingo, 21 de junho de 2020
[Resenha] The Forbidden Game - The Kill | L.J. Smith
Autora: L. J. Smith
Editora: Simon Pulse
Páginas: 240
Classificação: 5/5 estrelas + Favorito no Skoob
Título Original: The Forbidden Game - The Kill
Jenny retorna ao lugar onde tudo começou: a casa de seu avô, onde, quando criança, conheceu Julian. Uma porta com uma runa estranha se abre para a criação mais fantástica de Julian: um parque de diversões vazio que Jenny amava quando criança.
Exceto que, agora, todos os brinquedos são mortais. Além disso, Jenny deve sobreviver a seus confrontos com um Julian cada vez mais irritado e determinado. Ele realmente a matará se não puder tê-la? Jenny o obriga a fazer a escolha - e dois mundos serão mudados para sempre.
Resenha:
Entre no playground do diabo.
The Forbidden Game me conquistou desde o primeiro livro, por isso, ao mesmo tempo que eu estava ansioso para concluir a trilogia, não queria me despedir dos personagens. Mas agora após ler The Kill, não podia imaginar final melhor para a história.
Nunca me canso de falar como Julian é um ótimo personagem e um dos melhores vilões que já li. Ele sempre roubava para si as cenas que aparecia nos livros anteriores e aqui não é diferente. O desenvolvimento de sua história nos livros foi muito boa. Jenny também continuou ótima, assim como Michael e Audrey. Adoro a ironia dos dois e torci muito por eles, assim como por Dee.
Editora: Simon Pulse
Páginas: 240
Classificação: 5/5 estrelas + Favorito no Skoob
Título Original: The Forbidden Game - The Kill
Jenny retorna ao lugar onde tudo começou: a casa de seu avô, onde, quando criança, conheceu Julian. Uma porta com uma runa estranha se abre para a criação mais fantástica de Julian: um parque de diversões vazio que Jenny amava quando criança.
Exceto que, agora, todos os brinquedos são mortais. Além disso, Jenny deve sobreviver a seus confrontos com um Julian cada vez mais irritado e determinado. Ele realmente a matará se não puder tê-la? Jenny o obriga a fazer a escolha - e dois mundos serão mudados para sempre.
Resenha:
Entre no playground do diabo.
The Forbidden Game me conquistou desde o primeiro livro, por isso, ao mesmo tempo que eu estava ansioso para concluir a trilogia, não queria me despedir dos personagens. Mas agora após ler The Kill, não podia imaginar final melhor para a história.
Nunca me canso de falar como Julian é um ótimo personagem e um dos melhores vilões que já li. Ele sempre roubava para si as cenas que aparecia nos livros anteriores e aqui não é diferente. O desenvolvimento de sua história nos livros foi muito boa. Jenny também continuou ótima, assim como Michael e Audrey. Adoro a ironia dos dois e torci muito por eles, assim como por Dee.
quinta-feira, 18 de junho de 2020
[Resenha] Quando Tudo Isso Acabar - Vinícius Grossos
Autor: Vinícius Grossos
Editora: Independente
Páginas: 30
Classificação: 4,5/5 estrelas
Título Original: Quando Tudo Isso Acabar
Pietro está preso num daqueles momentos terríveis de tédio, solidão e pessimismo chamado Quarentena.
Desde que foi decretado o período de isolamento, ele e Lana, a gata de sua amiga, tentam conviver sozinhos e em harmonia em um pequeno apartamento. Até que uma terceira pessoa entra em cena.
Resenha:
Será que no meio de tanta solidão há espaço para o amor?
Tenho muita vontade de ler os livros de Vínicius Grossos, por isso quando vi esse conto, logo fui lê-lo.
Pietro foi um ótimo personagem e muito fácil de se identificar, assim como sua interação com Benjamin. Os dois formaram um casal bem engraçado, ainda mais diante dos empecilhos que a quarentena propõe — além da importante representatividade de Benjamin ser negro. E Lana = dona da história.
Editora: Independente
Páginas: 30
Classificação: 4,5/5 estrelas
Título Original: Quando Tudo Isso Acabar
Pietro está preso num daqueles momentos terríveis de tédio, solidão e pessimismo chamado Quarentena.
Desde que foi decretado o período de isolamento, ele e Lana, a gata de sua amiga, tentam conviver sozinhos e em harmonia em um pequeno apartamento. Até que uma terceira pessoa entra em cena.
Resenha:
Será que no meio de tanta solidão há espaço para o amor?
Tenho muita vontade de ler os livros de Vínicius Grossos, por isso quando vi esse conto, logo fui lê-lo.
Pietro foi um ótimo personagem e muito fácil de se identificar, assim como sua interação com Benjamin. Os dois formaram um casal bem engraçado, ainda mais diante dos empecilhos que a quarentena propõe — além da importante representatividade de Benjamin ser negro. E Lana = dona da história.
terça-feira, 16 de junho de 2020
[Resenha] Torre do Alvorecer - Sarah J. Maas
Autora: Sarah J. Maas
Editora: Galera Record
Páginas: 644
Classificação: 3.5/5 estrelas
Título Original: Tower of Dawn
Chaol Westfall sempre se definiu por sua lealdade inquebrável, sua força e sua posição como capitão da Guarda.
Mas tudo mudou desde que o Castelo de Vidro se quebrou, seus homens foram abatidos e o rei de Adarlan o poupou de um golpe de morte, mas deixou seu corpo quebrado. Sua única chance de recuperação reside nos lendários curandeiros da Torre Cesme em Antica ― a fortaleza do poderoso império do continente do sul.
E é para lá que ruma Chaol, acompanhado de Nesryn, única mulher na Guarda Real e sua nova capitã, depois de Chaol ter sido nomeado Mão do Rei. Mas com a guerra se aproximando de Dorian e com Aelin lutando por seu trono de direito, Chaol pode ser uma peça-chave para a sobrevivência dos dois jovens monarcas, convencendo outros governantes a se aliarem a eles.
O que Chaol e Nesryn descobrem na Antica, no entanto, vai mudar os dois ― e ser mais vital para salvar Erilea do que eles poderiam ter imaginado.
Nota: Esse é o sexto livro da série, por isso a resenha pode conter spoilers dos volumes anteriores.
Resenha:
Um Império glorioso. Uma busca desesperada. Um antigo segredo.
Chaol Westfall nunca foi nem esteve entre meus personagens preferidos de Trono de Vidro, por isso esse livro era o que menos me despertava interesse, mas como sei que ele é importante para a conclusão da série, o enfrentei.
E começando por ele, Chaol, ironicamente, não me irritou tanto aqui. De fato, Torre do Alvorecer foi importante para desenvolvê-lo melhor. Ele me irritou, sim, em dois momentos, mas ao menos o entendi. Isso talvez se dê ao fato de Yrene Towers, uma das melhores personagens criadas por Sarah J. Maas. Tivemos sua introdução nos contos de A Lâmina da Assassina, mas é aqui que sua história é mais aprofundada e gostei dela de cara. Sua interação com Chaol também é ótima e as cenas dos dois juntos são as melhores do livro, disparadas.
Editora: Galera Record
Páginas: 644
Classificação: 3.5/5 estrelas
Título Original: Tower of Dawn
Chaol Westfall sempre se definiu por sua lealdade inquebrável, sua força e sua posição como capitão da Guarda.
Mas tudo mudou desde que o Castelo de Vidro se quebrou, seus homens foram abatidos e o rei de Adarlan o poupou de um golpe de morte, mas deixou seu corpo quebrado. Sua única chance de recuperação reside nos lendários curandeiros da Torre Cesme em Antica ― a fortaleza do poderoso império do continente do sul.
E é para lá que ruma Chaol, acompanhado de Nesryn, única mulher na Guarda Real e sua nova capitã, depois de Chaol ter sido nomeado Mão do Rei. Mas com a guerra se aproximando de Dorian e com Aelin lutando por seu trono de direito, Chaol pode ser uma peça-chave para a sobrevivência dos dois jovens monarcas, convencendo outros governantes a se aliarem a eles.
O que Chaol e Nesryn descobrem na Antica, no entanto, vai mudar os dois ― e ser mais vital para salvar Erilea do que eles poderiam ter imaginado.
Nota: Esse é o sexto livro da série, por isso a resenha pode conter spoilers dos volumes anteriores.
Resenha:
Um Império glorioso. Uma busca desesperada. Um antigo segredo.
Chaol Westfall nunca foi nem esteve entre meus personagens preferidos de Trono de Vidro, por isso esse livro era o que menos me despertava interesse, mas como sei que ele é importante para a conclusão da série, o enfrentei.
E começando por ele, Chaol, ironicamente, não me irritou tanto aqui. De fato, Torre do Alvorecer foi importante para desenvolvê-lo melhor. Ele me irritou, sim, em dois momentos, mas ao menos o entendi. Isso talvez se dê ao fato de Yrene Towers, uma das melhores personagens criadas por Sarah J. Maas. Tivemos sua introdução nos contos de A Lâmina da Assassina, mas é aqui que sua história é mais aprofundada e gostei dela de cara. Sua interação com Chaol também é ótima e as cenas dos dois juntos são as melhores do livro, disparadas.
quarta-feira, 10 de junho de 2020
[Resenha] The Forbidden Game - The Chase | L.J. Smith
Autora: L. J. SmithEditora: Simon Pulse (EUA)
Páginas: 240
Classificação: 4,5/5 estrelas
Título Original: The Forbidden Game - The Chase
Jenny começa a receber telefonemas aterrorizantes e logo fica claro que Julian está solto no mundo real. Cada vez mais, Jenny cai sob seu feitiço, permitindo-se a liberdade de fazer o que quiser, independentemente das consequências.
Parece que Jenny escolheu Julian em vez de Tom. Mas então seus amigos começam a desaparecer, sugados para as Terras das Sombras e com bonecos de papel deixadas em seus lugares. Agora Jenny poderá superar Julian sem ceder inteiramente a suas exigências?
Resenha:
Ele está de volta e veio reivindicá-la de uma vez por todas.
O primeiro volume de The Forbidden Game, The Hunter, foi uma das melhores leituras que fiz em 2019, por isso estava muito ansioso para a continuação. E apesar dele continuar ainda como o melhor da trilogia, The Chase foi bem interessante.
Julian é um dos melhores personagens que já conheci e L.J. Smith fez um trabalho incrível em sua construção: nós sabemos que ele é o vilão, isso é lembrado sempre na história, mas, inexplicavelmente gostamos dele - e torcemos por ele! Mas L.J. consegue nos manter "na linha", pois também conseguimos torcer por Jenny e Tommy e para que eles superem tudo. Inclusive, Tommy teve um ótimo crescimento nessa continuação, assim como os secundários.
segunda-feira, 1 de junho de 2020
[Resenha] As Garotas Boas - Sara Shepard
Autora: Sara Shepard
Editora: Rocco
Páginas: 304
Classificação: 4,5/5 estrelas
Título Original: The Perfeccionists - The Good Girls
Em As Garotas Boas, título que encerra a duologia iniciada com As Perfeccionistas, Sara Shepard narra a rotina de cinco garotas perfeitas, que fizeram algo não tão perfeito assim, e agora precisam encarar as consequências.
Jovens e abastadas estudantes do último ano do ensino médio, elas planejaram em detalhes um pequeno trote a um valentão da escola, Nolan.
Qual não foi a surpresa das meninas quando ele aparece morto, e nas circunstâncias descritas por elas. Pior: Nolan não foi o único que elas sonharam em matar. Quando mais um da macabra lista que fizeram também morre, as meninas se perguntam se não poderiam ser as próximas vítimas.
Resenha:
"Tenha cuidado com o que deseja. Porque pode conseguir exatamente o que quer."
Em agosto de 2018, li o primeiro livro da duologia As Perfeccionistas e gostei bastante. Mas após umalonga demora da Editora Rocco para lançar o desfecho, demorei um pouco para concluí-la.
Depois do final do primeiro livro, é impossível não ficar curioso por essa continuação. E ela nos prende desde o início, principalmente quando a "segunda leva" de mortes continua, e o final me surpreendeu bastante. Não esperava esse desfecho e o melhor de tudo é que quando paramos para analisar, vemos que Sara Shepard depositou as pistas desde o início e nós que deixamos escapar.
Editora: Rocco
Páginas: 304
Classificação: 4,5/5 estrelas
Título Original: The Perfeccionists - The Good Girls
Em As Garotas Boas, título que encerra a duologia iniciada com As Perfeccionistas, Sara Shepard narra a rotina de cinco garotas perfeitas, que fizeram algo não tão perfeito assim, e agora precisam encarar as consequências.
Jovens e abastadas estudantes do último ano do ensino médio, elas planejaram em detalhes um pequeno trote a um valentão da escola, Nolan.
Qual não foi a surpresa das meninas quando ele aparece morto, e nas circunstâncias descritas por elas. Pior: Nolan não foi o único que elas sonharam em matar. Quando mais um da macabra lista que fizeram também morre, as meninas se perguntam se não poderiam ser as próximas vítimas.
Resenha:
"Tenha cuidado com o que deseja. Porque pode conseguir exatamente o que quer."
Em agosto de 2018, li o primeiro livro da duologia As Perfeccionistas e gostei bastante. Mas após uma
Depois do final do primeiro livro, é impossível não ficar curioso por essa continuação. E ela nos prende desde o início, principalmente quando a "segunda leva" de mortes continua, e o final me surpreendeu bastante. Não esperava esse desfecho e o melhor de tudo é que quando paramos para analisar, vemos que Sara Shepard depositou as pistas desde o início e nós que deixamos escapar.
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