Autora: FML Pepper
Editora: Valentina
Páginas: 280
Classificação: 4.5/5 estrelas
Título Original: Não Pare!
Nina Scott não suportava mais a vida nômade e solitária que sua mãe, Stela, a obrigava a ter. Mudar de cidade ou de país a cada piscar de olhos, conviver com tantas perguntas que a consumiam, assombrada por mistérios de um passado guardado a sete chaves. Agora, aos 16 anos, a garota das estranhas pupilas verticais exigia respostas. E, para sua péssima sorte, elas já estavam a caminho!
Quando Stela decide ficar em Nova York, Nina acredita que seu sonho de ter uma vida normal vai se tornar realidade. Finalmente terminará o ano letivo em um mesmo colégio, poderá fazer amigos sem ter que abandoná-los em seguida, viver um grande amor, amadurecer, criar raízes... Enfim, curtir a juventude. Mas o “normal” está muito longe da vida de Nina!
Perdida no olho de um furacão de mortes e inexplicáveis acidentes, tendo que esconder os terríveis fatos da mãe paranoica, Nina começa a desconfiar da própria sanidade mental, de tudo e de todos. O que explicaria os paralisantes calafrios, a perda de visão e de memória que experimentava sempre que alguém morria ao seu redor? O que ela teria a ver com os bizarros e sobrenaturais acontecimentos? Estariam eles interligados? Seria a Morte sua companheira para toda a vida? É chegada a hora da verdade.
Resenha:
Para se sentir vivo, você entregaria sua vida nas mãos da morte?
Desde que vi Não Pare! enquanto olhava livros na Saraiva, fiquei interessado não só pela história mas também pela capa, que acho linda. Mesmo assim, fui adiando a leitura até que resgatei o e-book durante a promoção de Páscoa da Garoto. E após finalizar a leitura, me arrependi de ter demorando tanto para começá-la.
A história é ágil e deixa o leitor curioso desde o primeiro capítulo, sendo surpreendido por vários plot twists ao longo da leitura. O mundo criado por FML Pepper é totalmente novo e interessante, além de sua escrita ser direta. Outro ponto positivo é o fato de muitas respostas em torno do mistério principal serem dadas neste livro inicial - e não apenas no segundo ou terceiro, como muitas trilogias/séries -, o que nos estimula ainda mais a continuar a leitura. Além disso, é um livro curto, por isso não enrola com várias páginas desnecessárias (Insurgente mandou um oi!).
segunda-feira, 25 de abril de 2016
sexta-feira, 22 de abril de 2016
[Resenha] Gossip Girl - É Você Que eu Quero | Cecily Von Ziegesar
Autora: Cecily Von Ziegesar
Editora: Galera Record
Páginas: 302
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Gossip Girl - You're the One That I Want
Finalmente as cartas de aceitação das universidades chegaram e muitos já estão fazendo suas malas para Yela. Oh-oh, mas as notícias não foram boas para todo mundo... Será que o destino de certa formanda é parar em uma universidade de segunda linha? Mas quem se importa? Agora é hora de comemorar e nada melhor que uma festa para aliviar o estresse do último ano.
Alguns casais estão de volta, trocando juras de amor eterno! Eles agüentam uma semana morando juntos? Ou um namoro à distância em universidades diferentes? Jenny é a mais nova candidata a modelo na cidade e sua primeira sessão de fotos dá o que falar... Ela será a nova Serena? E por falar na loura Van der Woodsen, ela está cada vez mais apaixonada.
Nota: Este é o sexto livro da série. A resenha poderá conter spoilers dos anteriores. Leia por sua conta e risco!
Resenha:
Ah, as cartas das universidades!
Depois de alguns meses sem ler nenhum livro da série, enfim retornei à Gossip Girl. Os livros, apesar de serem bem inferiores à série de TV, são engraçados e a leitura flui tão bem, que quando você percebe, já está nas últimas páginas. E com este sexto volume não foi diferente!
Desde o primeiro livro, sempre ficou claro que um dos sonhos de Blair é entrar para a universidade Yale, e esse livro enfim revela se a personagem conseguiu ou não alcançar seu objetivo. Fui percebendo que com o passar dos livros, o foco sobre Blair vem sendo aumentado - apesar de Serena ser "a" protagonista -, e isso aconteceu com mais intensidade neste livro. Mesmo quando os capítulos eram de Nate, por exemplo, Blair ainda era o foco, já que o garoto não sabia se decidiria ir ou não para Yale. Blair é minha segunda personagem favorita nos livros e na série (a primeira é Serena), então claro que fico feliz por seu crescimento.
Editora: Galera Record
Páginas: 302
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Gossip Girl - You're the One That I Want
Finalmente as cartas de aceitação das universidades chegaram e muitos já estão fazendo suas malas para Yela. Oh-oh, mas as notícias não foram boas para todo mundo... Será que o destino de certa formanda é parar em uma universidade de segunda linha? Mas quem se importa? Agora é hora de comemorar e nada melhor que uma festa para aliviar o estresse do último ano.
Alguns casais estão de volta, trocando juras de amor eterno! Eles agüentam uma semana morando juntos? Ou um namoro à distância em universidades diferentes? Jenny é a mais nova candidata a modelo na cidade e sua primeira sessão de fotos dá o que falar... Ela será a nova Serena? E por falar na loura Van der Woodsen, ela está cada vez mais apaixonada.
Nota: Este é o sexto livro da série. A resenha poderá conter spoilers dos anteriores. Leia por sua conta e risco!
Ah, as cartas das universidades!
Depois de alguns meses sem ler nenhum livro da série, enfim retornei à Gossip Girl. Os livros, apesar de serem bem inferiores à série de TV, são engraçados e a leitura flui tão bem, que quando você percebe, já está nas últimas páginas. E com este sexto volume não foi diferente!
Desde o primeiro livro, sempre ficou claro que um dos sonhos de Blair é entrar para a universidade Yale, e esse livro enfim revela se a personagem conseguiu ou não alcançar seu objetivo. Fui percebendo que com o passar dos livros, o foco sobre Blair vem sendo aumentado - apesar de Serena ser "a" protagonista -, e isso aconteceu com mais intensidade neste livro. Mesmo quando os capítulos eram de Nate, por exemplo, Blair ainda era o foco, já que o garoto não sabia se decidiria ir ou não para Yale. Blair é minha segunda personagem favorita nos livros e na série (a primeira é Serena), então claro que fico feliz por seu crescimento.
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Book Trailer de "A Coroa" é divulgado!
Ontem (20/04), a HarperCollins divulgou o Book Trailer de "A Coroa", quinto e último livro de "A Seleção". Assista abaixo:
(Versão legendada)
Assim como no book trailer de "A Herdeira", a modelo utilizada para viver Eadlyn foi Tashi Makh. Eu, particularmente, acho que Stacey Farnet - a das capas - tem mais a personalidade da personagem, mas...
Vale lembrar que quem comprar o exemplar na pré-venda online, ganhará brindes exclusivos. O lançamento oficial ocorre em 3 de maio. Ansiosos?
No blog, já estão disponíveis as resenhas de todos os livros da série. Confira também:
#1 - A Seleção
#2 - A Elite
#2,5 - Contos da Seleção: O Príncipe e O Guarda (Livro de contos)
#3 - A Escolha
#4 - A Herdeira
#4,5 - Felizes Para Sempre (2º livro de contos)
#5 - A Coroa
segunda-feira, 18 de abril de 2016
[Crítica] Shadowhunters - 1ª Temporada
Status: RenovadaDuração: 42 minutos
Nº de episódios: 13 episódios
Classificação: 3/5 estrelas
Exibição: 2016
Emissora: Freeform / Netflix
Clary Fray acaba de se matricular na Academia de Arte do Brooklyn. Em seu aniversário de 18 anos, ela descobre que é uma Caçadora de Sombras, um ser humano meio anjo, que tem como tarefa proteger os humanos de demônios. Naquela noite, a mãe de Clary, Jocelyn Fray, é raptada por Valentine, um antigo Caçador de Sombras desonesto, que criou seu próprio "Círculo".
Com sua mãe ausente, Clary se volta para Luke, o namorado de Jocelyn, e a única pessoa na qual ela confiava, mas acaba sendo traída. Clary se junta com um bando de Caçadores de Sombras para salvar sua mãe e descobre poderes que ela nunca soube que possuía. Clary é lançada no mundo de caça aos demônios junto de seu melhor amigo, Simon Lewis, e do misterioso Caçador de Sombras, Jace, que é acompanhado por seus irmãos adotivos, Isabelle e Alexander Lightwood. Agora vivendo entre fadas, feiticeiros, vampiros e lobisomens, Clary começa uma jornada de autodescoberta enquanto aprende mais sobre seu passado e percebe como poderá ser seu futuro.
Nota: Essa crítica conterá spoilers da série e dos três primeiros livros da série. Leia por sua conta e risco!
Crítica:
Um mundo oculto está prestes a ser revelado.
Desde o anuncio de que a ABC Family havia comprado os direitos da adaptação de Os Instrumentos Mortais, eu estava ansioso para ver como tudo ficaria com essa segunda chance que os livros receberam para outra mídia. Depois de muita espera (o anuncio da emissora foi feito em Maio de 2015), eis que em Janeiro de 2016, a série enfim estreou. O primeiro episódio, apesar das mudanças óbvias, foi bom e passou a impressão de que seria uma boa adaptação. Infelizmente, essa promessa ficou apenas no papel.
Primeiro, sobre a história. Como eu disse na review do Piloto, a mudança de idade dos personagens - nos livros, eles têm entre 15 e 17 anos, enquanto na série todos estão na faixa dos 18 - foi benéfica, pois assim assuntos "mais fortes" poderiam ser abordados. Também foi um acerto introduzirem plots dos dois primeiros livros nessa temporada inicial, pois Cidade dos Ossos é um pouco raso nesse quesito. Mas nos episódios finais começaram a ser incluídos momentos de Cidade de Vidro sendo que muito de Cidade das Cinzas nem tiveram chance de aparecer, o que apressou vários acontecimentos - como a volta de Jocelyn já nesta temporada - e que deverá afetar vários plots futuros, como o "parentesco" de Clary e Jace.
Já com a escalação dos atores e composição dos personagens, a série também teve seus acertos e erros. Na primeira categoria, podemos citar Matthew Daddario e Emeraude Toubia. Além dos atores incorporarem perfeitamente Alec e Izzy e expressarem muito bem a ligação dos irmãos, a série ainda deu grande enfoque aos dois - coisa que o filme não fez, focando apenas em Clary e Jace. E mesmo com todo o plot de Clary em tentar achar um jeito de trazer a mãe de volta, os produtores investiram os plots mais pesados em Izzy. Além de péssimo relacionamento com Maryse, ela ainda precisou mudar seu jeito de se vestir, quase foi exilada do mundo dos shadowhunters, dentre outros problemas. Alec também mostrou uma lado meio sarcástico, inexistente nos livros.
domingo, 17 de abril de 2016
[Resenha] Os Intrumentos Mortais - Cidade de Vidro | Cassandra Clare
Autora: Cassandra Clare
Editora: Galera Record
Páginas: 474
Classificação: 5/5 estrelas
Título Original: The Mortal Instruments - City of Glass
Clary está à procura de uma poção para salvar a vida de sua mãe. Para isso, ela deve viajar até a Cidade de Vidro, lar ancestral dos Caçadores de Sombras, criando um portal sozinha. Só mais uma prova de que seus poderes estão mais sofisticados a cada dia. Para Clary, o perigo que isso representa é tão ou menos assustador quanto o fato de que Jace não a quer por perto. Mas nem o fora de Jace nem estar quebrando as regras irão afastá-la de seu objetivo: encontrar Ragnor Fell, o feiticeiro que pode ajudá-la a curar a mãe.
Nota: Na resenha podem conter spoilers do primeiro e segundo livro. Leia por sua conta e risco!
Resenha:
A verdade sempre vem à tona!
Antes mesmo de começar a ler Cidade dos Ossos, já havia visto vários comentários sobre a série e todos eram unânimes: o terceiro livro é melhor da série. Com esse pensamento, continuei a série mesmo não gostando do primeiro livro. Gostei muito de Cidade das Cinzas, o que me animou mais para ler este. E após finalizar a leitura, posso confirmar com todas as letras: este é realmente o melhor dos três!
Não é novidade para ninguém que Os Instrumentos Mortais seria inicialmente uma trilogia e só depois Cassandra Clare escreveu mais três volumes, por isso, todas as pontas soltas nos livros anteriores são resolvidas aqui, mas acredito que a autora já tinha em mente a expansão da série, pois alguns pontos ficam implicitamente abertos (ou seja, poderiam ter continuação mas caso não viesse a acontecer, o final aqui não seria incompleto). Realmente não tenho nenhum ponto negativo sobre o livro. Tudo foi muito bem executado, desde a história até os personagens. Prova disso é que o livro é viciante, mesmo que não seja frenético, como o primeiro.
A escrita da Cassandra cresce a a cada livro e rapidamente me conectei no mundo dos caçadores, o que não aconteceu tão rápido enquanto eu lia Cidade dos Ossos. Para completar, temos vários plot twists inesperados. Fiquei sem reação com determinado acontecimento na metade do livro e tive que reler esta parte novamente para crer que ela realmente aconteceu, pois nunca sequer cogitei essa possibilidade.
Editora: Galera Record
Páginas: 474
Classificação: 5/5 estrelas
Título Original: The Mortal Instruments - City of Glass
Clary está à procura de uma poção para salvar a vida de sua mãe. Para isso, ela deve viajar até a Cidade de Vidro, lar ancestral dos Caçadores de Sombras, criando um portal sozinha. Só mais uma prova de que seus poderes estão mais sofisticados a cada dia. Para Clary, o perigo que isso representa é tão ou menos assustador quanto o fato de que Jace não a quer por perto. Mas nem o fora de Jace nem estar quebrando as regras irão afastá-la de seu objetivo: encontrar Ragnor Fell, o feiticeiro que pode ajudá-la a curar a mãe.
Nota: Na resenha podem conter spoilers do primeiro e segundo livro. Leia por sua conta e risco!
Resenha:
A verdade sempre vem à tona!
Antes mesmo de começar a ler Cidade dos Ossos, já havia visto vários comentários sobre a série e todos eram unânimes: o terceiro livro é melhor da série. Com esse pensamento, continuei a série mesmo não gostando do primeiro livro. Gostei muito de Cidade das Cinzas, o que me animou mais para ler este. E após finalizar a leitura, posso confirmar com todas as letras: este é realmente o melhor dos três!
Não é novidade para ninguém que Os Instrumentos Mortais seria inicialmente uma trilogia e só depois Cassandra Clare escreveu mais três volumes, por isso, todas as pontas soltas nos livros anteriores são resolvidas aqui, mas acredito que a autora já tinha em mente a expansão da série, pois alguns pontos ficam implicitamente abertos (ou seja, poderiam ter continuação mas caso não viesse a acontecer, o final aqui não seria incompleto). Realmente não tenho nenhum ponto negativo sobre o livro. Tudo foi muito bem executado, desde a história até os personagens. Prova disso é que o livro é viciante, mesmo que não seja frenético, como o primeiro.
A escrita da Cassandra cresce a a cada livro e rapidamente me conectei no mundo dos caçadores, o que não aconteceu tão rápido enquanto eu lia Cidade dos Ossos. Para completar, temos vários plot twists inesperados. Fiquei sem reação com determinado acontecimento na metade do livro e tive que reler esta parte novamente para crer que ela realmente aconteceu, pois nunca sequer cogitei essa possibilidade.
quarta-feira, 6 de abril de 2016
Seguinte divulga capa nacional de "A Coroa"
A Editora Seguinte divulgou a capa brasileira de "A Coroa", o quinto e último volume da série "A Seleção", de Kiera Cass. Confira:
Além disso, a editora ainda anunciou que quem comprar o livro na pré-venda online - que deverá começar ainda esta semana - ganhará um brinde exclusivo. Para mais detalhes, clique aqui e veja o post oficial no Facebook. Assim como "A Herdeira", "A Coroa" também ganhará edição em capa dura. O lançamento oficial ocorre dia 3 de maio.
No blog, já estão disponíveis as resenhas de todos os livros da série. Confira abaixo:
No blog, já estão disponíveis as resenhas de todos os livros da série. Confira abaixo:
#1 - A Seleção
#2 - A Elite
#2,5 - Contos da Seleção: O Príncipe e O Guarda (Livro de contos)
#3 - A Escolha
#4 - A Herdeira
#4,5 - Felizes Para Sempre (2º livro de contos)
#5 - A Coroa
sábado, 2 de abril de 2016
[Resenha] Escola Noturna - C.J. Daugherty
Autora: C.J. Daugherty
Editora: Suma de Letras
Páginas: 336
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Night School
Quando a adolescente problemática Allie Sheridan vai presa de novo, seus pais decidem que já estão fartos. Assim, ela é despachada para a Academia Cimmeria, um colégio interno bem distante dos seus amigos londrinos. A academia é uma bela construção, cheia de adolescentes lindos e milionários do tipo que viaja de jatinho, foi criado pela babá e só faz compras nos endereços mais exclusivos.
Allie faz novas amizades e conhece Carter, um rapaz solitário com quem ela sente uma conexão imediata. Só que seus colegas, e talvez até alguns dos professores, estão protegendo um segredo sombrio. Quando o perigo começa a rondar os muros da escola e a violência se torna realidade, Allie terá que decidir em quem confiar, se quiser descobrir o que está acontecendo.
Resenha:
Quando todos estão mentindo, em quem você confia?
Escola Noturna foi um livro que sempre me despertou curiosidade pela capa e o próprio título. E como ele estava com um ótimo preço na Black Friday, não resisti e comprei o primeiro volume. E após a leitura, posso afirmar com todas as certezas que quero mais dos alunos da Escola Cimmeria.
Começando pela história em si, ela realmente consegue prender a atenção do leitor. Não descansei enquanto não descobri o que era a tal Escola Noturna e quando recebi essa resposta, fiquei surpreso pois em nenhum momento pensei que poderia ser isso. Esse é o típico livro que qualquer informação pode tirar o suspense da história. E além da história em si, a Escola Cimmeria é misteriosa e incomum. C.J. soube descrever tão bem o local que é fácil imaginar que ele realmente existe. Arrisco até a dizer que é um dos melhores cenários de livros que eu já li.
Editora: Suma de Letras
Páginas: 336
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Night School
Quando a adolescente problemática Allie Sheridan vai presa de novo, seus pais decidem que já estão fartos. Assim, ela é despachada para a Academia Cimmeria, um colégio interno bem distante dos seus amigos londrinos. A academia é uma bela construção, cheia de adolescentes lindos e milionários do tipo que viaja de jatinho, foi criado pela babá e só faz compras nos endereços mais exclusivos.
Allie faz novas amizades e conhece Carter, um rapaz solitário com quem ela sente uma conexão imediata. Só que seus colegas, e talvez até alguns dos professores, estão protegendo um segredo sombrio. Quando o perigo começa a rondar os muros da escola e a violência se torna realidade, Allie terá que decidir em quem confiar, se quiser descobrir o que está acontecendo.
Resenha:
Quando todos estão mentindo, em quem você confia?
Escola Noturna foi um livro que sempre me despertou curiosidade pela capa e o próprio título. E como ele estava com um ótimo preço na Black Friday, não resisti e comprei o primeiro volume. E após a leitura, posso afirmar com todas as certezas que quero mais dos alunos da Escola Cimmeria.
Começando pela história em si, ela realmente consegue prender a atenção do leitor. Não descansei enquanto não descobri o que era a tal Escola Noturna e quando recebi essa resposta, fiquei surpreso pois em nenhum momento pensei que poderia ser isso. Esse é o típico livro que qualquer informação pode tirar o suspense da história. E além da história em si, a Escola Cimmeria é misteriosa e incomum. C.J. soube descrever tão bem o local que é fácil imaginar que ele realmente existe. Arrisco até a dizer que é um dos melhores cenários de livros que eu já li.
terça-feira, 29 de março de 2016
[Resenha] Quatro - Veronica Roth
Autora: Veronica Roth
Editora: Rocco
Páginas: 272
Classificação: 3/5 estrelas
Título Original: Four
Reunindo quatro histórias da série Divergente contadas da perspectiva do personagem Tobias, e três cenas exclusivas, Quatro Histórias da série Divergente oferece aos fãs da saga criada por Veronica Roth a chance de conhecer melhor a personalidade de um personagem fascinante e complexo e a chance de mergulhar mais fundo na sociedade dividida em facções criada pela autora.
Nota: Esse livro é um bônus de contos da trilogia Divergente e a resenha pode conter spoilers dos livros anteriores: Divergente, Insurgente e Convergente.
Resenha:
Uma escolha vai tranformá-lo.
Após terminar Convergente, cogitei a possibilidade de não ler esse livro em seguida. Mas por fim, decidi pegá-lo pois faltavam apenas dois dias para a estreia do terceiro filme e seria tempo suficiente para lê-lo até lá. Ledo engano... A verdade é que levei mais de uma semana para concluir o livro. Por mais que eu goste e me identifique com Tobias, não consegui me envolver com o livro após os dois primeiros "contos". Perdi as contas de quantas vezes interrompi a leitura dos dois últimos. Mas vamos falar sobre cada um individualmente.
A Transferência narra a vida de Tobias dias antes da sua escolha. Gostei bastante do conto porque ele me fez identificar-se mais com o personagem, além de nos mostrar como Marcus era inescrupuloso com o próprio filho. Após ele, temos A Iniciação, que nos mostra os testes do personagem na Audácia. É interessante ver como os personagens tinham mais medo de falar dos Divergentes antes do primeiro livro em si da trilogia (esses contos se passam dois anos antes da iniciação de Tris), e como o próprio Quatro não tem noção do termo. Além disso, vemos mais da amizade de Quatro com Amah, Zeke e Shana; e gostei bastante das três - a com Zeke me arrancou algumas risadas, principalmente no encontro duplo.
Editora: Rocco
Páginas: 272
Classificação: 3/5 estrelas
Título Original: Four
Reunindo quatro histórias da série Divergente contadas da perspectiva do personagem Tobias, e três cenas exclusivas, Quatro Histórias da série Divergente oferece aos fãs da saga criada por Veronica Roth a chance de conhecer melhor a personalidade de um personagem fascinante e complexo e a chance de mergulhar mais fundo na sociedade dividida em facções criada pela autora.
Nota: Esse livro é um bônus de contos da trilogia Divergente e a resenha pode conter spoilers dos livros anteriores: Divergente, Insurgente e Convergente.
Resenha:
Uma escolha vai tranformá-lo.
Após terminar Convergente, cogitei a possibilidade de não ler esse livro em seguida. Mas por fim, decidi pegá-lo pois faltavam apenas dois dias para a estreia do terceiro filme e seria tempo suficiente para lê-lo até lá. Ledo engano... A verdade é que levei mais de uma semana para concluir o livro. Por mais que eu goste e me identifique com Tobias, não consegui me envolver com o livro após os dois primeiros "contos". Perdi as contas de quantas vezes interrompi a leitura dos dois últimos. Mas vamos falar sobre cada um individualmente.
A Transferência narra a vida de Tobias dias antes da sua escolha. Gostei bastante do conto porque ele me fez identificar-se mais com o personagem, além de nos mostrar como Marcus era inescrupuloso com o próprio filho. Após ele, temos A Iniciação, que nos mostra os testes do personagem na Audácia. É interessante ver como os personagens tinham mais medo de falar dos Divergentes antes do primeiro livro em si da trilogia (esses contos se passam dois anos antes da iniciação de Tris), e como o próprio Quatro não tem noção do termo. Além disso, vemos mais da amizade de Quatro com Amah, Zeke e Shana; e gostei bastante das três - a com Zeke me arrancou algumas risadas, principalmente no encontro duplo.
segunda-feira, 28 de março de 2016
[Resenha] Convergente - Veronica Roth
Autora: Veronica Roth
Editora: Rocco
Páginas: 528
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Allegiant
A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou – destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. Em Convergente, o poderoso desfecho da trilogia de Veronica Roth iniciada com Divergente e Insurgente, a jovem será posta diante de novos desafios e mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor.
Nota: Esse é o terceiro livro de uma trilogia. A resenha pode conter spoilers do primeiro e segundo livro.
Resenha:
Uma escolha vai te definir.
Antes de começar a ler Convergente estava receoso. Se todo mundo falava bem de Insurgente e mesmo assim eu não gostei tanto, imagine de um livro onde 70% das opiniões eram negativas? Mas continuei no espírito de terminar a trilogia antes do primeiro filme desse volume e iniciei a leitura. Após concluir a leitura, no entanto, vi que o livro não era ruim como alguns diziam. Muito pelo contrário: o achei até melhor que o anterior.
Primeiramente, sobre a história, o clima do livro é totalmente diferente dos outros dois, chegando até a causar estranheza no início. Enquanto os anteriores apostaram em uma trama de ação e política, Convergente opta mais pelo científico e político. Apesar da narração compartilhada entre Tris e Quatro ter me confundido bastante - elas são extremamente parecidas e eu precisava ficar voltando o capítulo para ler quem estava narrando -, me conectei muito mais com esse livro do que com Insurgente. Eu já sabia do "maior spoiler" do livro, mas mesmo assim queria saber como toda essa guerra envolvendo o Soro iria terminar. E a parte dos Geneticamente Danificados x Geneticamente Puros lembra muitas brigas da sociedade ainda hoje, como preconceito por cor e orientação sexual.
Editora: Rocco
Páginas: 528
Classificação: 4/5 estrelas
Título Original: Allegiant
A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou – destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. Em Convergente, o poderoso desfecho da trilogia de Veronica Roth iniciada com Divergente e Insurgente, a jovem será posta diante de novos desafios e mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor.
Nota: Esse é o terceiro livro de uma trilogia. A resenha pode conter spoilers do primeiro e segundo livro.
Resenha:
Uma escolha vai te definir.
Antes de começar a ler Convergente estava receoso. Se todo mundo falava bem de Insurgente e mesmo assim eu não gostei tanto, imagine de um livro onde 70% das opiniões eram negativas? Mas continuei no espírito de terminar a trilogia antes do primeiro filme desse volume e iniciei a leitura. Após concluir a leitura, no entanto, vi que o livro não era ruim como alguns diziam. Muito pelo contrário: o achei até melhor que o anterior.
Primeiramente, sobre a história, o clima do livro é totalmente diferente dos outros dois, chegando até a causar estranheza no início. Enquanto os anteriores apostaram em uma trama de ação e política, Convergente opta mais pelo científico e político. Apesar da narração compartilhada entre Tris e Quatro ter me confundido bastante - elas são extremamente parecidas e eu precisava ficar voltando o capítulo para ler quem estava narrando -, me conectei muito mais com esse livro do que com Insurgente. Eu já sabia do "maior spoiler" do livro, mas mesmo assim queria saber como toda essa guerra envolvendo o Soro iria terminar. E a parte dos Geneticamente Danificados x Geneticamente Puros lembra muitas brigas da sociedade ainda hoje, como preconceito por cor e orientação sexual.
domingo, 27 de março de 2016
[Resenha] Insurgente - Veronica Roth
Autora: Veronica Roth
Editora: Rocco
Páginas: 512
Classificação: 3.5/5 estrelas
Título Original: Insurgent
Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.
Nota: Não custa lembrar que esse é o segundo livro da trilogia, por isso, poderá ter spoilers do primeiro na resenha.
Resenha:
Uma escolha pode te destruir.
Assim que terminei Divergente, comecei logo Insurgente. Mas não foi porque o final do primeiro livro me deixou sedento pela continuação, e sim porque queria ler a trilogia toda antes da estreia de Convergente. Não me entendam mal, eu gostei muito de Divergente - ele é o meu favorito da trilogia, aliás -, mas o seu final não me deixou curioso pela continuação. Acho que minha curiosidade em lê-lo foi pelo que vi na adaptação, mesmo sabendo que ambos tinham muita diferença.
Se levarmos à história pelo lado da ação, Insurgente tem muito mais do que o antecessor e isso é muito bom, afinal ser eletrizante só nas páginas finais foi um dos pontos negativos de Divergente. Nesse volume, temos a sensação de que ninguém está à salvo e prova disso é que vários personagens que não pensávamos que chegariam ao fim vivos, acabam mortos antes da conclusão do volume. Isso é um ponto bastante positivo para a trilogia, afinal isso é uma guerra e realmente algumas cabeças irão rolar até que "o bem vença o mal". Mas confesso que fiquei surpreso com duas mortes (vi no filme, mas achava que era mais uma das mudanças implementadas na adaptação), pois achava que ambos seriam cruciais contra Tris em Convergente. Porém, mesmo com essa "coragem" de Veronica de matar personagens, senti que esse livro não teve rumo, os personagens, no sentido da guerra, acabaram praticamente no mesmo ponto que começaram.
Editora: Rocco
Páginas: 512
Classificação: 3.5/5 estrelas
Título Original: Insurgent
Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.
Nota: Não custa lembrar que esse é o segundo livro da trilogia, por isso, poderá ter spoilers do primeiro na resenha.
Resenha:
Uma escolha pode te destruir.
Assim que terminei Divergente, comecei logo Insurgente. Mas não foi porque o final do primeiro livro me deixou sedento pela continuação, e sim porque queria ler a trilogia toda antes da estreia de Convergente. Não me entendam mal, eu gostei muito de Divergente - ele é o meu favorito da trilogia, aliás -, mas o seu final não me deixou curioso pela continuação. Acho que minha curiosidade em lê-lo foi pelo que vi na adaptação, mesmo sabendo que ambos tinham muita diferença.
Se levarmos à história pelo lado da ação, Insurgente tem muito mais do que o antecessor e isso é muito bom, afinal ser eletrizante só nas páginas finais foi um dos pontos negativos de Divergente. Nesse volume, temos a sensação de que ninguém está à salvo e prova disso é que vários personagens que não pensávamos que chegariam ao fim vivos, acabam mortos antes da conclusão do volume. Isso é um ponto bastante positivo para a trilogia, afinal isso é uma guerra e realmente algumas cabeças irão rolar até que "o bem vença o mal". Mas confesso que fiquei surpreso com duas mortes (vi no filme, mas achava que era mais uma das mudanças implementadas na adaptação), pois achava que ambos seriam cruciais contra Tris em Convergente. Porém, mesmo com essa "coragem" de Veronica de matar personagens, senti que esse livro não teve rumo, os personagens, no sentido da guerra, acabaram praticamente no mesmo ponto que começaram.
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